Professores e alunos da Ufac apresentam trabalhos no JALLA 2016 em La Paz

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Mais de vinte professores e alunos da Universidade Federal do Acre (Ufac), vinculados, em grande parte, ao Programa de Pós-Graduação em Letras: Linguagem e Identidade, apresentaram trabalhos na XII edição bianual do Congresso das Jornadas Andinas de Literatura Latinoamericana (JALLA).

Com o tema central: “Cultura e Literatura na/e desde a América Latina no século XXI: a sedução estética de nossa América”, a edição 2016 foi realizada na Universidad Mayor de San Andres, na cidade de La Paz, capital da Bolívia, de 8 a 12 de agosto.

A delegação da Ufac foi a maior entre os grupos brasileiros que participaram do evento. Além de comunicações orais e mesas temáticas, os pesquisadores apresentaram resultados de estudos e pesquisas realizados no âmbito da Ufac em diferentes áreas.

Trabalhos

O Mestre em Letras: Linguagem e Identidade, Jairo Souza, apresentou o trabalho “Contentious Border Narratives in Amazonian Bolivia and Brazil” e destacou a pluralidade do evento e a importância da JALLA para os estudos latinoamericanos:

“Participar do JALLA é estabelecer diálogo de culturas andinas e amazônidas como parte de um universo que possui mais laços humanos e históricos do que possamos imaginar. Apresentar um trabalho no JALLA foi estreitar esses laços, falando de fronteiras e narrativas, ampliando o debate sobre os espaços que ocupamos”, conta.

Outro trabalho apresentado como “ponência individual” foi o da mestranda Andréa Campelo, que também atua na Coordenação Escolar Indígena na Secretaria de Estado de Educação e Esporte/Acre, cujo título foi “Linguagens em contato: um olhar sobre empréstimo e/ou substituição linguísticos na construção das identidades do Povo Noke Koî/Katukina”

“O referido evento foi de suma importância para ampliar minha rede de relacionamentos, uma vez que estou tendo a oportunidade de participar de um grupo de pesquisa sobre ‘Mitos Amazônicos’ com pesquisadores do Pará e de Rondônia”, disse.

O professor do Programa de Pós-graduação em Letras: Linguagem e Identidade da Ufac, Marcello Messina, apresentou duas ponências, uma em co-autoria com Jairo Souza e outra com Teresa Di Somma.

“O Jalla é um evento de tradição histórica impressionante e atua declaradamente na linha de um pensamento decolonial e pela construção coletiva e militante de uma alternativa latinoamericana ao padrão neoliberal e neocolonial de academia. Estou também extremamente feliz de poder participar da continuação dessa história de luta aqui em Rio Branco, na UFAC, em 2018”, afirmou.

Moção de repúdio

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Professores e alunos brasileiros protestam contra o golpe jurídico-parlamentar no Brasil.

No último dia do evento, os congressistas aprovaram uma moção de repúdio contra o ‘golpe jurídico/parlamentar no Brasil’, que destitui do cargo a Presidente da República, Dilma Rousseff.

 

JALLA 2018 na Ufac

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XII JALLA 2016, La Paz, Bolívia

 O Congresso das Jornadas Andinas de Literatura Latinoamericana é realizado a cada dois anos. Em 2018 a Ufac será a universidade brasileira sede de realização do evento. O anúncio oficial foi feito pelo Presidente do JALLA 2016, Prof. Guillermo Mariaca, durante a solenidade de encerramento do congresso.

Para o Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Letras: Linguagem e Identidade da Ufac que é também Secretário do JALLA no Brasil, Prof. Dr. Gerson Albuquerque, a escolha é um reconhecimento para a comunidade acadêmica acreana.

“Este acontecimento se constitui como algo de grande prestígio para esta instituição, especialmente frente ao fato de que, desde sua fundação, no ano de 1993, o JALLA tem se constituído em um dos mais importantes espaços de diálogo, criação e intercâmbios de latinoamericanistas realizados em território americano,” destacou.

