Seminário PPGLI-UFAC 20 Anos

Cartaz do evento comemorativo de 20 anos do PPGLI-UFAC, com programação de defesa de doutorado, cerimônia de abertura, conferência e exposição de pesquisas.

Criado em 2005, com a primeira turma de mestrado iniciada em 2006 e ampliado em 2019, com a entrada da primeira turma do doutorado, o Programa de Pós-Graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI) da Universidade Federal do Acre (UFAC) está há duas décadas atuando na formação de profissionais da educação com significativo impacto na região.

Entre os dias 02 a 04 de fevereiro de 2026, realizaremos um encontro que celebra esse marco de uma trajetória de compromisso com a formação qualificada, pesquisa e transformação social na Amazônia e na Pan-Amazônia.

Participe!

Pesquisas en tránsito: memorias, ciudades y narrativas en todo-mundo

Cartaz do evento 'Pesquisas em Trânsito: memórias, cidades e narrativas em todo-mundo', promovido pelo Grupo de Estudos Cosmopolíticos Andinoamazônicos e outros, com detalhes sobre data, hora e local.

El Grupo de Estudios Cosmopolíticas Andinoamazónicas (GECAA) del Instituto de Estudios Avanzados de la Universidad de Santiago de Chile y el Programa de Posgrado Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI) de la Universidade Federal do Acre (UFAC), invitan a la exposición: “Pesquisas en tránsito: memorias, ciudades y narrativas en todo-mundo”.

Exponen: Poliana de Melo Nogueira (UFAC/CAPES) y Thais Albuquerque Figueiredo (UFAC/CAPES), investigadoras del Grupo de Pesquisa História e cultura, linguagem, identidade e memoria (GPHCLIM) y becarias de Doctorado Sándwich CAPES – UFAC, Brasil.

🗓️ Viernes 23 de enero.
🕓 10:30 hrs (8h30min – Rio Branco/Acre)
🏢 Auditorio del Instituto de Estudios Avanzados (IDEA – USACH).
📍 Dirección: Román Díaz 89, Providencia.

📝 Inscripción para asistencia vía zoom : https://forms.gle/qsRfL71sPgr6mXwx5

Diretrizes CAPES para PPGs em Linguística e Literatura (2025-2028): conheça o Documento de Área

Capa de documento da CAPES sobre Linguística e Literatura, Área 41, com fundo azul e elementos gráficos.

Um Documento de Área, segundo a CAPES, é um guia que direciona a avaliação dos programas de pós-graduação em um determinado campo do conhecimento. Ele inclui diretrizes, critérios, indicadores e requisitos para o período de avaliação, abordando aspectos como a estrutura do programa, o corpo docente, a pesquisa, a produção intelectual, a internacionalização e o impacto social. Dessa forma, o documento funciona como um roteiro para que os programas se adequem às expectativas da CAPES e consigam uma avaliação satisfatória.

O Documento de Área de Linguística e Literatura (2025–2028) foi elaborado sob a coordenação de Área composta, atualmente, pelo Prof. Dr. José Sueli de Magalhães, Coordenador da Área de Linguística e Literatura, Profa. Dra. Solange Fiuza Cardoso Yokozawa, Coordenadora Adjunta de Programas Acadêmicos e Profa. Dra. Luiza Helena Oliveira da Silva, Coordenadora Adjunta de Programas Profissionais. O documento define as diretrizes para avaliação e fortalecimento dos programas de pós-graduação stricto sensu vinculados à Área 41, reforçando o compromisso com a redução das desigualdades regionais, a internacionalização e a inclusão social no campo dos estudos linguísticos e literários.

De acordo com o texto, a Área 41 alcançou expansão significativa nos últimos anos, passando de 66 programas em 2000 para 157 em 2024. Atualmente, apenas o estado do Amapá não possui curso de doutorado na área. O documento destaca ainda a melhoria qualitativa dos programas: na última avaliação quadrienal, houve redução de 35 para 18 os programas com conceito 3, e aumento de 29 para 47 os programas com conceito 5. A Área possui, atualmente, 31 programas de excelência, dos quais 23 são nota 6, e 8, nota 7. Esses programas encontram-se concentrados nas regiões Sudeste e Sul.

Listamos abaixo algumas orientações contidas no Documento da Área de Linguística e Literatura para a avaliação dos programas.

