Chamada Pública para Dossiê Temático

Chamada Pública para Dossiê Temático

A Muiraquitã: Revista de Letras e Humanidades, vinculada ao PPGLI da Ufac, convida a comunidade acadêmica a submeter artigos para o dossiê “Lingua[gens] e Diversidades em Movimentos: [trans]formar, [re]significar e [re]pensar antigos e novos desafios”.

🗓️ Prazo para submissão: até 30 de abril de 2026.

Este dossiê tem como objetivo aprofundar as reflexões sobre as diversas maneiras de narrar e traduzir coletividades, buscando promover o respeito às múltiplas realidades socioculturais e seus modos de expressão nas variadas espacialidades do “aqui-lá do Todo-Mundo”, abrangendo contextos locais, amazônicos e latino-americanos.

📄 Instruções e submissões:: https://periodicos.ufac.br/index.php/mui/about/submissions

CHAMADA ABERTA: ColetâneaFLUXOS, TRÂNSITOS, CIDADES E OUTRAS CARTOGRAFIAS ANDINO-AMAZÔNICAS:

📢 CHAMADA ABERTA

Coletânea: FLUXOS, TRÂNSITOS, CIDADES E OUTRAS CARTOGRAFIAS ANDINO-AMAZÔNICAS

Esta proposta visa reunir pesquisas que dialoguem com processos de produção simbólica, imagética, sonora, sensíveis, afetivas, éticas, indisciplinares dos e sobre os espaços Andino-Amazônicos. Nessa direção, essa coletânea se propõe produzir confluências que se articulam e se engendram nas relações com o Todo-Mundo (Glissant, 2024), ao pensar os lugares que geograficamente e materialmente parecem distantes e descolados, mas, que entretanto, estão em intensos diálogos e convergências, como parte de uma mesma produção estética.

Nosso foco se localiza em perspectivas teórico-críticas preocupadas em fortalecer os debates Sul-Sul, ampliando produções latinoamericanas. […]

🌀PRAZO PARA ENVIO DOS ESCRITOS: 15/06/2026.

🌀DEVEM SER ENCAMINHADOS PARA: polianademelonogueira@gmail.com e thaisalbuquerque07@gmail.com

Convocatoria abierta: Dossier Materialidades y Cosmopolíticas Andinoamazónicas

Con mucha alegría extendemos una nueva invitación a publicar en Revista Estudios Avanzados, esta vez, para conformar el dossier «Materialidades y Cosmopolíticas Andinoamazónicas». Cerramos la recepción de artículos en español, portugués e inglés el 31 de mayo.

Habitamos una pluralidad de mundos, con distintos espacios-tiempos y territorios. En América Latina, tierra cordillerana, de selvas, ríos y desiertos se albergan y se pliegan de forma abigarrada saberes ancestrales de temporalidades no lineales en donde se prefiguran diferentes cosmologías, trayectorias, lenguajes y geografías, así como múltiples temporalidades y espacialidades. La cosmopolítica emerge como un enfoque que muestra esta pluralidad de mundos con conocimientos y prácticas relacionales que colocan en cuestión las polarizaciones tradicionales entre lo natural y lo cultural o técnico, entre lo real y lo imaginario tienden a desdibujarse,
en donde las relaciones humanas y no humanas forman alianzas afectivas y políticas.

Pensar las materialidades y las cosmopolíticas en un mundo tejido por hibridismos nos conduce a comprenderlo desde una lógica contrahegemónica que busca rescatar los conocimientos de las comunidades andinas y de la selva, con el propósito de consolidar modos de vida que enaltecen saberes que se encuentran en el núcleo de esas espacialidades. Los conocimientos ancestrales fundamentan una noción filosófica asentada en las experiencias de la relación directa entre el ser
humano y la naturaleza. Así, es posible observar los resultados de dichas operaciones en los modos de vida y en las redes que se construyen en esos lugares de orden y movimiento.

Pasada la Conferencia de las Partes (COP30) en Belén do Pará, junto al horizonte para el resguardo de la Amazonía, la cual descentra la mirada en las urbes y metrópolis del norte global, este dossier reaviva la urgencia de ahondar en las cosmopolíticas para el mantenimiento de utopías y resistencias frente a iniciativas totalizadoras.