 Trabalhos

Abaixo a relação completa dos congressistas e seus respectivos trabalhos.

  • Andrea Almeida Campelo, “Linguagens em contato: um olhar sobre empréstimo e/ou substituição linguísticos na construção das identidades do Povo Noke Koî/Katukina”.
  • Andressa Almeida de Souza Limeira e Gerson Rodrigues de Albuquerque, “A ‘desmedida da desmedida’ na narrativa poética de Leoncio Bueno”.
  • Antônia Aparecida Lima Lopes, “Construção da linguagem oral e escrita na pré-escola no contexto de letramento”.
  • Carlos André Alexandre de Melo, “Ediney Azancoth: percursos de uma vida no palco”.
  • Francemilda Lopes do Nascimento, “Identidades em trânsito e hibridismo cultural em Eloy Añez Marañón”.
  • Francisco Bento da Silva, “A cidade de Cobija e os lugares de memórias da Revolução Acreana/Guerra do Acre”.
  • Gerson Rodrigues de Albuquerque, “Corpos nus em cidades de papel na Amazônia acreana”.
  • Jamila Nascimento Pontes, “Da lama à poeira: dos processos criativos à teatralidade do ator Lambada”.
  • Jesús José Diez Canseco Carranza, “Variaciones semánticas en dos poemas vanguardistas de César Vallejo. Una aproximación a Trilce”.
  • Luciana Pereira Ogando, “O ser/estar/tornar do professor em formação: contribuições e reflexões do estágio supervisionado”.
  • Marcello Messina e Jairo de Araujo Souza, “Contentious Border Narratives in Amazonian Bolivia and Brazil”.
  • Raquel Alves Ishii, “Silenciamentos e discursos da conquista: Henry Bates e expedições cientificas na Amazônia do século XIX”.
  • Simone da Silva Pinheiro, “A colonialidade do ver: o papel da mídia na construção do Programa de Ensino Asas da Florestania para as comunidades rurais do Acre”.
  • Simone da Silva Pinheiro, “O local da Cultura no Programa de Ensino Asas da Florestania Para as Comunidades da Floresta Amazônica”.
  • Suelen Germano Costa, “A música rural de Antônio Pedro, do imaginário à representação da cultura local: ao som do seringal”.
  • Tânia Mara Rezende Machado, “Articulações culturais entre narrativas de artistas marginais e práticas pedagógicas refundadoras”.
  • Teresa Di Somma e Marcello Messina, “Meanings lost in translation between Italy and Latin America in Yo no te pido la luna and No me ames”
  • Valda Inês Fontenele Pessoa, “Transito cultural e híbridos que conformam o currículo: uma aproximação”.
  • Walter Raelisson do Nascimento, Maria José da Silva Morais Costa e Vera Lúcia de Magalhães Bambirra, “Leituras em trânsito: o trajeto ribeirinho/professor/pesquisador/leitor”.

 

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Confira aqui a Moção de Repúdio aprovada no Congresso do JALLA 2016:

Moção de repúdio contra o golpe jurídico/parlamentar no Brasil

O Brasil é um país de dimensões continentais, de assimetrias profundas, de pluralidade de línguas, culturas, seres humanos e não humanos, histórias e literaturas. Temos várias e diversas identidades, e todas em movimento, se misturando, se rejeitando, se atraindo, se encontrando na eterna condição do “sendo”, do qual nos falou o poeta e filósofo Édouard Glissant.

Porém, vivemos tempos difíceis, tempos de inversão de valores, tempos de espetacularização da política e da justiça, tempos em que o simulacro é tomado como realidade e em que, na base de uma legalidade de fachada, uma governante legítima é derrubada e substituída por um governante ilegítimo.