IMPACTO SOCIAL

Segundo o documento, o impacto social da pós-graduação é definido como a geração de externalidades positivas para a sociedade, com ênfase em três eixos: (i) impactos do programa para a sociedade; (ii) inovação, transferência e compartilhamento de conhecimento; (iii) inserção, visibilidade e popularização da ciência. Entre as ações consideradas estão a cooperação com escolas da educação básica, a formação de professores, a produção de materiais didáticos, a participação em comissões de políticas públicas educacionais, a realização de projetos de extensão e divulgação científica, a contribuição com a preservação do patrimônio linguístico, literário e cultural, e o desenvolvimento de tecnologias sociais, softwares, aplicativos e plataformas que promovam a inclusão e a diversidade cultural.

EGRESSOS

O documento também traz orientações sobre a formação de egressos, que deve estar alinhada às demandas sociais contemporâneas, incluindo o uso ético da inteligência artificial e o compromisso com a educação básica. A produção intelectual é avaliada com base em critérios de qualidade, inovação e impacto social, com destaque para produtos bibliográficos e técnicos que dialoguem com a comunidade e promovam a inclusão.

INTERDISCIPLINARIDADE

Outro ponto central é a interdisciplinaridade, considerada intrínseca à área, que abrange estudos linguísticos, literários, de tradução, culturais e aplicados. Há incentivo à criação de redes de cooperação entre programas, especialmente para fortalecer instituições em regiões menos favorecidas, por meio de projetos de cooperação interinstitucional (PCI) e políticas afirmativas.

AUTOAVALIAÇÃO

O documento reforça ainda a importância da autoavaliação contínua dos programas como instrumento de melhoria qualitativa, exigindo a participação de docentes, discentes, técnicos, egressos e sociedade civil.

EQUIDADE, REDUÇÃO DE ASSIMETRIAS E DIVERSIDADE

A Área reconhece que a distribuição dos programas por região já reduziu as antigas assimetrias geográficas, mas alerta que ainda persistem desigualdades qualitativas. Para enfrentá-las, estabelece critérios diferenciados: permite que cursos em áreas ainda desassistidas funcionem com 8 docentes (mestrado) ou 10 (doutorado), desde que apresentem justificativa robusta e metas claras de desenvolvimento local. Incentiva a criação de novos cursos onde há demanda reprimida, desencoraja duplicação de propostas já existentes na mesma região e estimula a cooperação entre programas consolidados e em consolidação por meio de intercâmbio de estudantes e docentes, Projetos de Cooperação Interinstitucional (PCI) e pontuação diferenciada para ações que beneficiem comunidades locais.

Por fim, o documento destaca que os programas da Área devem alinhar-se aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030, especialmente nas áreas de educação de qualidade, redução das desigualdades e valorização da diversidade cultural e linguística.

O documento completo está disponível no site do PPGLI no link: https://posletrasufac.com/area41/

SOBRE A COORDENAÇÃO DE ÁREA

José Sueli de Magalhães

Coordenador da Área de Linguística e Literatura

Professor Titular na Universidade Federal de Uberlândia (UFU), atua nos Cursos de Graduação em Letras e no Programa de Pós-Graduação em Estudos Linguísticos, orientando Mestrado e Doutorado. É Mestre e Doutor em Estudos Linguísticos, com doutorado Sanduíche na Tilburg University. Foi pesquisador visitante na Universidade de Lisboa em 2022 e é Coordenador da Área 41 Linguística e Literatura da DAV/CAPES. Desde 2017, é Delegado da ALFAL e coordena o Projeto 19 (Fonologia: Teoria e Análise). Suas pesquisas focam em Fonologia, Variação Fonológica, Morfofonologia e Ensino..

Solange Fiuza Cardoso Yokozawa

Coordenadora Adjunta de Programas Acadêmicos

Professora titular na Universidade Federal de Goiás desde 2002 e membro do Programa de Pós-Graduação em Letras e Linguística desde 2004. É Consultora Externa do CITCEM (Universidade do Porto). Doutorou-se em Letras (Literatura Brasileira) na UFRGS em 2000, com a tese que originou o livro “A memória lírica de Mario Quintana”. Realizou pós-doutorados em 2015 e de 2021-2022, focando em Cesário Verde, João Cabral de Melo Neto e sua recepção em Portugal. Líder do Grupo Estudos de Poesia Brasileira Moderna e Contemporânea. Sua pesquisa abrange poesia brasileira, diálogos Brasil-Portugal e poetas como João Cabral, Mario Quintana, e outros.