La presente convocatoria invita a presentar artículos que de forma interdisciplinaria amplíen la mirada respecto a los saberes amerindios, considerando también las voces de intelectualidades, ancestralidades, y sus prácticas, desde las altas tierras andinas y el buen vivir hasta las bajas tierras amazónicas y la Florestidad, así como el Wallmapu y su Azmapu. También nos interesa los estudios con enfoques teórico-metodológicos sobre los universos humanos y mas-que-humanos amazónicos, andinos, con especial atención en sus peculiaridades, procesos de singularización y diversidades narrativas, urgencias socio ecológicas, climáticas, educativas, políticas (en su
amplio sentido) e intercambios lingüísticos, étnicos y culturales.

Se recibirán producciones que, más allá del debate teórico y del análisis del posicionamiento discursivo de las poblaciones más tradicionales, busquen proponer políticas susceptibles de ser efectivamente implementadas, que señalen otros modos de relacionarse y de constituirse en los espacios amazónicos y andinos. De este modo, se pretende señalar nuevas órdenes, más que necesarias, para contraponerse a los poderes hegemónicos. En consecuencia, se valorarán
textos que reflexionen sobre la educación en las tensas relaciones entre las escuelas y la vida cotidiana, así como entre los conocimientos históricamente más legitimados por el poder colonialista y los saberes múltiples, especialmente aquellos situados en los márgenes. En el caso de la Amazonía, estos saberes se materializan en los modos de vida de las poblaciones indígenas,  de los quilombolas y de los habitantes no urbanos de las riberas de los ríos y de los
bosques.

Los trabajos recibidos serán evaluados según las normativas de la revista.

Coordinadores del dossier:
Dra. Valentina Bulo – Universidad do Santiago do Chile. Correo electrónico: valtentina.bulo@usach.cl
Dr. Gerson Alburquerque – Universidade Federal do Acre. Correo electrónico: gerson.ufac@gmail.com
Dr. Marcos Dantas da Cunha- Universidade Federal do Pará. Correo electrónico: madc@ufpa.br.
Dr.(c) Robert Silva Freitas- Universidade Estadual Paulista. Correo electrónico: robert.freitas@unesp.br

Para más información, escríbenos al correo revistaidea@usach.cl.

Discentes do PPGLI são aprovadas pela CAPES para cursar Doutorado Sanduíche no México e na França

As doutorandas Anyelle Samy Costa de Oliveira e Julia Judith Quispe Supo foram aprovadas no Programa de Doutorado-sanduíche no Exterior (PDSE), um programa financiado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). O programa foi instituído em 2011 e busca apoiar a formação de recursos humanos de alto nível. Além disso, contempla, prioritariamente, a realização de pesquisas em áreas do conhecimento menos consolidadas no Brasil.

A seleção ocorreu por meio de um processo seletivo nacional, conforme o Edital Capes nº 17/2025, e de uma etapa interna, seguindo o Edital PPGLI/UFAC nº 02/2025. A iniciativa permite que as pesquisadoras realizem parte de seus estudos em instituições no exterior, fortalecendo a formação acadêmica e a internacionalização da pesquisa. 

A  pesquisa de Anyelle Samy Costa de Oliveira e Julia Judith Quispe Supo serão conduzidas, respectivamente, na Université Bordeaux Montaigne, na comuna de Pessac, na França, e no Instituto Nacional de Antropologia e Historia (INAH), na Cidade do México, capital do México.

Sobre as doutorandas: 

Anyelle Samy Costa de Oliveira

Pesquisa: Representações amazônicas nas linguagens verbo-visuais da série de quadrinhos Death Hunt

Instituição no exterior: Université Bordeaux Montaigne, Pessac, França

Orientador no PPGLI-UFAC: Dr. Shelton Lima de Souza

Supervisora na Université Bordeaux Montaigne: Dra. Ilana Heineberg

Julia Judith Quispe Supo

Pesquisa: Tejiendo la identidad entre dos mundos: hilos de la transculturación y las voces ancestrales del Buen Vivir nahua y aymara

Instituição no exterior: Instituto Nacional de Antropología e Historia (INAH), Ciudad de México, México

Orientador  no PPGLI-UFAC: Dr. Francisco Bento da Silva 

Supervisor no Instituto Nacional de Antropología e Historia (INAH): Dr. Gilberto López y Rivas

Sobre as instituições: 

Université Bordeaux Montaigne:

A Université Bordeaux Montaigne sempre foi um destino de escolha para estudantes dos territórios ultramarinos franceses, e essa tradição agora se estende a estudantes estrangeiros de todas as origens. A cada ano, cerca de 120 nacionalidades diferentes estão matriculadas na universidade. Entre os 17.000 alunos matriculados na Universidade, 2.500 são estudantes estrangeiros. A universidade possui mais de 700 acordos de cooperação em todo o mundo (cerca de 250 universidades parceiras na Europa e mais de 150 fora da Europa).