São “tempos sombrios”, podemos dizer, lançando mão das palavras de Hannah Arendt. Tempos nos quais temos sempre a obrigação de pensar algo e continuar fazendo perguntas e de responder para nós mesmos e para aqueles que virão depois de nós: “o que faremos, então?”

A resposta? Não temos como saber e, talvez, nem a encontremos. Mas devemos continuar indagando e ocupando e agindo no espaço público em defesa do que é de todos, em defesa da diferença (desde que ela não nos leve para novos guetos) e em defesa da igualdade (desde que ela não nos apague o direito à diferença), em defesa da liberdade e dos amplos direitos democráticos.

Devemos apostar na solidariedade, na defesa das dignidades humanas, em nossa eterna disposição de começar de novo e, mesmo em tempos sombrios, retornamos a Arendt, ter o “direito de esperar alguma iluminação e que tal iluminação possa ser proveniente, menos de teorias e conceitos e mais da luz incerta, trêmula e, frequentemente, fraca que alguns homens e mulheres, nas suas vidas e obras, farão brilhar em qualquer circunstância e irradiarão pelo tempo que lhes for dado na terra”.

Frente a essas considerações, nós, professores, estudantes e pesquisadores, presentes nas XII Jornadas Andinas de Literatura Latimoamericana, realizadas na cidade de La Paz, Bolívia, manifestamos o nosso mais veemente repúdio à farsa jurídico-parlamentar que, em um golpe de estado – sem armas – derrubou a Presidente legalmente eleita, Dilma Rousseff. Golpe de estado esse, iniciado por um processo de impeachment marcado por denúncias de crimes de responsabilidade fiscal amplamente divulgadas pelos meios de comunicação de massa, mas, jamais comprovados contra a presidente deposta.

Em defesa das liberdades democráticas e do estado de direito!

Contra o golpe!

Fora Temer!

La Paz, 12 de agosto de 2016.

 

 

Ufac promove congresso regional de pesquisa e de iniciação científica

imageA Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg), realiza o 2º Congresso Regional de Pesquisa do Estado do Acre e o 25º Seminário de Iniciação Científica, em Rio Branco, de 3 a 7 de outubro deste ano. No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, o evento ocorre de 18 a 21 de outubro, em parceria com diferentes instituições públicas e privadas.

Com o tema “Inovação, sustentabilidade e desenvolvimento regional”, os encontros objetivam o fomento à pesquisa e a divulgação de trabalhos científicos desenvolvidos por estudiosos e pesquisadores do Estado, bolsistas de iniciação científica e alunos de graduação e pós-graduação da Ufac e de outras instituições locais e da região.

Postado em: 8/8/2016

Fonte: ASCOM-UFAC

UFAC sediará XIII JALLA, em 2018

Guillermo Mariaca anuncia JALLA UFAC em 2018
Guillermo Mariaca anuncia JALLA UFAC em 2018

No ano de 1993, na cidade de La Paz, Bolívia, foi realizado o I Congresso das Jornadas Andinas de Literatura Latinoamericana – JALLA. Desde então as jornadas percorreram distintas instituições, cidades e países no continente americano: Tucumán, Argentina (1995); Quito, Equador (1997); Cusco, Perú (1999); Santiago do Chile (2001); Lima, Perú (2004); Bogotá, Colômbia (2006); Santiago do Chile (2008); Niterói, Brasil (2010); Cali, Colômbia (2012); Heredia, Costa Rica (2014) e La Paz, Bolivia (2016), cuja cerimônia de encerramento aconteceu no último dia 12 de agosto, na histórica Universidad Mayor de San Andrés (UMSA).

Em 2018, nos marcos dos 25 anos das Jornadas Andinas de Literatura Latinoamericana, este que é o mais importante evento de literatura em nível de continente americano, terá como sede a Universidade Federal do Acre (UFAC), por intermédio do Programa de Pós-Graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI), com o integral apoio da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (PROPEG). A comunicação oficial sobre a decisão de realizar o congresso XIII JALLA na Amazônia acreana foi feita pelo Professor Dr. Guillermo Mariaca, que presidiu o evento em La Paz, após decisão unânime de todos os Secretários JALLA ali presentes.

