Doutoranda do PPGLI participa do Encontro Global da ONU sobre direitos indígenas em Genebra

A pesquisadora doutoranda do PPGLI, Edilene Barbosa – Pakakuru Bukini Madjá, participou do Encontro do Mecanismo de Peritos sobre os Direitos dos Povos Indígenas (EMRIP) 2025, realizado pela Organização das Nações Unidas (ONU), em Genebra, Suíça. O evento é um dos principais fóruns globais voltados à discussão e ao fortalecimento dos direitos dos povos indígenas em todo o mundo.

Edilene participou ativamente do Grupo Temático 7 – Povos Indígenas, espaço que reuniu especialistas, representantes de organizações indígenas, instituições acadêmicas e delegações estatais para debater questões urgentes como autodeterminação, proteção dos territórios, justiça climática e políticas de reparação histórica em todo o mundo.

Sua ida ao EMRIP foi viabilizada por meio de convite da Rede de Cooperação Amazônica (RCA) e do Instituto de Pesquisa e Formação Indígena (IEPÉ), parceiros que atuam no fortalecimento de vozes indígenas em espaços nacionais e internacionais de formulação de políticas públicas.

Durante o encontro, Edilene compartilhou reflexões a partir de sua vivência como pesquisadora indígena e da realidade dos povos do Acre, contribuindo com perspectivas sobre os desafios enfrentados no âmbito dos direitos dos povos, em especial dos direitos das mulheres indígenas, assim como a preservação das línguas originárias e a valorização dos saberes culturais.

“Pra mim foi uma experiência incrível porque eu pude ver como é que está sendo a questão dos direitos dos povos indígenas dos outros países: Bolívia, Peru, Panamá, Estados Unidos, na Itália. Tive a honra de ter sido convidada pelo Instituto Iepé. Eu fui convidada porque como eu estou no doutorado, trabalho com a questão da violação de direitos né, dos povos indígenas principalmente das mulheres”, destacou Edilene.

Além de sua atuação no evento, a participação da pesquisadora também simboliza o avanço da presença indígena no meio acadêmico. Como doutoranda do PPGLI, sua pesquisa contribui para o reconhecimento das epistemologias indígenas e para o fortalecimento da diversidade linguística e cultural nos estudos literários e educacionais.

O EMRIP é vinculado ao Conselho de Direitos Humanos da ONU e tem como objetivo oferecer recomendações práticas aos Estados e organismos internacionais sobre a implementação da Declaração das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas.

Dissertação defendida no PPGLI pesquisa “Nuke piti xarahu” culinária do povo Shanenawa, aldeia Ayani, Terra Indigena Katukina/Kaxinawa, Acre

Ocorreu no dia 28 de julho de 2025, a defesa pública de dissertação da mestranda Reneide Carlos Brandão Shanenawa intitulada: ““Nuke piti xarahu” culinária do povo Shanenawa, aldeia Ayani, Terra Indigena Katukina/Kaxinawa, Acre”.

A atividade ocorreu no auditório do Bloco da Pós-Graduação – térreo, no campus-sede da Ufac, em Rio Branco – AC.

Participaram da Banca Examinadora a Profa. Dra. Maria de Jesus Morais (UFAC) – Orientadora/Presidente, Prof. Dr. Francisco Bento da Silva (UFAC) – Examinador Interno e Profa. Dra. Izabela Guimarães Guerra Leal (UFPA) – Examinadora Externa.

Tese defendida no PPGLI sobre resistência feminina na América Latina é indicada ao Prêmio Capes de Tese 2025

Capa da tese 'Desconstrução de monumentos de tinta' com ilustrações de árvore e texto em destaque, incluindo o nome da autora Suerda Mara Monteiro Vital e a Universidade Federal do Acre.

A Comissão Avaliadora da melhor Tese de 2024 do Programa de Pós-Graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI) da Universidade Federal do Acre (UFAC) indicou a tese “Desconstrução de monumentos de tinta: a dimensão feminina como subversão política ao horror, à violência e ao silenciamento em espaços/tempos latino-americanos”, de autoria de Suerda Mara Monteiro Vital, para concorrer ao Prêmio Capes de Tese 2025.

A pesquisa investiga a representação da resistência feminina diante da violência e do apagamento histórico em contextos latino-americanos, propondo uma releitura crítica de narrativas dominantes. A tese foi defendida em 17 de dezembro de 2024 e agora disputa um dos mais importantes reconhecimentos acadêmicos do país. Para Suerda Vital, poder concluir sua pesquisa no âmbito do programa potencializou seu fazer acadêmico como parte de sua vida.

