Exposições abrem o primeiro dia do VIII Simpósio de Letras da Ufac

Exposições abrem o primeiro dia do 8º Simpósio de Letras da Ufac

Credenciamento, abertura da sessão permanente de pôsteres e abertura da exposição “Palavras e imagens em cartazes: memórias descartáveis” marcaram a manhã do primeiro dia do 8º Simpósio Linguagens e Identidades da/na Amazônia Sul-Ocidental e do 7º Colóquio Internacional As Amazônias, as Áfricas e as Áfricas na Pan-Amazônia, na Universidade Federal do Acre (Ufac), que ocorre de 3 a 7 de novembro.

A sessão de pôsteres, localizada na entrada do Anfiteatro Garibaldi Brasil, é o espaço onde alunos, técnicos e colaboradores podem expor trabalhos e projetos. Cerca de oito trabalhos estão sendo apresentados. Os banners ficarão expostos até sexta-feira e estará aberta ao público das 8h às 17h.

O técnico da Ufac, Valdo Melo, apresentou um projeto sobre a formação continuada de docentes com o suporte da educação a distancia. A proposta é procurar estratégias para facilitar o ensino de educação a distancia tanto para alunos quanto para professores, sensibilizando os docentes a utilizarem uma linguagem menos formal para que os alunos possam compreender mais os conteúdos abordados.

Exposições abrem o primeiro dia do 8º Simpósio de Letras da Ufac

Com o objetivo de dar mais visibilidade ao projeto de ensino da memória indígena em escolas públicas do Acre, a aluna de História Licenciatura, Michele Lima se inscreveu para ser uma das expositoras do Simpósio em Letras.

“O ensino da memória indígena no Acre é tratado de forma muito superficial, não existe material didático e para complementar o ensino na escola, usamos a história oral, levamos indígenas para contarem suas histórias, a proposta levar em questão como que a memória indígena está posta no livro didático e a importância da história oral no resgate da memória. O simpósio é um bom lugar para divulgar o que está sendo feito com relação aos povos indígenas”, disse a estudante.

Exposição “Palavras e imagens em cartazes: memórias descartáveis”

Uma coleção de cartazes recolhidos ao longo de 35 anos pelo professor da Ufac, Gerson Albuquerque, gerou a exposição “Palavras e imagens em cartazes: memórias descartáveis”.  Dos 500 cartazes da coleção, cerca de 120 foram escolhidos para estabelecer um diálogo de múltiplas faces, o mais antigo data de 1979.

Segundo o professor Gerson Albuquerque a ideia é traçar um suporte do que é efêmero, ou seja, algo que vira lixo e que depois pode vir a se tornar memória. “Se olharmos os cartazes quase nenhum tem o ano, tem o dia, o mês, mas não tem o ano. Não nos preocupamos em datá-los para que esse diálogo venha à tona. De repente ele fica obsoleto enquanto data, mas as pessoas vão dialogar com a imagem, com a fotografia, com o tipo de cartaz”, explica.

Exposições abrem o primeiro dia do 8º Simpósio de Letras da Ufac

O professor conta que adquiriu o gosto por colecionar do pai, mas que somente na década de 80, quando fundou a União da Juventude Socialista do PCdoB no Acre , juntamente com uma amiga que colecionava cartazes, que passou a reunir cartazes com o intuito de juntá-los depois, algo que nunca aconteceu.

Para Albuquerque, a exposição é um debate com a história, com a comunicação, com o designer, com a arte. “Mas existe uma leitura ideológica nos cartazes, pois são originários de movimentos sociais. Teve um pouco dessa minha militância, desde quando eu nasci politicamente”, declarou.

“Estou achando a exposição incrível, não imaginava que tinham acontecido todos esses movimentos sociais no Brasil e no Acre. É realmente um trabalho de resgate da memória e é importante relembrar, partindo de algo que aparentemente era inútil. Realmente me surpreendi”, falou o estudante de Letras- Francês da Ufac, Jackson Dias.

