XIX JORNADAS ANDINAS DE LITERATURA LATINOAMERICANA DE ESTUDANTES

Cartaz Jalla-E

XIX JORNADAS ANDINAS DE LITERATURA LATINOAMERICANA DE ESTUDANTES

Diversidade latinoamericana: encontros e desencontros, perspectivas para o século XXI

Rio Branco, Campus da Universidade Federal do Acre, Brasil

7 a 9 de outubro de 2020

Convocatória

As Jornadas Andinas de Literatura Latinoamericana (JALLA) nasceram no ano de 1993, na cidade de La Paz, Bolívia, reunindo intelectuais do continente com o objetivo de refletir sobre o papel de sua produção literária, cultural e de suas instituições acadêmicas. Nesse mesmo ano, se organizaram as Jornadas Andinas de Literatura Latinoamericana Estudantis (JALLA-E), como forma de fomentar a participação de estudantes e integrá-los aos debates contemporâneos.

De realização anual, as jornadas estudantis chegam a sua 19ª edição propondo o tema “Diversidade latinoamericana: encontros e desencontros, perspectivas para o século XXI”, e tendo como local sede de seu encontro a Universidade Federal do Acre – UFAC, em Rio Branco, localizada na parte mais ocidental da amazônia brasileira.

A cidade de Rio Branco, que sediou a XIII JALLAs, no ano de 2018, se prepara agora para ser ponto de encontro de estudantes de graduação e pós-graduação de todo o continente, em especial da pan-amazônia e do mundo andino, além de pesquisadores, artistas e ativistas de movimentos sociais interessados em refletir sobre a produção cultural latinoamericana.

CRONOGRAMA

Inscrições com participantes simples (ouvintes): 10/02/2020 a 07/10/2020

Submissão de Proposta de Simpósio Temático: 10/02/2020 a  12/03/2020

Resultado de submissão de Proposta de Simpósio Temático e Envio de Carta de Aceite: 12/03/2020

Submissão de Resumos em Sessão de Comunicação Livre e ST: 19/03/2020 a 18/06/2020

Liberação de Cartas de Aceite em Área do Inscrito: 18/06/2020 a 02/07/2020

Submissão de Artigos Completos para Publicação em Anais: 03/07/2020 a 16/07/2020

XIX JALLA-E: 7 a 9 de outubro de 2020

NORMAS PARA SUBMISSÃO DE PROPOSTAS DE SIMPÓSIOS TEMÁTICOS

​Os resumos das propostas de Simpósios Temáticos (STs) devem conter:

  1. Título
  2. Mínimo de 500 e máximo de 1000 palavras, contendo objetivos e justificativa da proposta com as devidas referências bibliográficas.
  3. De 03 a 05 palavras-chave.

Cada participante poderá submeter até 01 (uma) proposta de ST, que poderá ser coordenado por até dois participantes, preferencialmente vinculados a instituições/regiões distintas, e contar com mínimo de 08 trabalhos/resumos, incluindo os de seus coordenadores. ​

Caberá ao primeiro coordenador submeter a proposta por meio de preenchimento de formulário eletrônico. O segundo coordenador deverá vincular-se ao ST por meio de preenchimento de formulário eletrônico e inserção de código fornecido pelo primeiro coordenador.

As propostas de ST devem estar vinculadas a um dos 10 eixos temáticos descritos abaixo:

  1. História, memória e literaturas
  2. Tradição oral, oralidade e literaturas orais
  3. Estudos de Linguagem na América Latina
  4. Representação, discursos e identidades
  5. Cidades, natureza e problemática ambiental na América Latina
  6. Estudos Culturais, pós-coloniais e decoloniais
  7. Línguas e literaturas indígenas nas Amazônias
  8. Questões negras e indígenas nas Amazônias
  9. Ensino, práticas de educação e experiências de sala de aula
  10. Letramentos e Tecnologias da Informação e da Comunicação

NORMAS PARA SUBMISSÃO DE RESUMOS  EM SESSÕES DE COMUNICAÇÕES LIVRES E EM SIMPÓSIOS TEMÁTICOS

 

Os interessados poderão submeter até 02 (dois) trabalhos, seja em Sessão de Comunicação Livre, seja em Simpósio Temático. Não serão permitidos mais de 02 (dois) autores por comunicação oral. Não será permitida a leitura/apresentação dos trabalhos por terceiros.

Os resumos submetidos deverão observar os seguintes elementos:

 

  1. Possuir de 150 a 500 palavras.
  2. Conter objetivo(s), referencial teórico, procedimentos metodológicos e conclusão.
  3. Mínimo de três e máximo de cinco palavras-chave.
  4. Não possuir parágrafos, subtítulos ou citações diretas.

 

Os resumos inscritos em Sessões de Comunicações Livres deverão ser inseridos em um dos eixos temáticos abaixo:

 

  1. História, memória e literaturas
  2. Tradição oral, oralidade e literaturas orais
  3. Estudos de Linguagem na América Latina
  4. Representação, discursos e identidades
  5. Cidades, natureza e problemática ambiental na América Latina
  6. Estudos Culturais, pós-coloniais e decoloniais
  7. Línguas e literaturas indígenas nas Amazônias
  8. Questões negras e indígenas nas Amazônias
  9. Ensino, práticas de educação e experiências de sala de aula
  10. Letramentos e Tecnologias da Informação e da Comunicação

 

A avaliação considerará os seguintes elementos:

01 – Clareza do(s) objetivo(s)

02 – Coesão

03 – Coerência

04 – Referencial teórico-metodológico

05 – Conclusão

 

