El Grupo de Estudios Cosmopolíticas Andinoamazónicas (GECAA) del Instituto de Estudios Avanzados de la Universidad de Santiago de Chile y el Programa de Posgrado Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI) de la Universidade Federal do Acre (UFAC), invitan a la exposición: “Pesquisas en tránsito: memorias, ciudades y narrativas en todo-mundo”.
Exponen: Poliana de Melo Nogueira (UFAC/CAPES) y Thais Albuquerque Figueiredo (UFAC/CAPES), investigadoras del Grupo de Pesquisa História e cultura, linguagem, identidade e memoria (GPHCLIM) y becarias de Doctorado Sándwich CAPES – UFAC, Brasil.
🗓️ Viernes 23 de enero. 🕓 10:30 hrs (8h30min – Rio Branco/Acre) 🏢 Auditorio del Instituto de Estudios Avanzados (IDEA – USACH). 📍 Dirección: Román Díaz 89, Providencia.
Um Documento de Área, segundo a CAPES, é um guia que direciona a avaliação dos programas de pós-graduação em um determinado campo do conhecimento. Ele inclui diretrizes, critérios, indicadores e requisitos para o período de avaliação, abordando aspectos como a estrutura do programa, o corpo docente, a pesquisa, a produção intelectual, a internacionalização e o impacto social. Dessa forma, o documento funciona como um roteiro para que os programas se adequem às expectativas da CAPES e consigam uma avaliação satisfatória.
O Documento de Área de Linguística e Literatura (2025–2028) foi elaborado sob a coordenação de Área composta, atualmente, pelo Prof. Dr. José Sueli de Magalhães, Coordenador da Área de Linguística e Literatura, Profa. Dra. Solange Fiuza Cardoso Yokozawa, Coordenadora Adjunta de Programas Acadêmicos e Profa. Dra. Luiza Helena Oliveira da Silva, Coordenadora Adjunta de Programas Profissionais. O documento define as diretrizes para avaliação e fortalecimento dos programas de pós-graduação stricto sensu vinculados à Área 41, reforçando o compromisso com a redução das desigualdades regionais, a internacionalização e a inclusão social no campo dos estudos linguísticos e literários.
De acordo com o texto, a Área 41 alcançou expansão significativa nos últimos anos, passando de 66 programas em 2000 para 157 em 2024. Atualmente, apenas o estado do Amapá não possui curso de doutorado na área. O documento destaca ainda a melhoria qualitativa dos programas: na última avaliação quadrienal, houve redução de 35 para 18 os programas com conceito 3, e aumento de 29 para 47 os programas com conceito 5. A Área possui, atualmente, 31 programas de excelência, dos quais 23 são nota 6, e 8, nota 7. Esses programas encontram-se concentrados nas regiões Sudeste e Sul.
Listamos abaixo algumas orientações contidas no Documento da Área de Linguística e Literatura para a avaliação dos programas.
IMPACTO SOCIAL
Segundo o documento, o impacto social da pós-graduação é definido como a geração de externalidades positivas para a sociedade, com ênfase em três eixos: (i) impactos do programa para a sociedade; (ii) inovação, transferência e compartilhamento de conhecimento; (iii) inserção, visibilidade e popularização da ciência. Entre as ações consideradas estão a cooperação com escolas da educação básica, a formação de professores, a produção de materiais didáticos, a participação em comissões de políticas públicas educacionais, a realização de projetos de extensão e divulgação científica, a contribuição com a preservação do patrimônio linguístico, literário e cultural, e o desenvolvimento de tecnologias sociais, softwares, aplicativos e plataformas que promovam a inclusão e a diversidade cultural.
EGRESSOS
O documento também traz orientações sobre a formação de egressos, que deve estar alinhada às demandas sociais contemporâneas, incluindo o uso ético da inteligência artificial e o compromisso com a educação básica. A produção intelectual é avaliada com base em critérios de qualidade, inovação e impacto social, com destaque para produtos bibliográficos e técnicos que dialoguem com a comunidade e promovam a inclusão.
INTERDISCIPLINARIDADE
Outro ponto central é a interdisciplinaridade, considerada intrínseca à área, que abrange estudos linguísticos, literários, de tradução, culturais e aplicados. Há incentivo à criação de redes de cooperação entre programas, especialmente para fortalecer instituições em regiões menos favorecidas, por meio de projetos de cooperação interinstitucional (PCI) e políticas afirmativas.