Luiza Helena Oliveira da Silva

Coordenadora Adjunta de Programas Profissionais

Graduada em Letras pelo Centro Universitário de Barra Mansa, mestre e doutora em Letras pela Universidade Federal Fluminense. Realizou pós-doutorado em sociossemiótica no CEVIPOF-CNRS (2013/2014) com bolsa CAPES. É professora associada na Universidade Federal do Norte do Tocantins, atuando em cursos de Licenciatura em Letras, ProfLetras e no PPGLLIT. Tem experiência em Linguística, focando em semiótica discursiva, memória na formação de professores e literatura na ditadura. Integra o grupo de pesquisa SEDI e coordena o GESTO. Membro da Academia de Letras de Araguaína e do grupo de estudos feministas Coletivas Raimundas. 

Muiraquitã: Revista de Letras e Humanidades recebe classificação Qualis A3 na Avaliação da CAPES

Capa da revista 'Muira Quitã' destacando a qualificação A3, com padrões coloridos em verde e laranja sobre um fundo roxo.

A Muiraquitã: Revista de Letras e Humanidades, editada pelo Programa de Pós-Graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI) da Universidade Federal do Acre (UFAC), anuncia sua nova classificação Qualis A3 na Avaliação Quadrienal da CAPES 2021-2024. Anteriormente, a revista contava com o conceito A4.

A Área Mãe do periódico, que permanece na Área 41 – Linguística e Literatura, adotou o QR2 (Qualis Referência 2) para calcular a classificação com base no índice h5 de cada periódico. No total, 1.319 publicações foram avaliadas.

A Muiraquitã, um periódico eletrônico semestral, é de acesso aberto e gratuito, com o objetivo de promover o intercâmbio e a difusão de estudos nas áreas de Linguística, Literatura, Artes e Ciências Humanas e Sociais. Desde sua transição para o formato eletrônico em 2015, a revista passou a ser registrada com o ISSN 2525-5924, substituindo o antigo registro de suporte impresso, 1807-1856.

A revista, mantida por uma instituição federal pública, não cobra taxas para a publicação de contribuições, garantindo a acessibilidade para leitores e autores. Seu foco principal é a difusão de resultados de pesquisas de professores e alunos de graduação e pós-graduação da Amazônia, além de conectar-se com experiências de educadores da educação básica e movimentos sociais da região.

Em chamadas específicas e fluxo contínuo, a Muiraquitã aceita contribuições como artigos, entrevistas, ensaios, traduções e resenhas, que podem ser livres ou vinculadas a dossiês temáticos organizados por pesquisadores da área.

Para mais informações, a revista está disponível em: https://periodicos.ufac.br/index.php/mui/index

PPGLI da UFAC recebe avaliação máxima em todos os quesitos da Quadrienal 2021-2024

Imagem comemorativa do PPGLI da UFAC, destacando a avaliação máxima de nota 5 na quadrienal 2021-2024, com um design colorido e gráfico que celebra os 20 anos do programa.

O Quadriênio Capes é uma avaliação dos programas de pós-graduação stricto sensu no Brasil, que mede a qualidade dos cursos de Mestrado e Doutorado. Em conformidade com a Portaria Capes nº 122, de 5 de agosto de 2021, a avaliação é dividida em três etapas.

Na primeira, a classificação em uma escala de 1 a 5 determina o reconhecimento e o apoio financeiro dos programas. As notas obtidas influenciam diretamente o credenciamento dos cursos e a distribuição de bolsas, sendo que notas 1 e 2 podem levar ao descredenciamento.

Na segunda etapa, a elegibilidade dos programas nota 5 é verificada para a possibilidade de alcançar notas 6 ou 7, considerando-se os seguintes critérios:

  1. Ter doutorado em atividade nos dois últimos quadriênios.
  2. Para Nota 6: atingir o conceito “Muito Bom” em todos os três quesitos, podendo ter até dois conceitos “Bom” nos itens de cada quesito.
  3. Para Nota 7: alcançar o conceito “Muito Bom” em todos os três quesitos e em todos os itens de cada quesito.

Na terceira etapa 3, verifica-se a qualidade do programa nota 5 com base nos seguintes critérios:
No quesito FORMAÇÃO: excelência em formação e produção intelectual da área.
No quesito IMPACTO SOCIAL: impacto de excelência, liderança nacional e atuação internacional comprovada (cooperação, publicações, mobilidade, cotutela, etc.).

É importante salientar que, para alcançar a Nota 5, um Programa de Pós-Graduação deve ser avaliado como “Muito Bom” nos seguintes quesitos:
PROGRAMA: estrutura, corpo docente, planejamento e processos de avaliação.
FORMAÇÃO: formação de recursos humanos e produção de conhecimento.
IMPACTO SOCIAL: geração de impacto social, econômico, cultural e de internacionalização.

Assim como na avaliação anterior, o Programa de Pós-Graduação em Letras da UFAC (PPGLI) obteve o conceito “Muito Bom” em todos os quesitos avaliativos, assegurando a manutenção da nota máxima 5 na primeira etapa da Avaliação Quadrienal.

