II GELLNORTE

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PRIMEIRA CIRCULAR

II ENCONTRO DO GRUPO DE ESTUDOS LINGUÍSTICOS E LITERÁRIOS DA REGIÃO NORTE – GELLNORTE

 

  1. INFORMAÇÕES SOBRE O EVENTO:

 

  1. A)LOCAL E DATA DO II GELLNORTE

Com o objetivo de congregar pesquisadores e pesquisas desenvolvidas na grande área de Linguística, Letras e Artes e áreas afins, entre os dias 28 a 31 de maio de 2019, na Universidade do Estado do Amazonas (UEA), será realizado o II Encontro do Grupo de Estudos Linguísticos e Literários da Região Norte (GELLNORTE). Na ocasião, também acontecerá o VIII Fórum dos Coordenadores dos Programas de Pós-graduação, a ser realizado em parceria com os Programas de Pós-Graduação da Área de Linguística e Literatura da região Norte.

Encontram-se detalhadas, a seguir, as informações sobre o evento:

O tema geral do II Encontro será “Linguística e Literatura na Amazônia: políticas de pesquisa para as margens”.

Mais informações: https://gellnorte.org/

https://www.facebook.com/gellnorte/

Dissertação defendida no PPGLI aborda representações sobre Movimento Estudantil na Universidade Federal do Acre

Ocorreu na tarde de hoje, 30, a defesa pública de dissertação da aluna Queila Batista dos Santos intitulada “Movimento Estudantil na Universidade Federal do Acre: Práticas e Representações Sobre a Amazônia (1977-1990)”.

Participaram da Banca Examinadora o Prof. Dr. Francisco Bento da Silva – Presidente (UFAC), substituindo o Prof. Dr. Elder Andrade de Paula – Orientador (UFAC), o Prof. Dr. Marcello Messina – Examinador Interno (UFAC) e o Prof. Dr. Sérgio Roberto Gomes de Souza – Examinador Externo (UFAC).

Livro sobre História da África é distribuído pelo PPGLI da UFAC para bibliotecas e escolas públicas de Ensino Médio de Rio Branco – Acre

Boubacar

O Programa de Pós-Graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI) da Universidade Federal do Acre (UFAC), por intermédio do Grupo de Pesquisa História e Cultura, Linguagem, Identidade e Memória (GPHCLIM) fará a doação de 250 exemplares do livro O reino do Waalo: o Senegal antes da conquista, para as bibliotecas e escolas públicas de Ensino Médio da capital acreana.

Com 445 páginas, o livro é um clássico da História da África – francófona – e tem como autor o Professor Boubacar Barry, da Universidade Cheikh Anta Diop, em Dakar, Senegal. Publicada neste ano de 2018, pela Nepan Editora, com financiamento da Lei de Incentivo à Cultura da Fundação Municipal de Cultura de Rio Branco “Garibaldi Brasil”, a obra é uma tradução do original em francês, lançada no ano de 1972 [reeditada em 1985], que também conta com edições em língua espanhola (2010) e inglesa (2012).

Trata-se de um rico material que possibilita aos professores e estudantes de ensino médio e superior ter acesso às histórias de povos africanos (Wolof, Tuculer, Moura, Peul, Soninke, Mandinga) da Senegâmbia antes e durante os anos da colonização francesa nessa região banhada pelos rios Senegal e Gâmbia. Uma região que envolve os atuais estados nacionais do Senegal, Mauritânia, Mali, Gâmbia e Guiné.

Para o Professor Gerson Albuquerque (UFAC), que apresenta a edição brasileira, “nesse livro, Boubacar Barry cartografa não apenas os aspectos históricos, políticos e econômicos, mas percorre os mundos do Waalo nos detalhes de sua geografia física, ambiental e psicológica, colocando em cena as estruturas sociais, as relações de poder, o comércio da goma e do amendoim, as revoluções muçulmanas e outras lutas e conflitos sociais, as guerras e rázias, os modos de viver, as práticas e paradoxos da escravidão e da venda de escravos, as disputas internas e as dimensões religiosas, políticas e econômicas. Enfim, mergulha fundo nas culturas desse reino antes e no imediato contexto da opressão e do desmonte proporcionado pela ‘era dos impérios’, atualizando o terror da escravidão e toda sorte de subtração da humanidade aos povos da África Negra”.

