Com 98,1% de aprovação, Chapa composta pelo Prof. Francisco Bento e Prof. Elder de Paula é eleita para a coordenação do PPGLI

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Prof. Dr. Francisco Bento da Silva, Coordenador eleito para o biênio 2017-2018

As eleições para Coordenação do Programa de Pós-Graduação em Letras: Linguagem e Identidade da UFAC ocorreram durante todo o dia de hoje, 15, no Bloco da Pós-Graduação, Campus Sede, e, em Cruzeiro do Sul, no campus Floresta.

A única chapa inscrita para disputar o pleito foi a chapa composta pelo Prof. Dr. Francisco Bento da Silva, candidato a Coordenador, e Prof. Dr. Elder Andrade de Paula, candidato a Vice-Coordenador.

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Prof. Dr. Elder Andrade de Paula, Vice-Coordenador eleito para o biênio 2017-2018

A eleição foi paritária entre as três categorias: docentes, técnico-administrativos e discentes, sendo que cada urna correspondeu, portanto, a 33,3% do total de votos.

A chapa foi eleita com 98,1% de aprovação entre os votos válidos correspondendo a 31,5% dos votos dos discentes, 33,3% dos votos dos docentes e 33,3% dos votos dos técnico-administrativos.

Pela primeira vez, em 10 anos, entre professores e técnico-administrativos, uma chapa obteve 100% de aprovação dos votos válidos. Entre os discentes, a aprovação da chapa foi de 94,7% dos votos válidos.

“Este resultado é a legitimidade que precisamos para consolidar o programa, tendo em vista a necessidade de dar continuidade às ações já implementadas pela atual gestão do PPGLI, como a redução do tempo das defesas, a inserção  e impacto social por meio dos eventos acadêmicos, a qualidade da pesquisa e o combate ao plágio acadêmico, além da periodicidade da Revista Muiraquitã Eletrônica e publicações de E-Books de discentes e docentes, por meio da Nepan Editora. Enquanto alguns desejam uma pesquisa e pós-graduação de costas para o século XXI, nós caminhamos em direção à qualificação do programa, junto aos critérios de avaliação da CAPES”, disse o novo coordenador do PPGLI, o Prof. Francisco Bento.

Considerando o universo de votantes, 70% da comunidade acadêmica apta a votar foi às urnas nessa eleição, registrando um dos mais baixos níveis de abstenção nas eleições para coordenação do PPGLI.

Homologação das candidaturas – Eleição para coordenação do PPGLI

Edital de Eleição para Coordenador(a) e Vice-Coordenador(a) do Programa de Pós-Graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI) biênio 2017-2018 

A Comissão Eleitoral do Processo de Eleição para a Coordenação e Vice-Coordenação do Programa de Pós-Graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI), biênio 2017-2018, comunica oficialmente que, em reunião plenária realizada no dia 12 de dezembro do corrente, o Colegiado do PPGLI da UFAC homologou da única chapa inscrita para participar do processo de votação, em conformidade com o que estabelece o Artigo 6º do Edital de Eleição.

Homologação das Candidaturas

Semana intensa de atividades marca a disciplina de Seminário de Pesquisa em Cruzeiro do Sul

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                 Com ampla e intensa participação dos mestrandos (Turma 2016), o Programa de Pós-Graduação em Letras: Linguagem e Identidade, Universidade Federal do Acre, realizou uma semana de atividades vinculadas à disciplina de Seminário de Pesquisa, na cidade de Cruzeiro do Sul.

                 Sob a regência do Professor Dr. Gerson Albuquerque, as atividades de aulas expositivas, projeção de vídeos seguidos de debate, palestras e leituras se constituíram como importantes ações para o diálogo com as fontes, referenciais teóricos e procedimentos de pesquisa da turma de alunos e alunas que, em fevereiro do próximo ano, fará a primeira apresentação pública dos resultados de suas pesquisas e estudos, durante o II Seminário de Pré-Qualificação.