FONTE: ASCOM/UFAC

Postado em: 3/11/2014

Ufac inicia simpósio que integra curso de mestrado em Letras

Com o tema ‘Artes, Silêncios e Silenciamentos’, encontros acadêmicos ocorrem até sexta-feira, 7
Ufac inicia simpósio que integra curso de mestrado em Letras

Sessão de pôsteres, conferências, minicursos, oficinas, grupos de trabalho, comunicações livres, performances e shows são atividades realizadas durante o 8º Simpósio Linguagens e Identidades da/na Amazônia Sul-Ocidental e o 7º Colóquio Internacional “As Amazônias, as Áfricas e as Áfricas na Pan-Amazônia”, eventos que integram o programa de mestrado em Letras: Linguagem e Identidade da Universidade Federal do Acre (Ufac).

Os encontros científicos ocorrem no campus de Rio Branco até a próxima sexta-feira, 7, com o tema-convite “Artes, Silêncios e Silenciamentos”. A abertura ocorreu na noite dessa segunda-feira, 3, no anfiteatro Garibaldi Brasil. O coordenador do Programa de Pós-Graduação em Letras, Gerson Albuquerque, ressaltou o crescimento do simpósio, já que se encontra em sua oitava edição.

“No início, em 2007, a ideia era reunir os alunos do mestrado para que cada um apresentasse suas pesquisas”, relembrou. “Com a abertura da sessão de comunicações para outros Estados, o simpósio acabou virando um acontecimento na Ufac, como espaço de reflexão e debate, além de ser um evento político, ao se pretender sua articulação com movimentos sociais.”

Segundo a coordenadora do Centro de Educação, Letras e Artes (Cela), Grace Gotelip, o evento tem se consolidado a cada ano e representa muito bem a pós-graduação. “No simpósio há uma riqueza de trabalhos, pesquisas de peso de professores desta instituição e de outras”, disse. “As salas de aula estão recheadas dessas discussões.”

Ufac inicia simpósio que integra curso de mestrado em Letras

O pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, Josimar Batista, representando o reitor Minoru Kinpara na solenidade de abertura, destacou a dimensão que ganhou o simpósio. “Possui um caráter muito importante, com a participação de diferentes Estados e a inserção de nossos colegas da fronteira”, comentou. “As parcerias têm provocado mudanças e novos horizontes de pesquisa; a interlocução com outras instituições enriquece muito a difusão do conhecimento.”

Também integraram a mesa de honra da solenidade de abertura o pró-reitor de Extensão e Cultura, Enock Pessoa, e o superintendente local do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Deyvesson Gusmão.

Conferência

Na noite de abertura do 8º simpósio e 7º colóquio, foi ministrada a conferência “Los cuerpos del aire, ensayos interculturales em torno a cuatro danzas decoloniales”, por Guillermo Mariaca Iturri, professor do curso de Literatura da Universidad Mayor de San Andrés (Umsa), de La Paz (Bolívia). Ele possui doutorado em Estudos Culturais-Interculturalidade pela University of Pittsburgh (EUA), além de ter escrito, entre outros, os livros: “Los Refugios de la Utopía: Apuntes teóricos para uma Política Inter-Cultural” (1999) e “El Poder de la Palabra” (1993).

Ufac inicia simpósio que integra curso de mestrado em Letras

Confira mais informações sobre o simpósio e acesse sua programação no site www.simposioufac.com.

Fonte: ASCOM/UFAC

Postado em: 4/11/2014

“Cor da Pele” abre programação cultural do VIII simpósio de Letras na Ufac

1507981_689687301122257_1583179725587943392_nA performance teatral “Cor da Pele” se apresentou na tarde desta segunda-feira, 3, no Centro de Estudos Antropológicos e Indígenas da Universidade Federal do Acre (Ufac) para um público de 60 pessoas. A atração faz parte da programação do 8º Simpósio Linguagens e Identidades da/na Amazônia Sul-Ocidental e do 7º Colóquio Internacional As Amazônias, as Áfricas e as Áfricas na Pan-Amazônia, que ocorre de 3 a 7 de novembro.