Em seu texto de apresentação, Albuquerque afirma ainda que “ao longo da leitura de O reino do Waalo surge uma impactante análise das violências da colonização e do tráfico de mercadorias e de seres humanos tratados como coisas no Waalo e em toda a Senegâmbia e adjacências. Uma análise que nos permite antever os mecanismos utilizados pela França imperial para adentrar nos territórios de culturas ricas e complexas de sociedades em profundas relações de intercâmbios com os mundos mediterrânicos, índicos e atlânticos, destruindo-os ou impondo suas lógicas de mercado, não obstante à tenaz resistência enfrentada. Uma análise que também possibilita ao leitor dimensionar o apagamento das Áfricas, restando como saldo o surgimento de uma áfrica singularizada pela retórica imperial; uma África reduzida a sinônimo de miséria, escravidão, doenças, fome e guerras de grupos tribais ou étnicos primitivos e rudes; uma África no singular, imagem inventada pela colonização e seus tentáculos nas mentes colonizadas ou na colonialidade de seres e saberes dentro e fora das Áfricas”.

Também destaca que, em parte da conclusão de sua obra, Boubacar Barry pontua que os intelectuais africanos da atualidade têm o desafio de enfrentar um combate para reconquistar a longa história de lutas de seus povos. Um combate que, nas palavras do autor, “é inseparável do combate que pode levar os povos da Senegâmbia à sua independência política, econômica e cultural”. Um combate que passa fundamentalmente pela necessidade de fazer um “ajuste de contas com o passado” e se livrar da perspectiva colonizadora presente na universidade africana que ainda continua vinculada ao modelo francês.

Disponível agora para o público de Língua Portuguesa, “O Reino do Waalo” já está incluído entre as leituras obrigatórias de historiadores e estudiosos em geral do continente africano e de seus processos de colonização e resistência. As escolas públicas de Ensino Médio e bibliotecas de Rio Branco serão as primeiras a receber a publicação em todo território nacional. Além dos diretores de bibliotecas e escolas públicas, outros interessados em adquirir um exemplar do livro podem entrar em contato com a Nepan Editora através do e-mail editoranepan@gmail.com

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Dissertação defendida no PPGLI aborda obra “Seringal”, de Miguel Ferrante

Ocorreu na tarde de hoje, 13, a defesa pública de dissertação do mestrando Aluízio Oliveira de Souza, intitulada “Leituras Deleuzianas de Seringal, de Miguel Ferrante”.

Participaram da Banca Examinadora o Prof. Dr. Gerson Rodrigues de Albuquerque – Presidente/Orientador, a Profa. Dra. Juciane dos Santos Cavalheiro – Examinadora Externa (UEA) e a Profa. Dra. Maria de Nazaré Cavalcante de Sousa – Examinadora .Externa (UFAC)

Convite

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Ufac realiza abertura da 13ª edição das Jalla

Publicado: 08/08/2018 11h12,Última modificação: 08/08/2018 11h12

A Universidade Federal do Acre (Ufac) realizou a abertura das Jornadas Andinas de Literatura Latino-Americana (Jalla), na noite dessa segunda-feira, 6, no anfiteatro Garibaldi Brasil, com a solenidade inaugural “La Cultura es Roja, y Nadie Puede Quitarle ese Color”, com Lucia Lorenzini, e a conferência “Qué Significa Pensar desde Amerindia?”, de Juan Jose Bautista Segales, da Universidade Nacional Autônoma do México.

O evento se estende até sábado, 11. Em sua 13ª edição, aborda o tema “Éticas e Poéticas dos Mundos Andinos-Amazônicos: Trânsitos de Saberes, Linguagens e Culturas”. Para a coordenadora do congresso, Raquel Ishii, trazer o eixo de difusão acadêmica e científica para o Acre produz impactos na graduação, pós-graduação e na construção de conhecimento científico. “Deslocar a produção de conhecimento mostra que temos as mesmas condições intelectuais, mesmo com todas as dificuldades, de realizar um evento desse porte no Acre”, comentou.

De acordo com o pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, Josimar Batista, a realização das Jalla na Ufac representa uma oportunidade de crescimento para alunos, professores e pesquisadores, através do contato com renomados pesquisadores das mais variadas instituições de ensino do Brasil e da América Latina. “A partir da realização da 65ª Reunião Anual da SBPC [Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência], em 2014, a Ufac despontou como uma instituição forte e capacitada para receber grandes eventos”, lembrou.

O presidente das Jalla-2018, Gerson Albuquerque, explica que o evento acontece em um contexto político instável, de violentos processos de segregação, mortes e sofrimentos aos povos de várias partes do mundo. “O congresso é um convite à partilha, ao encontro, a diálogos, afetos e reflexões”, disse.

O evento conta com 813 inscritos de diversos países; visa promover a troca mútua de ideias e reflexões sobre as literaturas latino-americanas. Durante a semana, serão realizados simpósios temáticos, conferências e comunicações livres, além de exposições de cerâmica, artes plásticas e fotografia.

As Jalla são promovidas pelo programa de pós-graduação em Letras: Linguagem e Identidade, com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e Conselho de Missão entre Povos Indígenas (Comin).

Fonte: www.ufac.br