Desse modo, o congresso JALLA 2018 será presidido pelo Professor. Dr. Gerson Albuquerque (UFAC), que ao lado das professoras doutoras Lívia Reis (UFF) e Márcia Paraquett (UFBA) representam o Brasil no Secretariado das Jornadas Andinas de Literatura Latinoamericana. Esta é a segunda vez que o congresso JALLA acontece no Brasil e a primeira vez na Amazônia, uma macro-região caracterizada pela presença da Floresta Amazônica, que perpassa nove países (Brasil, Bolívia, Peru, Equador, Venezuela, Colômbia, Guianas, Suriname e Guianas Francesas).

Para a delegação de professores e alunos do PPGLI, que participou do JALLA, em La Paz, a realização do próximo encontro no Câmpus da UFAC é motivo de muita honra e responsabilidade, especialmente, levando em consideração o legado desse congresso e o seu papel histórico enquanto espaço de congregação de importantes intelectuais comprometidos com os estudos literários latinoamericanos, com a formulação teórica e o intercâmbio de saberes e conhecimentos de natureza interdisciplinar.

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Delegação da Universidade Federal do Acre no JALLA 2016

Dissertação sobre as representações sociais dos servidores da Biblioteca Central da Ufac é defendida no PPGLI

Na tarde de ontem, 01, ocorreu a defesa pública de dissertação da mestranda Maria Janete Cesário Braga, cujo título da dissertação é As representações sociais dos servidores da Biblioteca Central da Universidade Federal do Acre sobre a informatização e automação dos serviços.

Participaram da Banca Examinadora  a Profa. Dra. Luciete Basto de Andrade Albuquerque – Presidente/Orientadora – UFAC, a Profa. Dra. Fernanda Maria Pereira Freire – Membro – UNICAMP, via Skype, e a Profa. Dra. Tânia Mara Rezende Machado – Membro – UFAC.

 

Abertas as inscrições para monitores no X Simpósio Linguagens e Identidades

CabeçalhoEstão abertas as inscrições para participação como monitor(a) no X Simpósio Linguagens e Identidade da/na Amazônia Sul-Ocidental que será realizado em conjunto com o VIII Colóquio Internacional “As Amazônias, as Áfricas e as Áfricas na Pan-Amazônia”.

Para participar os(as) interessados(as) devem acessar o link: https://goo.gl/iS01jN e responder o questionário.  Podem se inscrever, alunos de graduação e pós-graduação, da Universidade Federal do Acre (Ufac) e também comunidade externa.

A carga horária será de 20 horas durante a semana do evento, com direito a certificado de extensão. O(a) monitor(a) deverá desenvolver atividades de assistência e orientação aos participantes do evento.

Os(as) interessados(as) devem ter disponibilidade também para as reuniões de treinamento que ocorrerão durante o mês de outubro.

O simpósio será realizado de 7 a 11 de novembro no câmpus da Ufac de Rio Branco.  Mais informações no sitewww.simposioufac.com

ASCOM-GPHCLIM

Perspectivas para o ensino de línguas é tema de livro lançado na Ufac

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“É um sonho que se torna realidade. Conseguimos escrever um livro e hoje ele está chegando ao conhecimento do público”, essas palavras foram proferidas pelo professor Alexandre de Sousa, docente do quadro permanente do PPGLI-UFAC, durante o lançamento do livro digital, “Perspectivas para o ensino de línguas” realizado na biblioteca pública da Universidade Federal do Acre (Ufac), na última sexta, 15 de agosto.

Sousa é um dos três autores do livro que traz discussões e sugestões sobre o ensino da língua portuguesa na atualidade.  Além dele, a obra tem a colaboração das professoras Rosane Garcia e Tatiane dos Santos, do Centro de Centro de Educação, Letras e Artes.