“Cor da pele” é um grupo de cinco estudantes do curso de Artes Cênicas da Ufac. A performance surgiu a partir de um trabalho da classe na disciplina de Arte e História da África Negra, ministrada pelo professor Gerson Albuquerque. Atualmente a equipe busca fazer uma crítica a toda forma de preconceito, principalmente ao étnico-racial.

“Nosso objetivo é romper essa coisa da cor, mostrar que todos somos iguais independente da cor das nossas peles. É um processo que ainda estamos passando e que agora está caminhando de forma independente. Queremos abrir discussões sobre o racismo, o preconceito. O processo de construção dessa performance tem base teórica em vários autores, poemas africanos e agora brasileiros. Eu fiquei muito feliz pois apresentamos para um público bom e o nosso objetivo acredito que cumpri” disse Amanda Moreira, integrante do “Cor da Pele”.

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Postado em: 4/11/2014

Fonte: ASCOM/UFAC

Performance “Cor da pele” se apresenta durante o VIII Simpósio Linguagens e Identidades

Performance “Cor da pele” se apresenta durante o 8º Simpósio Linguagens e Identidades

Como parte da programação do 8º Simpósio Linguagens e Identidades da/na Amazônia Sul-Ocidental e do 7º Colóquio Internacional “As Amazônias, as Áfricas e as Áfricas na Pan-Amazônia”, a mostra “Cor da pele” será apresentada no dia 3 de novembro de 2014, às 17h, no Anfiteatro do Centro de Estudos Antropológicos e Indígenas da Universidade Federal do Acre (Ufac). A entrada é gratuita.

A performance “Cor da pele”, nasceu dentro do curso de Artes Cênicas: Teatro da Universidade Federal do Acre, na disciplina de Arte e História da África Negra, ministrada pelo professor  Gerson Albuquerque.

Hoje, a proposta ganha outros contornos, a partir de uma produção-processo que segue “se fazendo”, contando com a participação de Alessandra Alves, Amanda Graciele, Evânia Ferraz, Mara Santos e Marianne Salomão que, além de atuarem, dirigem coletivamente a performance.

Cor da pele” faz uma crítica a toda forma de preconceito, principalmente ao étnico-racial. Segue como uma proposta embrionária, em constantes mudanças, alinhavada pela leitura dramatizada de textos inspirados no martinicano Frantz Fanon.

Fonte: ASCOM/UFAC

Postado em: 30/10/2014

Minicurso sobre música e dança acreana será ministrado no VIII Simpósio de Letras na Ufac

Minicurso sobre música e dança acreana será ministrado no 8º Simpósio de Letras na Ufac

O minicurso “Baques, Banzos e Bailados: Ritmos do Aquiry” pretende discutir aspectos da musica e dança regional. A oficina faz parte da programação do 8º Simpósio Linguagens e Identidades da/na Amazônia Sul-Ocidental e do 7º Colóquio Internacional As Amazônias, as Áfricas e as Áfricas na Pan-Amazônia, na Universidade Federal do Acre (Ufac), que ocorrerá entre 3 e 7 de novembro.

O minicurso, que será ministrado por integrantes da “Rede Banzeiro”, tem como objetivo refletir sobre a relevância do patrimônio imaterial, música e dança, e sobre a influência de heranças culturais nordestinas na construção da identidade acreana. De acordo com o conteúdo programático a oficina trará discussões sobre ritmos e danças nativas, assim como personalidades da cultura acreana.

Em relação à metodologia, a oficina terá momentos teóricos e práticos.  Bate papos sobre gêneros musicais e danças, exposição de ritmos regionais como Marujada e Jabuti Bumbá, por exemplo.

As inscrições para o minicurso pela internet encerram-se nesta sexta-feira, 31. No dia do minicurso pode ser realizada inscrição para participação das atividades e receber certificado.