AUTOAVALIAÇÃO
O documento reforça ainda a importância da autoavaliação contínua dos programas como instrumento de melhoria qualitativa, exigindo a participação de docentes, discentes, técnicos, egressos e sociedade civil.
EQUIDADE, REDUÇÃO DE ASSIMETRIAS E DIVERSIDADE
A Área reconhece que a distribuição dos programas por região já reduziu as antigas assimetrias geográficas, mas alerta que ainda persistem desigualdades qualitativas. Para enfrentá-las, estabelece critérios diferenciados: permite que cursos em áreas ainda desassistidas funcionem com 8 docentes (mestrado) ou 10 (doutorado), desde que apresentem justificativa robusta e metas claras de desenvolvimento local. Incentiva a criação de novos cursos onde há demanda reprimida, desencoraja duplicação de propostas já existentes na mesma região e estimula a cooperação entre programas consolidados e em consolidação por meio de intercâmbio de estudantes e docentes, Projetos de Cooperação Interinstitucional (PCI) e pontuação diferenciada para ações que beneficiem comunidades locais.
Por fim, o documento destaca que os programas da Área devem alinhar-se aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030, especialmente nas áreas de educação de qualidade, redução das desigualdades e valorização da diversidade cultural e linguística.
Professor Titular na Universidade Federal de Uberlândia (UFU), atua nos Cursos de Graduação em Letras e no Programa de Pós-Graduação em Estudos Linguísticos, orientando Mestrado e Doutorado. É Mestre e Doutor em Estudos Linguísticos, com doutorado Sanduíche na Tilburg University. Foi pesquisador visitante na Universidade de Lisboa em 2022 e é Coordenador da Área 41 Linguística e Literatura da DAV/CAPES. Desde 2017, é Delegado da ALFAL e coordena o Projeto 19 (Fonologia: Teoria e Análise). Suas pesquisas focam em Fonologia, Variação Fonológica, Morfofonologia e Ensino..
Solange Fiuza Cardoso Yokozawa
Coordenadora Adjunta de Programas Acadêmicos
Professora titular na Universidade Federal de Goiás desde 2002 e membro do Programa de Pós-Graduação em Letras e Linguística desde 2004. É Consultora Externa do CITCEM (Universidade do Porto). Doutorou-se em Letras (Literatura Brasileira) na UFRGS em 2000, com a tese que originou o livro “A memória lírica de Mario Quintana”. Realizou pós-doutorados em 2015 e de 2021-2022, focando em Cesário Verde, João Cabral de Melo Neto e sua recepção em Portugal. Líder do Grupo Estudos de Poesia Brasileira Moderna e Contemporânea. Sua pesquisa abrange poesia brasileira, diálogos Brasil-Portugal e poetas como João Cabral, Mario Quintana, e outros.
Luiza Helena Oliveira da Silva
Coordenadora Adjunta de Programas Profissionais
Graduada em Letras pelo Centro Universitário de Barra Mansa, mestre e doutora em Letras pela Universidade Federal Fluminense. Realizou pós-doutorado em sociossemiótica no CEVIPOF-CNRS (2013/2014) com bolsa CAPES. É professora associada na Universidade Federal do Norte do Tocantins, atuando em cursos de Licenciatura em Letras, ProfLetras e no PPGLLIT. Tem experiência em Linguística, focando em semiótica discursiva, memória na formação de professores e literatura na ditadura. Integra o grupo de pesquisa SEDI e coordena o GESTO. Membro da Academia de Letras de Araguaína e do grupo de estudos feministas Coletivas Raimundas.
A Muiraquitã: Revista de Letras e Humanidades, editada pelo Programa de Pós-Graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI) da Universidade Federal do Acre (UFAC), anuncia sua nova classificação Qualis A3 na Avaliação Quadrienal da CAPES 2021-2024. Anteriormente, a revista contava com o conceito A4.
A Área Mãe do periódico, que permanece na Área 41 – Linguística e Literatura, adotou o QR2 (Qualis Referência 2) para calcular a classificação com base no índice h5 de cada periódico. No total, 1.319 publicações foram avaliadas.