Estudantes, amigos e familiares dos escritores participaram do lançamento. Marcaram presença também a Vice- Reitora da Ufac, Guida Aquino e o Pró-Reitor de Pesquisa e Graduação, Josimar Batista.

 “Perspectivas para o ensino de línguas”

A obra tem 116 páginas e está organizada em sete capítulos. O novo acordo ortográfico, letramento escolar e análise lingüística são alguns dos temas abordados.

O livro é uma publicação da Editora da Ufac (Edufac) e é resultado de estudos desenvolvidos por pesquisadores, professores e estudantes de iniciação científica e pós- graduação da Ufac.

A versão digital está disponível para acesso no endereço eletrônico da editora: https://issuu.com/edufac/docs/perspectivas_para_o_ensino_de_li__n

ASCOM/GPHCLIM

10 ° Simpósio Linguagens e Identidades tem recorde de inscrições de trabalhos

CabeçalhoA edição 2016 do Simpósio Linguagens e Identidades registrou recorde de inscrição em Grupos de Trabalhos (GTs) e Sessões de Comunicações Livres. Ao todo, 490 resumos de comunicações orais foram submetidos nos eixos temáticos e GTs do evento.

Os participantes estão divididos entre alunos de graduação, pós-graduação, professores do ensino básico e superior, comunidade externa e técnicos administrativos. O 10º Simpósio Linguagens e Identidades da/na Amazônia Sul-Ocidental será realizado no câmpus sede da Ufac, de 7 a 11 de novembro.

Os números foram tão expressivos que surpreenderam até mesmo a equipe de organização. “Sempre trabalhamos pensando no melhor e esperando que um maior número de pessoas pudesse participar, mas os números desse ano realmente nos impressionaram.

Hoje temos 322 resumos inscritos em grupos de trabalhos e 168 em Sessões de Comunicações Livres. Sem dúvida, o Simpósio Linguagens e Identidades está muito bem acolhido pela comunidade acadêmica da Ufac e de outros estados da região norte, como Rondônia e Pará”, ressaltou a professora e coordenadora do Simpósio, Francemilda Lopes.

Dentre os participantes, estão inscritos alunos e professores do Peru e Austrália e de quatro regiões do Brasil: Norte, Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste, além do Distrito Federal.

O resultado final das avaliações dos trabalhos será divulgado no dia 08 de agosto.

O que é o Simpósio Linguagens e Identidades?

O evento surgiu em 2007 com o objetivo de possibilitar a abertura de espaços dialógicos e reflexões sobre as questões relacionadas às linguagens e identidades amazônicas, por meio de oficinas, grupos de trabalho, minicursos, mostras, espetáculos, comunicações livres e conferências em diferentes áreas do conhecimento, promovendo

Este ano traz para o debate o tema “Trânsitos Pós-coloniais e decolonialidade de saberes e sentidos”. A temática é resultado das leituras e discussões de “O Atlântico Negro”, de Paul Gilroy; “Introdução a uma poética da diversidade”, de Édouard Glissant; “Da diáspora”, de Stuart Hall; “A modernidade líquida”, de Zygmunt Bauman; “Reflexões sobre o exílio”, de Edward Said; “Colonialidade do poder, eurocentrismo e América Latina”, Aníbal Quijano, e “Paisagens imaginárias”, de Beatriz Sarlo, no âmbito do Grupo de Pesquisa História e Cultura, Linguagem, Identidade e Memória, bem como das aulas de “Sociedade, linguagem e diversidade amazônica”, do Curso de Mestrado em Letras: Linguagem e Identidade, desde o primeiro semestre do ano letivo do ano de 2007.

Mais informações podem ser obtidas no site do evento:

http://www.simposioufac.com/ ou pelo e-mail:

linguagens.identidades.ufac@gmail.com

ASCOM/GPHCLIM