Seminário PPGLI-UFAC 20 Anos – Inscrições para Participante Simples

Este formulário é para inscrição de participantes no Seminário PPGLI-UFAC 20 Anos, evento aberto a toda a comunidade interessada.

As inscrições são feitas por meio de formulário eletrônico que estará aberto até dia 02/02, às 14h, horário de Rio Branco – AC. O seminário será realizado em três dias, com 4 horas diárias, totalizando 12 horas certificadas.

Para obter o certificado, é necessário participar dos três dias e assinar as listas de presença ao final das atividades.

Link: https://docs.google.com/forms/u/1/d/e/1FAIpQLSdmYL-EIixLQc_sBAv0t0eQbWkUdV4ouqmHvqPRAxR6cy0Ffw/viewform?usp=send_form

EDITAL PPGLI/UFAC Nº 01/2026 – PROCESSO DE SELEÇÃO INTERNA DOS CANDIDATOS AO PROGRAMA INSTITUCIONAL DE DOUTORADO SANDUÍCHE NO EXTERIOR (PDSE) – EDITAL Nº 17/2025

Coletânea “Epistemologias insubordinadas: corpos desviantes e resistências das/nas margens da pesquisa acadêmica”

CHAMADA ABERTA

Ementa: A chamada para publicação de capítulo de livro na obra Epistemologias insubordinadas: corpos desviantes e resistências das/nas margens da pesquisa acadêmica, visa reunir reflexões teórico-metodológicas em diferentes vertentes de pesquisa, alinhavadas com um corpo teórico-crítico que realce os processos de resistências, de singularização, e de um posicionamento crítico epistemológico de enunciação nas e a partir das margens. As (re)existências em devir atravessam essa proposta como a potência do devir minoritário, frente aos poderes dominantes e hegemônicos.  Pretendemos realçar o processo de resistência e insubordinação aos saberes constituídos, tendo como vértice de partida os estudos sobre gênero, os estudos raciais, a abordagem interseccional, e as experiências sobre a condição de ser-sendo e estar no mundo como uma pessoa negra, indígena, quilombola, surda, LGBTQIAPN+, neurodivergente e demais corpos desviantes da normatividade.

Organização: Ana Beatriz Santos dos Anjos, Francisco Aquinei Timóteo Queirós e Queila Batista

Envio dos originais: 01 de junho de 2026.

Devolutiva (caso haja necessidade): 7 de setembro de 2026

Publicação: 14 de dezembro de 2026

Os originais devem ser encaminhados para anabeatrizdossanjos@gmail.com, aquinei@gmail.com e batista.queila@gmail.com

Como Formatar:

  • Em língua portuguesa, inglesa ou espanhola, os textos encaminhados para publicação devem ser digitados em editor de texto Word, fonte Times New Roman, tamanho 12, espaço entrelinhas de 1,5, papel A4, margens superior/inferior 2,5 cm e esquerda/direita 3 cm, podendo ser entre 15 e 30 páginas, incluindo referências ao final do texto.
  • Os capítulos devem constar de, pelo menos, um autor com titulação de Mestrado ou Doutorado, não poderão superar mais de três autores por capítulo e deverão ser assim apresentados:

1.  Título do trabalho, centralizado, na primeira linha da folha inicial e em caixa alta;

2.  Logo abaixo, o(s) nome(s) do(s) autor(es);

3.  A filiação institucional do(s) autor(es) com a respectiva titulação, devem ser inseridas em nota de rodapé;

4.   As citações devem obedecer ao sistema Autor/Data. Somente serão aceitas notas explicativas no seguinte formato: fonte Times New Roman, tamanho10, espaço simples, alinhamento justificado.

