Léxico da Obra ‘Terra Caída’ é analisado em dissertação defendida no PPGLI

WhatsApp Image 2019-05-24 at 18.29.33 (1).jpeg
2019 – Defesa de dissertação de Darlan Machado Dorneles

Ocorreu na tarde de hoje, 24, a defesa pública de dissertação do mestrando Darlan Machado Dorneles, intitulada “O léxico da Obra ‘Terra Caída’, de José Potyguara: traços de regionalismo e de linguagem popular”.

Participaram da Banca Examinadora a Profa. Dra. Lindinalva Messias do N.Chaves –Orientadora (UFAC), o Prof. Dr. Márcio Araújo de Melo – Examinador Externo (UFT) e o Prof. Dr. Shelton Lima de Souza– Examinador Interno (UFAC).

Dissertação defendida no PPGLI aborda obra “No tempo frágil das horas”, de Luzilá Gonçalves Ferreira

IMG-20190524-WA0013
2019 – Defessa de dissertação de Larícia Pinheiro Silva Ramos

Ocorreu na manhã de hoje, 24, a defesa pública da dissertação da mestranda Larícia Pinheiro Silva Ramos, intitulada “Romance histórico contemporâneo: o perfil feminino na obra No tempo frágil das horas (2003), de Luzilá Gonçalves Ferreira”.

Participaram da Banca Examinadora a Profa. Dra.Francielle Maria Modesto Mendes – Orientadora (UFAC), a Profa. Dra. Gabriela Maria de Oliveira Codinhoto –Examinadora Interna (UFAC) e a Profa. Dra. Aline Suelen Santos – Examinadora Externa (UFAC).

Este slideshow necessita de JavaScript.

Uso de tecnologias digitais é tema de dissertação defendida no PPGLI

IMG_7024
2019 – Defesa de dissertação de Aline Kieling Juliano Honorato Santos

Ocorreu ontem, 23, a defesa pública da dissertação da mestranda Aline Kieling Juliano Honorato Santos, intituladaProjeto político curricular de Letras Inglês da UFAC e a Base Nacional Comum Curricular: possíveis conexões dialógicas para o uso das tecnologias digitais”.

Este slideshow necessita de JavaScript.

Participaram da Banca Examinadora a Profa. Dra.Paula Tatiana da Silva Antunes –Orientadora (UFAC), o Prof. Dr. Adolfo Tanzi Neto – Examinador Externo (UFRJ) e o Prof. Dr. Shelton Lima de Souza– Examinador Interno (UFAC)

 

Prorrogação de data de envio de artigos – Revista Muiraquitã

Muiraquitã head bannerA chamada para o Dossiê “Línguas e literaturas indígenas: narrativas, práticas de bilinguismo e situações de conflitos linguísticos” da Muiraquitã – Revista de Letras e Humanidades do Programa de Pós-graduação em Letras: Linguagem e Identidade da Universidade Federal do Acre foi prorrogada até o dia 15/06/2019. Os artigos, ensaios, entrevistas ou resenhas deverão ser submetidos ao sistema eletrônico da revista no link: http://revistas.ufac.br/revista/index.php/mui/index

Abaixo, segue-se a ementa do dossiê, sob coordenação e responsabilidade do Prof. Dr. Shelton Lima de Souza (UFAC/PPGLI/Laboratório de Interculturalidade):

Ementa: Para transitar em diferentes ambientes no Brasil e terem suas necessidades atendidas, indígenas e outros grupos sociais não-falantes de português como língua materna, entre eles surdos e imigrantes, se veem obrigados a ter de aprender a língua portuguesa, consubstanciando-se em um tipo de bilinguismo classificado como compulsório (MAHER, 2007, p. 68). Segundo esta autora, para os não-indígenas, ser bilíngue é uma opção; pode-se escolher se quer ser monolíngue em português ou aprender outras línguas, a depender, evidentemente, das características sociais, nas quais os indivíduos estejam envoltos; contudo, para os povos indígenas, o bilinguismo é imposto, mostrando a relação desigual existente entre línguas minoritárias e o português. Os indígenas, a partir de uma realidade social com a qual tem de lidar todos os dias, tiveram contato com as variedades orais do português desde a tenra idade. O contato línguas indígenas-português, permeado por conflitos de diversas naturezas, mostra a diversidade resultante das práticas linguísticas e acena para um cenário linguístico plurilíngue no Brasil. Tendo em vista este contexto de diferentes realidades linguísticas, em que narrativas indígenas e suas produções literárias estão em contato direto com a produção linguística em português, permeado por relações desiguais de poder e de conflitos intensos, convidamos autoras e autores para contribuir, por meio de artigos, resenhas, ensaios, com a temática em questão.

Os artigos, ensaios, entrevistas ou resenhas deverão ser submetidos pelo sistema eletrônico da revista, pelo link

http://revistas.ufac.br/revista/index.php/mui/index

As diretrizes para autores e outras informações adicionais podem ser acessadas pelo link:

http://revistas.ufac.br/revista/index.php/mui/about/submissions#authorGuidelines

Acesso aos volumes anteriores:

http://revistas.ufac.br/revista/index.php/mui/issue/archive

Mesa-redonda discute educação pública na atualidade

Publicado: 30/04/2019 16h50,Última modificação: 30/04/2019 16h50

Os programas de pós-graduação em Educação e em Letras: Linguagem e Identidade, da Ufac, promoveram o debate “Desafios e Perspectivas para Educação Pública e Democrática nos Tempos Atuais”, na sexta-feira, 26, às 15h30, no auditório da Adufac.

O evento reuniu professores, egressos, alunos e coordenadores para uma reflexão sobre a atual conjuntura político-educacional do país, com os convidados Valdemar Sguissardi (Universidade Federal do São Carlos), Lucíola Santos (Universidade Federal de Minas Gerais) e Bruno Pucci (Universidade Metodista de Piracicaba).

A democratização do acesso ao ensino superior no Brasil vive um momento de reconfiguração. “É um momento de refletir, de construir uma resistência, mas a partir de propostas e perspectivas”, disse a coordenadora do mestrado em Educação da Ufac, Lúcia Fátima Melo. “O atual governo se apresenta liberal na economia e conservador nos valores; ameaça a educação básica e superior, projeta a militarização das escolas, promove o ensino domiciliar e combate a ideologia de gênero.”

Para o coordenador do programa de pós-graduação em Letras: Linguagem e Identidade, Gerson Albuquerque, o momento é importante para que muitos dos intelectuais que abdicaram da prerrogativa da reflexão crítica retomem esse caminho. “Pensar, lutar pela retomada da educação pública, pelo espaço público e por uma sociedade mais democrática e igualitária”, ressaltou. “A universidade pública é da sociedade, então devemos pensar para a sociedade e com a sociedade.”

(Gabriel Freire, estagiário Ascom/Ufac)

Fonte: Ufac