As atividades ocorrerão entre os dias 4 e 7 de novembro, das 14h às 18h. As vagas poderão ser preenchidas por qualquer pessoa que se interesse pela temática das músicas e a danças acreanas. A Rede Banzeiro Agito Baquiry também realizarão a apresentação no simpósio dia 5 de novembro às 20h.

Fonte: ASCOM/UFAC

Postado em: 30/10/2014

Pesquisadores de outros Estados participarão do VIII Simpósio na Ufac

HeadbannerDos 150 trabalhos inscritos no 8º Simpósio Linguagens e Identidades da/na Amazônia Sul-Ocidental e do 7º Colóquio Internacional As Amazônias, as Áfricas e as Áfricas na Pan-Amazônia, que ocorrerão entre os dias 3 e 7 de novembro, na Universidade Federal do Acre (Ufac), cerca de 90 são de pesquisadores de outras universidades.

“A importância das pessoas que vêm de fora e, principalmente, de outros Estados da região amazônica tem a ver com a consolidação do programa de pós-graduação em Letras da Ufac e, também, com um espaço de reflexões sobre pesquisas contemporâneas sobre a realidade amazônica”, disse Raquel Ishii, professora da Ufac e integrante da equipe organizadora. “Para nós, é um momento que se renova a cada ano.”

Raquel destaca que o evento serve como intercâmbio de ideias, troca de conhecimentos, socialização das informações, divulgação das pesquisas produzidas na Ufac e em outras instituições, algo que, para ela, não se restringe a universidades, instituições de pesquisas na Amazônia, mas a qualquer instituição do país.

“Análise discursiva das charges do jornal pessoal” é o título do trabalho que Jairo Souza apresentará no simpósio. Ele é aluno do mestrado em Letras da Ufac. Mesmo sendo a primeira vez que o pós-graduando se apresentará no evento, a expectativa de contribuir para discussões sobre a Amazônia o incentiva a compartilhar seus pensamentos.

“Sei que é um evento bem conhecido. Na perspectiva do programa de pós-graduação, é parte integrante de uma proposta de pensar, repensar, ler e reler esse espaço que convencionamos chamar de Amazônia”, disse o estudante. “E acho que é um espaço de reflexão, de criação também, pois acabamos criando, com as nossas falas, e contribuindo para outras ideias e outras criações.”

Dentre as instituições que serão representadas no evento, estão: Faculdade de Educação de Cacoal (FEC); Instituto Federal do Amazonas (Ifam); Instituto Federal de Roraima (IFRR); Universidade Federal do Amazonas (Ufam); Universidade Federal de Goiás (UFG); Universidade Federal de Roraima (UFRR); Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC); Universidade de São Paulo (USP); Universidade Federal de Rondônia (Unir).

Algumas escolas, secretarias e institutos acrianos também farão sua participação no simpósio, como o Instituto Federal do Acre (Ifac), a Secretaria Estadual de Educação e Esporte (SEE), a escola João Calvino, o Centro Espírita e Obras de Caridade Príncipe Espadarte, a União Educacional do Norte (Uninorte), a Faculdade da Amazônia Ocidental (FAAO) e Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN-AC).

Fonte: ASCOM/UFAC

Mestrado em Letras promove evento que discute ‘artes, silêncios e silenciamentos’

8º Simpósio Linguagens e Identidades reunirá pesquisadores da Ufac e de instituições de fora do Estado
Mestrado em Letras promove evento que discute ‘artes, silêncios e silenciamentos’

A Universidade Federal do Acre (Ufac) realiza no período de 3 a 7 de novembro, no anfiteatro Garibaldi Brasil, o 8º Simpósio Linguagens e Identidades da/na Amazônia Sul-Ocidental e o 7ª Colóquio Internacional as Amazônias, as Áfricas e as Áfricas na Pan-Amazônia. As inscrições para minicursos e participação como ouvintes estão abertas por meio do sitewww.simposioufac.com.