A Muiraquitã, um periódico eletrônico semestral, é de acesso aberto e gratuito, com o objetivo de promover o intercâmbio e a difusão de estudos nas áreas de Linguística, Literatura, Artes e Ciências Humanas e Sociais. Desde sua transição para o formato eletrônico em 2015, a revista passou a ser registrada com o ISSN 2525-5924, substituindo o antigo registro de suporte impresso, 1807-1856.
A revista, mantida por uma instituição federal pública, não cobra taxas para a publicação de contribuições, garantindo a acessibilidade para leitores e autores. Seu foco principal é a difusão de resultados de pesquisas de professores e alunos de graduação e pós-graduação da Amazônia, além de conectar-se com experiências de educadores da educação básica e movimentos sociais da região.
Em chamadas específicas e fluxo contínuo, a Muiraquitã aceita contribuições como artigos, entrevistas, ensaios, traduções e resenhas, que podem ser livres ou vinculadas a dossiês temáticos organizados por pesquisadores da área.
O Quadriênio Capes é uma avaliação dos programas de pós-graduação stricto sensu no Brasil, que mede a qualidade dos cursos de Mestrado e Doutorado. Em conformidade com a Portaria Capes nº 122, de 5 de agosto de 2021, a avaliação é dividida em três etapas.
Na primeira, a classificação em uma escala de 1 a 5 determina o reconhecimento e o apoio financeiro dos programas. As notas obtidas influenciam diretamente o credenciamento dos cursos e a distribuição de bolsas, sendo que notas 1 e 2 podem levar ao descredenciamento.
Na segunda etapa, a elegibilidade dos programas nota 5 é verificada para a possibilidade de alcançar notas 6 ou 7, considerando-se os seguintes critérios:
Ter doutorado em atividade nos dois últimos quadriênios.
Para Nota 6: atingir o conceito “Muito Bom” em todos os três quesitos, podendo ter até dois conceitos “Bom” nos itens de cada quesito.
Para Nota 7: alcançar o conceito “Muito Bom” em todos os três quesitos e em todos os itens de cada quesito.
Na terceira etapa 3, verifica-se a qualidade do programa nota 5 com base nos seguintes critérios: No quesito FORMAÇÃO: excelência em formação e produção intelectual da área. No quesito IMPACTO SOCIAL: impacto de excelência, liderança nacional e atuação internacional comprovada (cooperação, publicações, mobilidade, cotutela, etc.).
É importante salientar que, para alcançar a Nota 5, um Programa de Pós-Graduação deve ser avaliado como “Muito Bom” nos seguintes quesitos: PROGRAMA: estrutura, corpo docente, planejamento e processos de avaliação. FORMAÇÃO: formação de recursos humanos e produção de conhecimento. IMPACTO SOCIAL: geração de impacto social, econômico, cultural e de internacionalização.
Assim como na avaliação anterior, o Programa de Pós-Graduação em Letras da UFAC (PPGLI) obteve o conceito “Muito Bom” em todos os quesitos avaliativos, assegurando a manutenção da nota máxima 5 na primeira etapa da Avaliação Quadrienal.
Com o curso de doutorado iniciado na segunda metade da quadrienal passada, em 2019, o PPGLI ainda não atende aos critérios de elegibilidade definidos na segunda etapa avaliativa – ter doutorado em atividade nos dois últimos quadriênios -, embora tenha obtido conceito máximo nos quesitos formação e impacto social.
Para o Coordenador do Programa, Prof. Gerson Albuquerque, a manutenção da nota 5 é um reflexo da qualidade do trabalho realizado de maneira contínua e ampliada. “Nos mantivemos no topo da escala da primeira etapa da avaliação, o que traduz o empenho e a dedicação constantes de docentes, discentes e técnicos-administrativos. Esses profissionais têm trabalhado incansavelmente, em colaboração mútua, para fortalecer e aprimorar a pós-graduação na Ufac e na Amazônia Sul-Ocidental. Essa conquista não é apenas um reconhecimento do trabalho feito, mas também um testemunho do compromisso coletivo em promover a excelência acadêmica e contribuir com a promoção da educação pública, gratuita e de qualidade no país”, comentou Albuquerque.
O Prof. Gerson também destaca a importância do tempo de atividade, um critério essencial que, ao ser atendido, permitirá ao PPGLI pleitear a nota 6. “Na próxima quadrienal, já poderemos atender a esse critério, que é fundamental para atingirmos a nota 6. Vamos usar esse impulso para ampliar nossas ações de internacionalização, entendendo a vocação do programa de se internacionalizar interiorizando-se nos mundos amazônicos, ampliando a inserção e o impacto sociais e fortalecendo as parcerias Sul-Sul, como temos feito ao longo dos anos”, concluiu.