“Meus horários de estudo eram a partir das 23 horas”, diz professor que defendeu dissertação na tarde desta quarta-feira no Mestrado em Letras da Ufac

“Chegar aqui com certeza não foi nada fácil”, com essas palavras o aluno do Mestrado em Letras: Linguagem e Identidade e professor do Curso de Música da Universidade Federal do Acre, Raildo Barbosa, resumiu todo o seu percurso.  Barbosa é o primeiro aluno do Mestrado em Letras a defender sua dissertação no prazo de vinte meses, sendo o prazo máximo de 24 meses. Ele defendeu sua pesquisa nesta quarta-feira, 30, com o título “Entre práticas e representações: o festival acreano de música popular – Famp”

“Durante esse tempo eu tive muitas dificuldades. A primeira delas é a falta de tempo para o estudo, pois além de me dedicar ao mestrado eu sou professor da instituição e não consegui liberação de carga horária. Trabalhei sempre com quatro disciplinas e ainda com algumas orientações de graduandos e projetos de extensão. Além disso, também tenho minha família e não poderia de modo algum deixá-la de lado. Então eu me organizei com o pouco tempo vago que eu tinha para estudar. Reservei as noites, no horário a partir das 23 horas para realizar as leituras. Coloquei isso como meta nesses dois anos. Então eu lia das 23 às 5 da manhã. Enfim, é preciso ter muito foco.”, explica.

A pesquisa de Raildo Barbosa analisa as práticas culturais e representações do festival acreano de música popular, mais conhecido como Famp. “Eu analisei algumas práticas culturais como a prática de compor e algumas representações como ‘o seringueiro’ e a ‘Amazônia’, discutindo como foram representadas na melodia e na música.”, completou o mestrando.

O professor doutor Marcello Messina, orientador da pesquisa, disse o aluno Raildo sempre foi muito focado. “O sucesso dessa pesquisa é todo dele. Tenho um orgulho particular muito grande. Primeiro porque ele é o primeiro aluno que eu oriento no Brasil e depois porque somos músicos, compositores, trabalhamos com criatividade, além de trabalhar com crítica. Apesar de ser um trabalho com um foco local, é um trabalho que com certeza vai virar referência para trabalhar festivais em todo o mundo”, enfatizou o orientador.

Gerson Albuquerque, Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Letras: Linguagem e Identidade e membro da banca examinadora da dissertação do aluno Raildo, diz que esse resultado positivo do aluno também mostra o tipo de procedimento que adotaram dentro do Mestrado em Letras.

“Por orientação da própria Capes, realizamos exames de pré-qualificação em maio deste ano e isso ajudou muito os alunos a pensarem suas próprias questões, sem a pressão de estarem sendo julgados como aprovados ou reprovados. A defesa desse aluno mostra muito empenho de alguém que não foi dispensado de suas atividades de professor da Ufac e não recebeu nenhum tipo de auxílio financeiro, então, nós temos, com certeza, muito que comemorar”, completou Albuquerque.

Outro professor que participou como membro externo na banca foi o doutor João Veras, que conta que o ideal ao realizar uma pesquisa é que o aluno realmente tenha tempo para os estudos, para a leitura, aula, escrita. Não foi o que aconteceu com o Raildo. “Além dele não ter sido liberado de suas atividades, ainda conseguiu concluir num tempo recorde de vinte meses. Ele conseguiu fazer um bom trabalho e desenvolver uma escrita. As adversidades em nada prejudicaram o resultado final do seu trabalho.”, finalizou Veras.

Sobre a defesa antes do prazo

A defesa antes do prazo de vinte e quatro meses é fator positivo para o quadro de avaliação do Programa de Pós-Graduação em Letras da Ufac. É o que avalia o Pró-Reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, Josimar Batista. “Os cursos de pós-graduação são avaliados pela Capes a cada quatro anos e quando o aluno defende antes do prazo é muito bom para a avaliação do curso. Estamos trabalhando para melhorar a nota e subir para o conceito 4.”, avalia Batista.