As citações com até três linhas devem estar entre aspas e no corpo do trabalho. Com mais de três linhas devem ter adentramento à esquerda de 4 cm, corpo 10, sem adentramento à direita e entrelinhas simples;

5.  Referências bibliográficas, segundo normas da ABNT.  

Realização:

Editora Nepan, do Programa de Pós-graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI)

Universidade Federal do Acre – UFAC

Seminário PPGLI-UFAC 20 Anos

Cartaz do evento comemorativo de 20 anos do PPGLI-UFAC, com programação de defesa de doutorado, cerimônia de abertura, conferência e exposição de pesquisas.

Criado em 2005, com a primeira turma de mestrado iniciada em 2006 e ampliado em 2019, com a entrada da primeira turma do doutorado, o Programa de Pós-Graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI) da Universidade Federal do Acre (UFAC) está há duas décadas atuando na formação de profissionais da educação com significativo impacto na região.

Entre os dias 02 a 04 de fevereiro de 2026, realizaremos um encontro que celebra esse marco de uma trajetória de compromisso com a formação qualificada, pesquisa e transformação social na Amazônia e na Pan-Amazônia.

Participe!

Pesquisas en tránsito: memorias, ciudades y narrativas en todo-mundo

Cartaz do evento 'Pesquisas em Trânsito: memórias, cidades e narrativas em todo-mundo', promovido pelo Grupo de Estudos Cosmopolíticos Andinoamazônicos e outros, com detalhes sobre data, hora e local.

El Grupo de Estudios Cosmopolíticas Andinoamazónicas (GECAA) del Instituto de Estudios Avanzados de la Universidad de Santiago de Chile y el Programa de Posgrado Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI) de la Universidade Federal do Acre (UFAC), invitan a la exposición: “Pesquisas en tránsito: memorias, ciudades y narrativas en todo-mundo”.

Exponen: Poliana de Melo Nogueira (UFAC/CAPES) y Thais Albuquerque Figueiredo (UFAC/CAPES), investigadoras del Grupo de Pesquisa História e cultura, linguagem, identidade e memoria (GPHCLIM) y becarias de Doctorado Sándwich CAPES – UFAC, Brasil.

🗓️ Viernes 23 de enero.
🕓 10:30 hrs (8h30min – Rio Branco/Acre)
🏢 Auditorio del Instituto de Estudios Avanzados (IDEA – USACH).
📍 Dirección: Román Díaz 89, Providencia.

📝 Inscripción para asistencia vía zoom : https://forms.gle/qsRfL71sPgr6mXwx5

Diretrizes CAPES para PPGs em Linguística e Literatura (2025-2028): conheça o Documento de Área

Capa de documento da CAPES sobre Linguística e Literatura, Área 41, com fundo azul e elementos gráficos.

Um Documento de Área, segundo a CAPES, é um guia que direciona a avaliação dos programas de pós-graduação em um determinado campo do conhecimento. Ele inclui diretrizes, critérios, indicadores e requisitos para o período de avaliação, abordando aspectos como a estrutura do programa, o corpo docente, a pesquisa, a produção intelectual, a internacionalização e o impacto social. Dessa forma, o documento funciona como um roteiro para que os programas se adequem às expectativas da CAPES e consigam uma avaliação satisfatória.

O Documento de Área de Linguística e Literatura (2025–2028) foi elaborado sob a coordenação de Área composta, atualmente, pelo Prof. Dr. José Sueli de Magalhães, Coordenador da Área de Linguística e Literatura, Profa. Dra. Solange Fiuza Cardoso Yokozawa, Coordenadora Adjunta de Programas Acadêmicos e Profa. Dra. Luiza Helena Oliveira da Silva, Coordenadora Adjunta de Programas Profissionais. O documento define as diretrizes para avaliação e fortalecimento dos programas de pós-graduação stricto sensu vinculados à Área 41, reforçando o compromisso com a redução das desigualdades regionais, a internacionalização e a inclusão social no campo dos estudos linguísticos e literários.