O corpo docente do PPGLI da UFAC, com uma ampla e sólida formação na área de Linguística e Literatura, aliada a uma diversidade de outras áreas das Ciências Humanas , apresenta um perfil robusto e dinâmico, com uma configuração que tem favorecido a formação de pesquisadoras e pesquisadores a partir de uma visão crítica e integrada, capacitando-as(os) para enfrentar os desafios contemporâneos no ensino, na pesquisa, na extensão, em diferentes campos da atuação profissional no âmbito da Amazônia Sul-Ocidental. A integração interdisciplinar é essencial para que discentes de mestrado e doutorado apreendam as complexas relações e possibilidades de investigação que se estabelecem a partir da área de concentração em linguagem e cultura, norteadora da formação no Programa.
Distribuição por Área de Formação:
Linguística e Literatura: 14 docentes
História: 3 docentes
Comunicação: 1 docente
Composição Musical: 1 docente
Sociedade, Cultura e Fronteiras: 1 docente
Geografia Humana: 1 docente
Predominância em Linguística e Literatura: A maioria dos docentes possui formação em Linguística e Literatura. A ênfase na referida área busca manter a base da formação do Programa e sua capacidade de nucleação e inserção social.
Interdisciplinaridade: A presença de docentes de áreas como História, Comunicação, Composição Musical e Sociedade, Cultura e Fronteiras enriquece o perfil do programa, permitindo uma abordagem interdisciplinar, essencial para a formação de uma visão crítica e abrangente sobre a linguagem e suas relações sociais, culturais e históricas em contextos amazônicos e pan-amazônicos.
Criado em 2005, com a primeira turma de mestrado iniciada em 2006 e ampliado em 2019, com a entrada da primeira turma do doutorado, o Programa de Pós-Graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI) da Universidade Federal do Acre (UFAC) completará 20 anos de atuação, no ano de 2026, com um total de 330 profissionais titulados.
A inserção social dos egressos tem evidenciando o significativo impacto que a formação do PPGLI tem gerado na região. Dados levantados a partir do banco de dissertações e teses mostram que 41% dos formados atuam na UFAC e no Instituto Federal do Acre (IFAC), consolidando o programa como um importante espaço de qualificação de profissionais da educação da região na área de Linguística e Literatura. Uma parte significativa também exerce impacto na educação básica, com 39,4% dos egressos do PPGLI contribuindo nesse setor.
“Ao observarmos a trajetória do PPGLI, notamos que ele não apenas formou pesquisadores, mas também consolidou um corpo docente local apto a responder aos desafios linguísticos e culturais da Amazônia Sul-Ocidental”, destaca o coordenador do programa, professor Gerson Albuquerque. “São profissionais que estão em salas de aula, em núcleos de pesquisa, em projetos de extensão e contribuindo com políticas públicas de educação”, comentou o coordenador.
Ao longo desses 20 anos, o PPGLI tem demonstrado sua relevância na formação de seus próprios quadros, sendo que 25% de seus egressos atuam como docentes e 7% como técnicos-administrativos da instituição.
“Completar 20 anos figurando como um dos Programas de Pós-Graduação da região Norte mais bem avaliados pela Capes e com ampla inserção nacional e internacional implica em reconhecer que o PPGLI tem cumprido seu papel na formação de pesquisadoras e pesquisadores de alto nível. Isso é motivo de orgulho para a Ufac e resulta do trabalho diligente e engajado de nossa atual comunidade acadêmica e de todas as pessoas que já passaram pelo Programa, na condição de docentes, discentes, técnicos e gestores”, finalizou Gerson Albuquerque.
Entre os dias 02 e 05 de dezembro, ocorreu o V Encontro do Grupo de Estudos Literários e Linguísticos da Região Norte (V GELLNORTE), sediado na Universidade Federal do Pará, no campus Guamá, em Belém. O grupo é formado por programas de pós-graduação da área de Letras de toda a região norte do Brasil, com a iniciativa de fortalecer a pesquisa produzida na região. A primeira edição do evento foi realizada na Ufac, promovida pelo PPGLI da UFAC, em 2017. Este encontro tem se consolidado como uma oportunidade não apenas para compartilhar pesquisas, mas também para fomentar um amplo debate sobre as políticas relacionadas à produção do conhecimento científico desenvolvido pelos programas de pós-graduação.