Com o tema “Artes, silêncios e silenciamentos”, o evento deve reunir pesquisadores, professores, estudantes e militantes dos movimentos sociais nos cinco dias de atividades, que incluem oficinas, grupos de trabalho, minicursos, mostras, espetáculos, comunicações livres e conferências em diferentes áreas do conhecimento.  A novidade desse ano é a integração também com a Bolívia. A conferência magna ”Los cuerpos del aire, ensayos interculturales en torno a cuatro danzas decoloniales” do professor da Universidad Mayor de San Andrés (La Paz),   Guillermo Mariaca Iturri, logo no primeiro dia da programação marca esse momento.

“Um dos principais pontos a destacar na realização desse evento é o fato de conseguirmos agregar diferentes trabalhos de diferentes campos de pesquisas. Há trabalhos da química, da educação física, professores da rede de ensino, enfim há uma transdisciplinaridade difícil de ser encontrada. O simpósio está vinculado ao programa de Mestrado em Letras, mas já foi apropriado pela cidade. Isso é, sem dúvida, uma conquista”, avalia uma das organizadoras do evento, Raquel Ishii.

Estão incluídos na programação, 11 grupos de trabalho e sete sessões de comunicações livres que juntos representam 150 produções acadêmicas a serem apresentadas entre os dias 4 e 6 de novembro. Os 13 minicursos programados têm limite máximo de 30 vagas e serão ofertados nos dias 4, 5, 6 e 7, sempre no turno vespertino.

Simpósio Linguagens e Identidades da/na Amazônia Sul-Ocidental

O Simpósio Linguagens e Identidades da/na Amazônia Sul-Ocidental, e posteriormente o Colóquio Internacional as Amazônias, as Áfricas e as Áfricas na Pan-Amazônia, surgiu em 2007 com o objetivo possibilitar a abertura de espaços de diálogos e reflexões sobre as questões relacionadas às linguagens e identidades amazônicas.

“Este ano, vamos discutir artes, silêncio e silenciamentos. Artes porque entendemos que identidade não é algo pronto e acabado. O silêncio porque ele está presente em todas as nossas produções sem deixar de comunicar e, por fim, silenciamentos, porque são as forças castradoras que nos impedem de dizer. Nossa formação fundamentada a partir de uma mentalidade colonizadora nos interdita o tempo todo, precisamos inverter esse debate para a Amazônia e discutir, nós mesmos, de frente, e não de costas, para a fronteira esse não poder falar”, explica Ishii.

Professora Raquel Ishii

A solenidade de abertura do simpósio será dia 3 de novembro, às 19h, no anfiteatro Garibaldi Brasil. Serão realizadas novas inscrições e credenciamento na secretaria do evento, na sala 103, do bloco dos Grupos de Pesquisa da Ufac, das 8 às 12h, das 14h às 18h e das 19h às 20h30.

Confira a programação completa do evento aqui

Postado em: 22/10/2014

ASCOM/UFAC

Mestrado em Letras lança revista Muiraquitã

Mestrado em Letras lança revista Muiraquitã

O curso de mestrado em Letras: Linguagem e Identidade da Universidade Federal do Acre (Ufac) acaba de lançar o número 1 da revista Muiraquitã, de periodicidade semestral, com a participação de autores de várias instituições brasileiras. A obra, composta de 15 artigos, é editada e apresentada pelo professor Gerson Albuquerque.

De acordo com o editor Gerson Albuquerque, os artigos que compõem o volume estão conectados com as atividades desenvolvidas pelo respectivo programa de mestrado, “quer seja como ressonâncias dos diálogos referentes ao ensino e outras experiências de sala de aula, quer seja pelas incursões no campo das pesquisas e ações de extensão”.  A revista Muiraquitã encontra-se à venda na secretaria/coordenação do mestrado em Letras, ao valor de R$ 20.