De acordo com o texto, a Área 41 alcançou expansão significativa nos últimos anos, passando de 66 programas em 2000 para 157 em 2024. Atualmente, apenas o estado do Amapá não possui curso de doutorado na área. O documento destaca ainda a melhoria qualitativa dos programas: na última avaliação quadrienal, houve redução de 35 para 18 os programas com conceito 3, e aumento de 29 para 47 os programas com conceito 5. A Área possui, atualmente, 31 programas de excelência, dos quais 23 são nota 6, e 8, nota 7. Esses programas encontram-se concentrados nas regiões Sudeste e Sul.

Listamos abaixo algumas orientações contidas no Documento da Área de Linguística e Literatura para a avaliação dos programas.

IMPACTO SOCIAL

Segundo o documento, o impacto social da pós-graduação é definido como a geração de externalidades positivas para a sociedade, com ênfase em três eixos: (i) impactos do programa para a sociedade; (ii) inovação, transferência e compartilhamento de conhecimento; (iii) inserção, visibilidade e popularização da ciência. Entre as ações consideradas estão a cooperação com escolas da educação básica, a formação de professores, a produção de materiais didáticos, a participação em comissões de políticas públicas educacionais, a realização de projetos de extensão e divulgação científica, a contribuição com a preservação do patrimônio linguístico, literário e cultural, e o desenvolvimento de tecnologias sociais, softwares, aplicativos e plataformas que promovam a inclusão e a diversidade cultural.

EGRESSOS

O documento também traz orientações sobre a formação de egressos, que deve estar alinhada às demandas sociais contemporâneas, incluindo o uso ético da inteligência artificial e o compromisso com a educação básica. A produção intelectual é avaliada com base em critérios de qualidade, inovação e impacto social, com destaque para produtos bibliográficos e técnicos que dialoguem com a comunidade e promovam a inclusão.

INTERDISCIPLINARIDADE

Outro ponto central é a interdisciplinaridade, considerada intrínseca à área, que abrange estudos linguísticos, literários, de tradução, culturais e aplicados. Há incentivo à criação de redes de cooperação entre programas, especialmente para fortalecer instituições em regiões menos favorecidas, por meio de projetos de cooperação interinstitucional (PCI) e políticas afirmativas.

AUTOAVALIAÇÃO

O documento reforça ainda a importância da autoavaliação contínua dos programas como instrumento de melhoria qualitativa, exigindo a participação de docentes, discentes, técnicos, egressos e sociedade civil.

EQUIDADE, REDUÇÃO DE ASSIMETRIAS E DIVERSIDADE

A Área reconhece que a distribuição dos programas por região já reduziu as antigas assimetrias geográficas, mas alerta que ainda persistem desigualdades qualitativas. Para enfrentá-las, estabelece critérios diferenciados: permite que cursos em áreas ainda desassistidas funcionem com 8 docentes (mestrado) ou 10 (doutorado), desde que apresentem justificativa robusta e metas claras de desenvolvimento local. Incentiva a criação de novos cursos onde há demanda reprimida, desencoraja duplicação de propostas já existentes na mesma região e estimula a cooperação entre programas consolidados e em consolidação por meio de intercâmbio de estudantes e docentes, Projetos de Cooperação Interinstitucional (PCI) e pontuação diferenciada para ações que beneficiem comunidades locais.

Por fim, o documento destaca que os programas da Área devem alinhar-se aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030, especialmente nas áreas de educação de qualidade, redução das desigualdades e valorização da diversidade cultural e linguística.

O documento completo está disponível no site do PPGLI no link: https://posletrasufac.com/area41/

SOBRE A COORDENAÇÃO DE ÁREA

José Sueli de Magalhães

Coordenador da Área de Linguística e Literatura

Professor Titular na Universidade Federal de Uberlândia (UFU), atua nos Cursos de Graduação em Letras e no Programa de Pós-Graduação em Estudos Linguísticos, orientando Mestrado e Doutorado. É Mestre e Doutor em Estudos Linguísticos, com doutorado Sanduíche na Tilburg University. Foi pesquisador visitante na Universidade de Lisboa em 2022 e é Coordenador da Área 41 Linguística e Literatura da DAV/CAPES. Desde 2017, é Delegado da ALFAL e coordena o Projeto 19 (Fonologia: Teoria e Análise). Suas pesquisas focam em Fonologia, Variação Fonológica, Morfofonologia e Ensino..