O Programa de Pós-Graduação em Letras: Linguagem e Identidade da Universidade Federal do Acre, representado pela Profa. Dra. Raquel Ishii, participou da mesa redonda inaugural do evento, cujo tema foi “Panorama da Área de Linguística e Literatura no Norte do Brasil”. O debate destacou a importância das políticas estabelecidas pela coordenadoria de área da CAPES, bem como pelos próprios programas da região, que têm contribuído significativamente para a elevação da qualidade da pós-graduação na Amazônia
Com a eleição da nova diretoria do Gellnorte, a realização do próximo encontro será em Porto Velho – Rondônia, em 2027.
Diversos pesquisadores do PPGLI da UFAC compareceram ao evento, entre mestrandos, doutorandos e docentes do programa, em uma delegação de 20 membros. As comunicações orais de pesquisa apresentadas pela delegação do programa no evento foram:
Título
Autor(es)
Tecendo Cidades com o Corpo: Arte, Infância e Performance na Amazônia acreana
Juliana Feitosa Albuquerque (PPGLI-Ufac)
A invenção do caboclo em Beiradão, de Álvaro Maia
Alan de Souza Prazeres (PPGLI-Ufac)
Para além do partejar: relatos orais de parteiras do povo Nukini
Karolaine da Silva Oliveira (PPGLI-Ufac)
Narrativas de anciãos: as possíveis representações de uma Amazônia Makuxi
Jucelino Rodrigues Viriato e Maria Cristina Lobregat (PPGLI-Ufac)
A atuação de uma parteira nas áreas de floresta: falando de literatura das margens do/no contexto latino-americano
Cássia Silva dos Santos (PPGLI-Ufac)
Por uma Estética Layk’a: as Poéticas de Arguedas e Churata
Matheus Silva dos Santos e Suerda Mara Monteiro Vital (PPG-LELEHA-USP e PPGLI-Ufac)
O perigo como tinta de Benjamim Sanches em suas precipitações escriturárias do outro e dos outros
Suerda Mara Monteiro Vital e Matheus Silva dos Santos (PPGLI-Ufac e PPG-LELEHA-USP)
Narrativas cartográficas e teatro de legitimidades na produção do espaço: o mapa “El gran Rio Marañon, o Amazonas” de Samuel Fritz (1707)
Raquel Alves Ishii (PPGLI-Ufac – CAPES)
Fotopinturas em narrativas familiares
Francisca Janaina Silva de Souza (PPGLI-Ufac)
Representações amazônicas nas capas da série de quadrinhos Death Hunt
Anyelle Samy Costa de Oliveira (PPGLI-Ufac)
“Cartas d’um desterrado”: denúncias públicas, identidades ocultas na Amazônia – Jornal do Commercio (1905)
Francisco Bento da Silva (PPGLI-Ufac)
Nem Legal, Nem Ilegal – Livre: Memória, Discurso e Espectro Livre em Narrativas Sobre a Rádio Livre Filha da Muda
Joaquim Damasio Calixto Neto (PPGLI-Ufac)
O Axé que Alimenta: Oralidade, Memória e Rituais Alimentares em terreiros de Umbanda na cidade de Rio Branco – AC
Káren Martins Tomás (PPGLI-Ufac)
“Raspar, lavar e ceivar”: processo de transformação da macaxeira em goma de tapioca no Assentamento Walter Acer em Bujari-AC
Joely Coelho Santiago (PPGLI-Ufac)
Corpo-Território indígena: a palavra como retomada
Clécio Ferreira Nunes (Muru Huni Kuin) e Amilton José Freire de Queiroz (PPGLI-Ufac)
As produções de diálogos interculturais sobre as vivências Noke Koin (Katukina-Pano): sentidos, identidades e existências
Shelton Lima de Souza (PPGLI-Ufac)
As intersecções entre literatura e escrevivência: a linguagem como refúgio e rebeldia
Antonio Marcelo Tavares Birimba (PPGLI-Ufac)
Observações sobre devoção, fé e cultura popular na floresta amazônica a partir da Festa de São Sebastião, em Xapuri-Acre