Com o curso de doutorado iniciado na segunda metade da quadrienal passada, em 2019, o PPGLI ainda não atende aos critérios de elegibilidade definidos na segunda etapa avaliativa – ter doutorado em atividade nos dois últimos quadriênios -, embora tenha obtido conceito máximo nos quesitos formação e impacto social.

Para o Coordenador do Programa, Prof. Gerson Albuquerque, a manutenção da nota 5 é um reflexo da qualidade do trabalho realizado de maneira contínua e ampliada. “Nos mantivemos no topo da escala da primeira etapa da avaliação, o que traduz o empenho e a dedicação constantes de docentes, discentes e técnicos-administrativos. Esses profissionais têm trabalhado incansavelmente, em colaboração mútua, para fortalecer e aprimorar a pós-graduação na Ufac e na Amazônia Sul-Ocidental. Essa conquista não é apenas um reconhecimento do trabalho feito, mas também um testemunho do compromisso coletivo em promover a excelência acadêmica e contribuir com a promoção da educação pública, gratuita e de qualidade no país”, comentou Albuquerque.

O Prof. Gerson também destaca a importância do tempo de atividade, um critério essencial que, ao ser atendido, permitirá ao PPGLI pleitear a nota 6. “Na próxima quadrienal, já poderemos atender a esse critério, que é fundamental para atingirmos a nota 6. Vamos usar esse impulso para ampliar nossas ações de internacionalização, entendendo a vocação do programa de se internacionalizar interiorizando-se nos mundos amazônicos, ampliando a inserção e o impacto sociais e fortalecendo as parcerias Sul-Sul, como temos feito ao longo dos anos”, concluiu.

Conheça o corpo docente do PPGLI-Ufac para o Quadriênio 2025-2028

O corpo docente do PPGLI da UFAC, com uma ampla e sólida formação na área de Linguística e Literatura, aliada a uma diversidade de outras áreas das Ciências Humanas , apresenta um perfil robusto e dinâmico, com uma configuração que tem favorecido a formação de pesquisadoras e pesquisadores a partir de uma visão crítica e integrada, capacitando-as(os) para enfrentar os desafios contemporâneos no ensino, na pesquisa, na extensão, em diferentes campos da atuação profissional no âmbito da Amazônia Sul-Ocidental. A integração interdisciplinar é essencial para que discentes de mestrado e doutorado apreendam as complexas relações e possibilidades de investigação que se estabelecem a partir da área de concentração em linguagem e cultura, norteadora da formação no Programa.

Distribuição por Área de Formação:

  • Linguística e Literatura: 14 docentes
  • História: 3 docentes
  • Comunicação: 1 docente
  • Composição Musical: 1 docente
  • Sociedade, Cultura e Fronteiras: 1 docente
  • Geografia Humana: 1 docente
Gráfico de pizza mostrando a distribuição percentual de diferentes áreas de estudo, com Linguística e Literatura representando 66,7%.

Predominância em Linguística e Literatura: A maioria dos docentes possui formação em Linguística e Literatura. A ênfase na referida área busca manter a base da formação do Programa e sua capacidade de nucleação e inserção social.

Interdisciplinaridade: A presença de docentes de áreas como História, Comunicação, Composição Musical e Sociedade, Cultura e Fronteiras enriquece o perfil do programa, permitindo uma abordagem interdisciplinar, essencial para a formação de uma visão crítica e abrangente sobre a linguagem e suas relações sociais, culturais e históricas em contextos amazônicos e pan-amazônicos.

