Ufac inicia congresso de linguagens e identidades na Amazônia

publicado: 07/11/2019 17h08, última modificação: 07/11/2019 17h09
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A Ufac realizou solenidade de abertura do 13º Congresso de Linguagens e Identidades das/nas Amazônias, na tarde desta quinta-feira, 7, no auditório do Bloco de Mestrados, no campus-sede. O evento, que termina nesta sexta-feira, 8, tem como tema “Palavras Múltiplas e Educação Poética contra Interdições Fascistas” e objetiva promover diálogo e intercâmbio de saberes.

A reitora Guida Aquino destacou avanços do programa de pós-graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI), que conta hoje com avaliação 4, sendo 5 a maior. “Estamos, na Reitoria, em defesa de uma universidade pública, gratuita e de qualidade, pois é aqui que discutimos problemas da sociedade atualmente”, disse. “As pesquisas desenvolvidas no país ocorrem na universidade pública; vamos continuar nessa luta em favor de quem não pode pagar ensino superior.”

O coordenador do PPGLI, Gerson Albuquerque, ressaltou a importância do congresso para pesquisadores da região. “Este ano temos cerca de 500 trabalhos inscritos; é um volume grande de pesquisa e produção acadêmica em diversas instituições que têm a Ufac como espaço de intercâmbio”, comentou. “Isso nos coloca uma responsabilidade de lutar para manter a universidade para que ela continue sendo um espaço sempre aberto; é um momento de consolidação do nosso programa.”

Criado no âmbito do PPGLI da Ufac, o congresso foi proposto inicialmente, por professores e estudantes, no formato de simpósio baseado na Ufac. Hoje é realizado no formato de congresso internacional; ocorreu em Lima, no Peru, em 2018, e tem planos para ser realizado em Porto Maldonado, em 2020, também no Peru, e na Universidade Estadual do Amazonas, em 2021.

“Esse trânsito fortalece, do ponto de vista de ensino, pesquisa e extensão, a região da fronteira trinacional e dá mais visibilidade para o que a Ufac vem fazendo, se consolidando, de fato, como instituição que consegue, nesta parte da Amazônia, capitanear muitas discussões importantes numa parceria muito grande com outras instituições”, concluiu Gerson Albuquerque.

Também participou da mesa de honra a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho. Após a solenidade de abertura, a programação seguiu com a sessão temática “Universidade Pública e Interculturalidade: Embates Cotidianos”. A programação completa pode ser acessada no site do evento.

 

Fonte: ASCOM UFAC

Seminário sobre linguagens e culturas indígenas começa na Ufac

publicado: 05/11/2019 21h09, última modificação: 05/11/2019 21h13
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A Ufac promoveu a solenidade de abertura do 3º Seminário Internacional de Linguagens e Culturas Indígenas, na noite desta segunda-feira, 4, no auditório do Bloco dos Mestrados, no campus-sede. Com o tema “Línguas Ameríndias: Diversidades, Tradições e Memórias”, o evento tem duração de três dias e sua programação ocorre até esta quarta-feira, 6, com minicursos, oficinas, conferências, mesas-redondas e sessões de comunicações orais. O evento é realizado em parceria com o Conselho de Missões entre Povos Indígenas (Comin).

Representando a reitora Guida Aquino, a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho, reafirmou a parceira da Reitoria com o programa de pós-graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI) da Ufac. “Faremos tudo para contribuir com o programa, que é de suma importância e discute questões relevantes.”

Seminário sobre linguagens e culturas

Segundo a presidente da comissão organizadora do seminário, Gabriela Codinhoto, a principal meta é promover um evento transfronteiriço de diálogos e debates. “Agradeço a toda comunidade indígena, razão da existência desse evento e a quem dedicamos todos os trabalhos, na esperança de que suas linguagens, culturas, memórias e tradições sejam cada dia mais respeitadas na academia e fora dela”, disse.

Em sua participação na solenidade de abertura, a coordenadora do Comin Acre Sul, Ana Patrícia Ferreira, leu uma nota de repúdio contra a violência aos povos indígenas e o assassinato do líder indígena Paulo Paulino Guajajara, divulgada pela Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira.

Após a solenidade de abertura, a programação contou com a conferência “Traduções Culturais: Dilemas e Aproximações”, com a professora Marília Facó Soares, do Museu Nacional/Universidade Federal do Rio de Janeiro. Compondo a mesa de honra também estava o professor do PPGLI da Ufac, Gerson Albuquerque.

Confira a galeria de fotos do evento.

Fonte: ASCOM UFAC