Solange Fiuza Cardoso Yokozawa

Coordenadora Adjunta de Programas Acadêmicos

Professora titular na Universidade Federal de Goiás desde 2002 e membro do Programa de Pós-Graduação em Letras e Linguística desde 2004. É Consultora Externa do CITCEM (Universidade do Porto). Doutorou-se em Letras (Literatura Brasileira) na UFRGS em 2000, com a tese que originou o livro “A memória lírica de Mario Quintana”. Realizou pós-doutorados em 2015 e de 2021-2022, focando em Cesário Verde, João Cabral de Melo Neto e sua recepção em Portugal. Líder do Grupo Estudos de Poesia Brasileira Moderna e Contemporânea. Sua pesquisa abrange poesia brasileira, diálogos Brasil-Portugal e poetas como João Cabral, Mario Quintana, e outros.

Luiza Helena Oliveira da Silva

Coordenadora Adjunta de Programas Profissionais

Graduada em Letras pelo Centro Universitário de Barra Mansa, mestre e doutora em Letras pela Universidade Federal Fluminense. Realizou pós-doutorado em sociossemiótica no CEVIPOF-CNRS (2013/2014) com bolsa CAPES. É professora associada na Universidade Federal do Norte do Tocantins, atuando em cursos de Licenciatura em Letras, ProfLetras e no PPGLLIT. Tem experiência em Linguística, focando em semiótica discursiva, memória na formação de professores e literatura na ditadura. Integra o grupo de pesquisa SEDI e coordena o GESTO. Membro da Academia de Letras de Araguaína e do grupo de estudos feministas Coletivas Raimundas. 

Muiraquitã: Revista de Letras e Humanidades recebe classificação Qualis A3 na Avaliação da CAPES

Capa da revista 'Muira Quitã' destacando a qualificação A3, com padrões coloridos em verde e laranja sobre um fundo roxo.

A Muiraquitã: Revista de Letras e Humanidades, editada pelo Programa de Pós-Graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI) da Universidade Federal do Acre (UFAC), anuncia sua nova classificação Qualis A3 na Avaliação Quadrienal da CAPES 2021-2024. Anteriormente, a revista contava com o conceito A4.

A Área Mãe do periódico, que permanece na Área 41 – Linguística e Literatura, adotou o QR2 (Qualis Referência 2) para calcular a classificação com base no índice h5 de cada periódico. No total, 1.319 publicações foram avaliadas.

A Muiraquitã, um periódico eletrônico semestral, é de acesso aberto e gratuito, com o objetivo de promover o intercâmbio e a difusão de estudos nas áreas de Linguística, Literatura, Artes e Ciências Humanas e Sociais. Desde sua transição para o formato eletrônico em 2015, a revista passou a ser registrada com o ISSN 2525-5924, substituindo o antigo registro de suporte impresso, 1807-1856.

A revista, mantida por uma instituição federal pública, não cobra taxas para a publicação de contribuições, garantindo a acessibilidade para leitores e autores. Seu foco principal é a difusão de resultados de pesquisas de professores e alunos de graduação e pós-graduação da Amazônia, além de conectar-se com experiências de educadores da educação básica e movimentos sociais da região.

Em chamadas específicas e fluxo contínuo, a Muiraquitã aceita contribuições como artigos, entrevistas, ensaios, traduções e resenhas, que podem ser livres ou vinculadas a dossiês temáticos organizados por pesquisadores da área.

Para mais informações, a revista está disponível em: https://periodicos.ufac.br/index.php/mui/index