Instituto Nacional de Antropologia e História (INAH):

O Instituto Nacional de Antropologia e História (INAH) investiga, conserva e divulga o patrimônio arqueológico, antropológico, histórico e paleontológico da nação, a fim de fortalecer a identidade e a memória da sociedade que o possui. Uma tarefa fundamental é a pesquisa acadêmica, para a qual colaboram mais de 800 acadêmicos nas áreas de história, antropologia social, arqueologia, linguística, etno-história, etnologia, antropologia física, arquitetura, conservação e restauração do patrimônio. O trabalho acadêmico e de pesquisa é complementado pela formação de profissionais nas escolas de ensino superior do Instituto, como a Escola Nacional de Antropologia e História, com sede na Cidade do México, e a Escola de Antropologia e História do Norte do México, em Chihuahua, além da Escola Nacional de Conservação, Restauração e Museografia Manuel del Castillo Negrete, localizada na capital da República.

PPGLI integra redes nacionais aprovadas no CAPES-Global.edu e fortalece internacionalização da pós-graduação na Região Norte

O Programa de Pós-Graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI) da Universidade Federal do Acre passa a integrar duas redes nacionais aprovadas no Edital nº 13/2025 da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, no âmbito do Programa Redes para Internacionalização Institucional – CAPES-Global.edu. A instituição participa como universidade associada, representando a Região Norte nas articulações interinstitucionais contempladas.

O CAPES-Global.edu tem como finalidade fomentar a criação de redes de cooperação entre instituições nacionais com diferentes estágios de internacionalização, situadas em distintas regiões do país. Por meio da interação com instituições estrangeiras, o programa promove o fortalecimento das atividades de pesquisa e pós-graduação, além de ampliar a cooperação internacional.

A inserção da UFAC nessas redes é de suma importância para o PPGLI, pois representa um avanço estratégico para a consolidação da internacionalização na Amazônia Ocidental. Ao integrar instituições do Norte e do Sul Global, a iniciativa contribui para reduzir assimetrias regionais e ampliar a circulação do conhecimento produzido a partir de contextos amazônicos, reforçando a centralidade das pesquisas em linguagem, cultura e identidade nos debates globais contemporâneos.

A participação nas redes aprovadas amplia as oportunidades de mobilidade acadêmica e de experiências internacionais para pós-graduandos, docentes, pesquisadores e técnicos, tanto no Brasil quanto no exterior. Além disso, fortalece a formação profissional, estimula a produção científica colaborativa e impulsiona projetos conjuntos voltados à diversidade linguística, à interculturalidade e às dinâmicas identitárias na Amazônia.

Entre os objetivos do CAPES-Global.edu estão a promoção de parcerias interinstitucionais articuladas aos Planos de Desenvolvimento Institucional (PDI), o estímulo à construção e consolidação de planos estratégicos de internacionalização e o fortalecimento da governança da internacionalização nas Instituições de Ensino Superior. O programa também incentiva ações integradas de ensino, pesquisa, extensão, inovação e sustentabilidade, pautadas pelo diálogo intercultural e pelo compromisso social.

EDITAL PROPEG/PPGLI Nº 43/2025 – CONVOCAÇÃO PARA MATRÍCULA – Retificada

Dia Internacional pela Eliminação da Discriminação Racial

21 de Março é dia de luta.

No Dia Internacional pela Eliminação da Discriminação Racial, nos reunimos para reafirmar que as cotas raciais e as ações afirmativas são conquistas históricas do povo negro e precisam ser defendidas.

Também celebramos o Dia Nacional das Tradições de Matrizes Africanas e Nações do Candomblé e o Dia Mundial da Infância, lembrando que a luta contra o racismo é também a luta não só por futuro, mas pelo presente, por dignidade e justiça para nossas crianças e para o nosso povo.

✊🏿 Ato Unificado 21M
📍 Sede da ADUFAC – Campus da UFAC (Rio Branco/AC)
📅 21 de março (sábado)
🕓 16h

Em defesa das cotas raciais, das ações afirmativas e por reparação histórica e monetária pelos 388 anos de trabalho escravo no Brasil.