DOCENTEÁREA DE FORMAÇÃOE-MAILLATTES
Adriana Alves de LimaLinguística e Literaturadrycaalves25@gmail.comhttps://lattes.cnpq.br/1089782908019561
Amilton José Freire de QueirozLinguística e Literaturaamilton.queiroz@ufac.brhttp://lattes.cnpq.br/1943867841823471
Armstrong da Silva SantosLinguística e Literaturaarmstrong.santos@ufac.brhttp://lattes.cnpq.br/4779015089100726
Fernando Simplício dos SantosLinguística e Literaturafernandosimpliciosantos@gmail.comhttp://lattes.cnpq.br/3201471894283721
Francielle Maria Modesto MendesHistóriafrancielle.mendes@ufac.brhttp://lattes.cnpq.br/8347971153762524
Francisco Aquinei Timóteo QueirósComunicaçãofrancisco.queiros@ufac.brhttp://lattes.cnpq.br/4885464768659855
Francisco Bento da SilvaHistóriafrancisco.bento@ufac.brhttp://lattes.cnpq.br/0436209499628660
Gerson Rodrigues de AlbuquerqueHistóriagerson.albuquerque@ufac.brhttp://lattes.cnpq.br/7042183462903180
Jorge Fernandes da SilvaLinguística e Literaturajorge.silva@ufac.brhttp://lattes.cnpq.br/4355850211446310
Luiz Eduardo GuedesLinguística e Literaturaluiz.guedes@ifac.edu.brhttp://lattes.cnpq.br/5193187462988092
Marcello MessinaComposição Musicalmarcellomessina@mail.ruhttp://lattes.cnpq.br/4292648170113228
Maria Cristina LobregatSociedade, Cultura e Fronteirascristinalobregat@gmail.comhttp://lattes.cnpq.br/2839301744524820
Maria de Jesus MoraisGeografia Humanamaria.morais@ufac.brhttp://lattes.cnpq.br/4298057110860988
Michel Ferreira dos ReisLinguística e Literaturamichel.reis@ufac.brhttp://lattes.cnpq.br/1008053640738092
Nágila Maria Silva OliveiraLinguística e Literaturanagila.oliveira@ufac.brhttps://lattes.cnpq.br/3689932209118748
Queila Barbosa LopesLinguística e Literaturaqueila.lopes@ufac.brhttp://lattes.cnpq.br/9470160035017805
Raquel Alves IshiiLinguística e Literaturaraquel.ishii@ufac.brhttp://lattes.cnpq.br/1148962952312135
Sandra Mara Souza de Oliveira SilvaLinguística e Literaturasandramaravilha2023@gmail.comhttp://lattes.cnpq.br/2066219871723851
Shelton Lima de SouzaLinguística e Literaturashelton.souza@ufac.brhttp://lattes.cnpq.br/0189097197608498
Simone Cordeiro OliveiraLinguística e Literaturasimone.cordeiro@ufac.brhttp://lattes.cnpq.br/6559571522415724
Suerda Mara Monteiro VitalLinguística e Literaturasuerda.vital@ufac.brhttps://lattes.cnpq.br/5887909228055013

PPGLI celebra 20 anos de formação na UFAC: mais de 300 mestres e doutores formados para a educação no Acre e na Pan-Amazônia

Logotipo do Programa de Pós-Graduação em Letras: Linguagem e Identidade da Universidade Federal do Acre, destacando os 20 anos de sua atuação.

Criado em 2005, com a primeira turma de mestrado iniciada em 2006 e ampliado em 2019, com a entrada da primeira turma do doutorado, o Programa de Pós-Graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI) da Universidade Federal do Acre (UFAC) completará 20 anos de atuação, no ano de 2026, com um total de 330 profissionais titulados.

Gráfico de pizza mostrando a distribuição percentual dos egressos do Programa de Pós-Graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI) da Universidade Federal do Acre (UFAC) em diferentes setores da educação.

A inserção social dos egressos tem evidenciando o significativo impacto que a formação do PPGLI tem gerado na região. Dados levantados a partir do banco de dissertações e teses mostram que 41% dos formados atuam na UFAC e no Instituto Federal do Acre (IFAC), consolidando o programa como um importante espaço de qualificação de profissionais da educação da região na área de Linguística e Literatura. Uma parte significativa também exerce impacto na educação básica, com 39,4% dos egressos do PPGLI contribuindo nesse setor.

“Ao observarmos a trajetória do PPGLI, notamos que ele não apenas formou pesquisadores, mas também consolidou um corpo docente local apto a responder aos desafios linguísticos e culturais da Amazônia Sul-Ocidental”, destaca o coordenador do programa, professor Gerson Albuquerque. “São profissionais que estão em salas de aula, em núcleos de pesquisa, em projetos de extensão e contribuindo com políticas públicas de educação”, comentou o coordenador.

Ao longo desses 20 anos, o PPGLI tem demonstrado sua relevância na formação de seus próprios quadros, sendo que 25% de seus egressos atuam como docentes e 7% como técnicos-administrativos da instituição.

“Completar 20 anos figurando como um dos Programas de Pós-Graduação da região Norte mais bem avaliados pela Capes e com ampla inserção nacional e internacional implica em  reconhecer que o PPGLI tem cumprido seu papel na formação de pesquisadoras e pesquisadores de alto nível. Isso é motivo de orgulho para a Ufac e resulta do trabalho diligente e engajado de nossa atual comunidade acadêmica e de todas as pessoas que já passaram pelo Programa, na condição de docentes, discentes, técnicos e gestores”, finalizou Gerson Albuquerque.