VALORES DAS INSCRIÇÕES EM REAIS/DÓLARES

Professor(a) Universitário(a): R$ 100,00/U$24,00

Estudante de pós-graduação: R$50,00/U$12,00

Professor(a) da Educação Básica: R$50,00/U$12,00

Estudante de graduação: R$25,00/U$6,00

Estudante de Educação Básica: Gratuito

Ouvintes com direito a certificado:            R$15,00/U$4,00

 

https://www.jallae.org/

Dúvidas ou outras informações: jallaestudantil@gmail.com

Comissão de Organização 2020

Após manifestação das entidades científicas, MEC revoga portaria 2.227

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020

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O Ministério da Educação publicou no Diário Oficial da União uma nova portaria sobre deslocamentos de pesquisadores, sem a restrição de número de representantes por instituição. Na última quinta-feira, a assessoria do MEC havia informado que estava revendo as regras da portaria 2.227, em atendimento à solicitação dos pesquisadores, professores e reitores das universidades e institutos federais

O Ministério da Educação (MEC) publicou no Diário Oficial da União nessa quinta-feira, 6 de fevereiro, uma nova portaria sobre os procedimentos relativos ao afastamento da sede e do País e à concessão de diárias e à emissão de passagens, nacionais e internacionais, realizadas no interesse da Administração Pública. A Portaria 204/2020 revoga a anterior, a Portaria 2.227, publicada no dia 31 de dezembro de 2019, que, entre outras medidas, restringia o número de pesquisadores que poderiam receber financiamento para participação em eventos nacionais e internacionais.

Na prática, a nova portaria traz poucas mudanças em relação à anterior, mas o artigo 55, que provocou imensa preocupação na comunidade científica foi suprimido. O tal artigo restringia a participação de servidores em feiras, fóruns, seminários, congressos, simpósios, grupos de trabalho e outros eventos a, no máximo, dois representantes para eventos no País e apenas um representante para eventos internacionais, por unidade, órgão singular ou entidade vinculada. O texto abria uma exceção, mediante “autorização prévia e expressa do Secretário Executivo”.

A Academia Brasileira de Ciências (ABC) e a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) enviaram no dia 23 de janeiro uma carta ao ministro da Educação, Abraham Weintraub, solicitando revisão urgente da Portaria, especificamente do artigo 55. Segundo as entidades, tal restrição inviabilizaria reuniões das entidades científicas, dificultaria a participação de jovens pesquisadores em congressos científicos – o que contribuirá para o empobrecimento da formação dessa nova geração de cientistas -, além de acarretar risco iminente a missões bilaterais e colaborações internacionais. O manifesto foi endossado por 68 entidades de todo o País.

A manifestação dos cientistas contra a medida ganhou apoio da imprensa nacional, que fez diversas coberturas sobre os impactos negativos de tal restrição para ciência brasileira.

Dias depois, em 29 de janeiro, a assessoria de comunicação do MEC divulgou uma nota na qual informava que a portaria estava sendo revisada e analisada “para possíveis modificações, em atendimento à solicitação de pesquisadores, professores e reitores das universidades e institutos federais.”

Deputados também se sensibilizaram e apresentaram três Propostas de Decreto Legislativo (PDL) para sustar os efeitos da portaria 2.227. As propostas (PDL 1/2020PDL 6/2020; e PDL 11/2020) foram apresentadas à Câmara dos Deputados na segunda-feira, 3 de janeiro, dia de abertura dos trabalhos legislativos de 2020, pelos deputados Alessandro Molon (PSB-RJ), Margarida Salomão (PT-MG) e Ivan Valente (PSOL-SP).

“É importante que a Portaria 2.227 tenha sido revogada porque geraria uma situação muito grave para a ciência brasileira. Destacamos que isto ocorreu em função da manifestação firme da comunidade científica e acadêmica brasileira, que envolveu cerca de 70 entidades científicas. Isto motivou também projetos de decreto legislativos (PDL) feitos por três deputados para a sustação desta portaria. Estamos analisando agora a nova portaria, juntamente com as universidades, para verificarmos se está adequada e em acordo com a autonomia universitária”, declara o presidente da SBPC, Ildeu de Castro Moreira.

Para o presidente da ABC, Luiz Davidovich, a publicação dessa nova portaria (204) mostra a importância das manifestações da comunidade científica. “A carta da ABC e da SBPC, que recebeu apoio de dezenas de entidades, teve um papel importante nessa modificação. Tivemos um progresso, mas temos que ficar atentos para evitar medidas como aquela, que causam inseguranças muito grandes. A comunidade científica precisa mostrar a importância da ciência para o desenvolvimento do Brasil.”

Daniela Klebis – Jornal da Ciência

Nota de Repúdio à inviabilização da participação docente em eventos científicos

logotipo_anpoll_plano-11Como docentes e integrantes das associações subscritoras, tornamos público o nosso compromisso na defesa da autonomia e qualidade da pesquisa desenvolvida pelas instituições universitárias no Brasil e, por isso, nos unimos em repúdio contra a Portaria 2.227, emitida pelo MEC em 31 de dezembro de 2019 e publicada no Diário Oficial da União em 2 de janeiro de 2020.

O referido documento tem por objeto a inviabilização da participação docente em eventos científicos, sob o argumento de que competiria ao Ministério da Educação a autorização para “deslocamento dentro do território nacional” (art. 7º) e de que este somente seria autorizado quando houvesse comprovação de “pertinência do afastamento [docente] com os interesses do Ministério da Educação” (art. 7º, parágrafo primeiro). Também determina que a participação de docentes “em feiras, fóruns, seminários, congressos, simpósios, grupos de trabalho e outros eventos será de, no máximo, dois representantes para eventos no país e um representante para eventos no exterior, por unidade, órgão singular ou entidade vinculada” (art. 55), mesmo quando não haja concessão de nenhum tipo de ajuda de custo, diárias ou passagens.

Confira nota completa aqui: NOTA DE REPÚDIO