Os artigos e autores que compõem o volume são os seguintes:

Cartografia do trabalho na cidade-floresta (Agenor Sarraf Pacheco);

Flechas com ponta de aço – Imagem, política e historiografia indigenista na Amazônia nas primeiras décadas do século XX (Aldrin Moura de Figueiredo);

A escrita alfabética e o xamanismo indígena (Cecília Letícia Gouvet Collet);

Moral e cotidiano: vadiagem e prostituição no Departamento do Alto Acre -1904/1920 (Francisco Bento da Silva);

A Amazônia acreana de Abguar Bastos (Gerson Rodrigues de Albuquerque e Raquel Alves Ishii);

A linguagem poética na sala de aula (Gisela Maria de Lima Braga Penha);

Modulações conceituais dos multiversos em literatura: os labirintos hipertextuais (João Carlos de Souza Ribeiro);

Poesia, imagens e discursos: gentes cantadas, mostradas e faladas (possibilidades de ler gentes e lugares em margens e fronteiras da geografia) (Jones Dari Goetert);

Entrevista com Stuart Hall (Heloísa Buarque de Holanda e Liv Sovik)

Reinado de horror: tortura na Amazônia durante o ciclo da borracha (Leopoldo M. Bernucci)

Olhos chilenos e mapuche: a fotografia sobre o mapuche de Gustave Milet do final do século XIX (Marcela Orellana Muermann);

Línguas que viajam: em direção de uma imaginação geolinguística (Mary Louise Pratt);

Pensar a “problemática da espacialidade” para as práticas teatrais na escola – um desafio para o professor artista(Micael Carmo Côrtes Gomes);

A questão da literatura: obra e autoria em Michel Foucault (Miguel Ângelo Oliveira do Carmo);

O cinema avant la lettre: as imagens pró-cinematográficas (Milton Chamarelli Filho)

Postado em: 13/10/2014 ASCOM/UFAC

Comissão Geral de Organização do VIII Simpósio Linguagens e Identidades compõe equipes de trabalho

Simpósio 003Na última sexta, 10, a Comissão Geral de Organização do VIII Simpósio Linguagens e Identidades, que será realizado em conjunto com o VII Colóquio Internacional “As Amazônias, as Áfricas e as África na Pan-Amazônia”, no período de 3 a 7 de novembro deste ano, reuniu-se para acertar as estratégias de organização, composição de equipes e definição de monitores.

Com o tema “Artes, silêncios e silenciamentos”, a 8ª edição do Simpósio contará com a presença Guillermo Mariaca Iturri (Universidad Mayor de San Andrés, La Paz, Bolívia), fundador das Jornadas Andinas de Literatura Latino Americana – JALLA, que proferirá a Conferência Magna intitulada “LOS CUERPOS DEL AIRE, ensayos interculturales en torno a cuatro danzas decoloniales”.

Ainda, como parte as atividades do VII Colóquio, a semana terá a participação do cantor, músico e compositor baiano Mateus Aleluia que discorrerá sobre o tema “O Afrobarroco em palestramusical”.

O encerramento do evento será feito com o Show da Rede Banzeiro Agito Baquiry e promete reunir artistas acreanos e de outras partes do Brasil em torno de musicalidades com traços regionais.

A programação do duplo evento contém ainda cerca de 11 minicursos, Sessão de Pôsteres, 11 Grupos de Trabalho, 7 Sessões de Comunicações Livres, somando 150 trabalhos acadêmicos que serão apresentados durante a intensa semana de atividades.

No dia 13 de outubro poderão ser realizadas as inscrições, de forma gratuita, para ouvintes e participantes de minicursos, através do site http://www.simposioufac.com

O VIII Simpósio Linguagens e Identidades e o VII Colóquio Internacional “As Amazônias, as Áfricas e as Áfricas na Pan-Amazônia” são eventos de extensão, promovidos pela Universidade Federal do Acre, com realização pelo Programa de Pós-Graduação em Letras: Linguagem e Identidade, financiado pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura e patrocinado pela Cia de Selva.

Mais informações podem ser obtidas através do e-mail linguagens.identidades.ufac@gmail.com

Cartaz 2014