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2016 – Defesa de dissertação de Raildo Brito Barbosa

 

Edital de eleição para Coordenador e Vice-coordenador do PPGLI – UFAC

O Colegiado do Programa de Pós-Graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI), em reunião plenária realizada no dia 21 do mês de novembro de 2016, em conformidade com o que dispõe o Regimento Geral dos Programas e Cursos de Pós-Graduação stricto sensu da Universidade Federal do Acre (UFAC), torna público o processo de eleição para Coordenador e Vice-Coordenador do PPGLI para o biênio 2017-2018, nos marcos estabelecidos pelo presente Edital.

Edital

Adendo I

Mestrandos do PPGLI que atuam no Campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, se reúnem com os professores e coordenação do curso durante o X Simpósio Linguagens e Identidades

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Durante o Simpósio Linguagens e Identidades da/na Amazônia Sul-Ocidental, realizado no Campus sede da Universidade Federal do Acre (Ufac), em Rio Branco, um grupo de mestrandos do Programa de Pós-Graduação em Letras: Linguagem e Identidade que atuam no Campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, apresentaram comunicações orais e, na oportunidade, se reuniram com o coordenador do curso, Gerson Albuquerque, e demais professores do mestrado.

Segundo Raelisson do Nascimento, integrante do grupo, a reunião teve como objetivo tratar de questões estratégicas do curso: “Manter esse diálogo com o coordenador do mestrado é fundamental para o bom andamento do nosso curso e principalmente para ficarmos por dentro de tudo que acontece no âmbito da pesquisa”, explica.

O mestrando lembrou ainda que a assistência da coordenação do mestrado, mesmo que à distância tem contribuído para elevar a qualidade do curso. “Apesar de estarmos estudando em Cruzeiro do Sul, nossas solicitações sempre foram atendidas e isso faz toda a diferença”, ressalta.oi

Para o Pró-Reitor de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Prof. Dr. Josimar Batista, a adesão do Mestrado em Letras à política institucional de qualificação de seu quadro por meio Programa de Apoio à Qualificação em Pós-Graduação de Servidores Docentes e Técnico-Administrativos (PAQDT) e Políticas Afirmativas (indígenas) Campus da UFAC, em Cruzeiro do Sul – Acre, foi muito importante. “Estamos qualificando um quadro significativo de servidores do campus Floresta, melhorando o desempenho funcional e avançando no crescimento dos índices de avaliação institucional relativos à pesquisa na universidade”, afirmou o Pró-Reitor.

Participaram do Simpósio 18 alunos do mestrado que atuam em Cruzeiro do Sul e 11 deles fizeram apresentações de pesquisas, em sessões de comunicação livres e Grupos de Trabalho.

O Simpósio Linguagens e Identidades foi realizado na Universidade Federal do Acre (Ufac), campus de Rio Branco, de 7 a 11 de novembro. Contou com a participação de graduandos e pós-graduandos de todas as regiões brasileiras.oi2

10º Simpósio Linguagens e Identidades da/na Amazônia Sul-Ocidental chega ao fim e anuncia novo ciclo para as futuras edições

Encerramento do Simpósio -0059.jpgApós cinco dias em que pesquisadores, professores, comunidade acadêmica, estudantes de pós-graduação, dialogaram e debateram em torno do tema “Trânsitos pós-coloniais e descolonialidade de saberes e sentidos”, chega-se ao final do evento com inúmeras reflexões sobre o tema, principalmente, sobre os conceitos cristalizados e marcados pela colonização que atravessam os discursos (re)produzidos pela sociedade.

O 10º Simpósio de Linguagens e Identidade da/na Amazônia Sul-Ocidental e o 8º Colóquio Internacional “As Amazônias, as Áfricas e as Áfricas Pan-Amazônica”, realizado pelo Programa de Pós-graduação em Letras: Linguagens e Identidade da Universidade Federal do Acre (Ufac), alcançou a marca de 1266 inscritos, com apresentação de aproximadamente 500 trabalhos acadêmicos, divididos em comunicações orais − Grupos de Trabalho e Sessões Livres −, 14 minicursos e 7 oficinas.

“Em 2014, ao término do oitavo simpósio, afirmei que este nosso congresso tinha deixado de ser um evento e passara a ser um acontecimento na vida da Universidade Federal do Acre. Agora, com o deslocamento do mesmo para a Universidade Federal de Rondônia e Universidade Federal do Pará, que o sediarão em 2017 e 2018, respectivamente, esse acontecimento se enraíza regionalmente em um encadeamento rizomático que desmonta as rotas colonizatórias de sujeitos e sentidos, invertendo os pilares do diálogo e da reflexão sobre as culturas amazônicas tornando nossos lugares de vivências e experiências em locais de enunciação decoloniais”, afirmou Gerson Albuquerque, Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Letras: Linguagem e Identidade e um dos idealizadores do Simpósio.

Bastidores

Para organizar a décima edição do simpósio, equipes foram formadas a fim de distribuir, articular e executar tarefas necessárias para o andamento do evento. Ao todo, 90 pessoas integraram a comissão de organização do simpósio, divididos em 7 equipes mais o suporte de 10 pessoas no atendimento na Secretaria Geral do evento.

“Eu não tenho dúvidas que o Secretariado Internacional das Jornadas Andinas de Literatura Latino Americana escolheram a Ufac para sediar esse evento em 2018 devido ao nosso acúmulo de experiência em organização de eventos de grande porte e ao nosso engajamento em temas contra-hegemônicos no campo da literatura, das artes, das ciências em geral, produzidos desde as muitas amazônias”, declarou uma das coordenadoras do 10º Simpósio Linguagens e Identidades da/na Amazônia Sul-Ocidental, Raquel Ishii.

A aluna do Programa de Pós-graduação em Letras: Linguagens e Identidade da Ufac e coordenadora da equipe de minicursos e oficinas, Andressa Almeida, disse que dedicação e colaboração resumem o sentimento ter experienciado a coordenação de umas das equipes mais importantes do evento: a de minicursos e oficinas. Tempo corrido, reponsabilidade com as oficinas e minicursos, segundo Andressa, aumentou a dedicação das equipes. “Foi bom ver a colaboração das equipes, monitores e dos meus colegas de turma no mestrado”, disse.

Pelo segundo ano coordenando a equipe de minicursos e oficinas, Daniele Nolasco, diz que o simpósio “é parte de algo maior”. Para ela, “fazer com que aconteça o Simpósio não é tarefa fácil. Sobretudo, porque aqueles que o conduzem, são os que de fato se importam com causa”, acrescentou.

Para Ítala Oliveira, membro da comissão de organização do simpósio, participar do evento “é sinônimo de crescimento; é entender que existem outras fronteiras e outros conhecimentos que só conseguimos ter acesso através do simpósio”. Para Ítala, trabalhar no simpósio tem sido “gratificante”. “São nesses eventos que se entende como funciona a instituição [Ufac], a gente recebe muitos ‘nãos’ e, quando chegamos na sexta-feira e vemos que deu tudo certo, é muito importante”.

A experiência de participar do simpósio marcou, a história da mestranda Fernanda Cougo, formada pelo Programa de Pós-graduação em Letras: Linguagens e Identidade da Ufac. Cougo é de Minas Gerais e defendeu sua dissertação em fevereiro deste ano, retornando ao Acre para participar do evento.

“Participar dos simpósios foi fundamental na minha formação e desenvolvimento da minha pesquisa. O contato com diversos palestrantes [nacionais e internacionais], de diferentes lugares e em diversas áreas [do conhecimento] − indígenas, não indígenas − da Pan-Amazônia, trouxeram uma riqueza, abriram horizontes para que eu desenvolvesse minha pesquisa com qualidade e com ética”.

Em 2017, o 11º Simpósio de Linguagens e Identidade da/na Amazônia Sul-Ocidental e o 9º Colóquio Internacional “As Amazônias, as Áfricas e as Áfricas Pan-Amazônica” será realizado pela Universidade Federal de Rondônia (Unir), dando início a uma nova fase de discussões em âmbito nacional e internacional. Já a 12ª edição, terá como sede a cidade de Belém, organizada por uma das mais importantes universidades da amazônicas, a Universidade Federal do Pará.