Retrato de uma mulher sorridente com cabelo longo e escuro, usando um moletom preto, posando em um ambiente externo com uma grade ao fundo.
Suerda Mara Monteiro Vital

“Foi com o apoio afetuoso, coletivo e colaborativo de meu querido professor e orientador Gerson Albuquerque, bem como junto às demais professoras e professores, de minhas amigas e amigos, pensadoras e pensadores, pesquisadoras e pesquisadores, especialmente meus amigos-irmãos Raquel Ishii, Poliana, Juliana, Armstrong, Fernanda Cougo, Carlos Chauca, que pude encontrar o suporte e a nutrição necessária para a experimentação de uma escrita ativa, feita na errância. Foi e é no PPGLI que se deu e se dá minha experiência/experimentação, onde encontrei/encontro um limiar de proteção e resguardo da indiferença una e totalitária, para lidar com o mal-estar e angústia advinda de uma sub-vivência marcada pela ferida da violência colonial que me fez assumir-me em algum momento como um problema para mim mesma (roubando a Glissant o modo de traduzir essa experiência dolorosa de sobreviver sem autorização para existir). Desejo que a escrita da tese e a possibilidade emocionante, alegre, vivificante de participar do Prêmio Capes de Tese 2025 representando o PPGLI possa auxiliar o potente movimento do programa em promover um espaço reflexivo e criativo que auxilie no exorcizar as fantasmagorias violentas e perversas da dominação que chagam todas as carnes marcadas pela colonialidade e seus totalitarismos sufocadores. Que o exercício ético, político e estético da rememoração do processo de pesquisa e escrita que experienciei junto ao Programa contribua para que possamos desejar que se realize o ditado citado por Benjamin, ‘transformar pedras em pão’”, finalizou Suerda.

É a segunda vez que o PPGLI reforça sua presença no cenário acadêmico nacional com indicação de pesquisas que destacam questões identitárias, sociais e políticas da região amazônica e da América Latina.

Confira os detalhes sobre a tese premiada:

Desconstrução de monumentos de tinta: a dimensão feminina como subversão política ao horror, à violência e ao silenciamento em espaços/tempos latino-americanos, de autoria de Suerda Mara Monteiro Vital. Lattes: http://lattes.cnpq.br/5887909228055013 . Defesa: 17/12/2024

Além do trabalho de Suerda Vital, outras três teses do PPGLI/UFAC defendidas em 2024, abordando temáticas como memórias docentes na Amazônia, tradução indígena e discurso pedagógico institucional receberam menções honrosas, são elas:

Traduções canibais nas metamorVozes Pano: enfoque nos TCC do Curso de Licenciatura Indígena da Universidade Federal do Acre, campus Floresta, de autoria de Aline Kieling Juliano Honorato Santos. Lattes: http://lattes.cnpq.br/8538704564185190. Orientadora: Paula Tatiana da Silva Antunes. Defesa: 02/12/2024

Uma análise dialógica do discurso pedagógico institucional do Instituto Federal do Acre e o caso do currículo da área de economia do campus Tarauacá, de autoria de Tayson Ribeiro Teles. Lattes: http://lattes.cnpq.br/3272508883742018. Orientadora: Juciane dos Santos Cavalheiro. Defesa: 01/02/2024

Tempos Passados Presentes: Memórias de Professoras da Amazônia Acreana, de autoria de Adriana Alves de Lima.  Lattes: http://lattes.cnpq.br/1089782908019561. Orientador: Gerson Rodrigues de Albuquerque. Defesa: 07/03/2024

Sobre o Prêmio Capes de Tese

As inscrições para a 20ª edição do prêmio foram até 20 de maio de 2025, com resultados previstos para setembro. Os vencedores receberão bolsas de pós-doutorado, certificados e premiações em dinheiro, além de possibilidade de estágio internacional para os grandes premiados.

Pesquisadores do PPGLI apresentam suas produções no 14º Congresso Brasileiro de Linguística Aplicada (CBLA)

Grupo de pessoas reunidas durante o 14º Congresso Brasileiro de Linguística Aplicada. Eles estão em frente a um banner do evento, sorrindo e segurando bolsas com o logo do congresso.

Ocorreu, no período de 14 a 18 de julho de 2025, o 14º Congresso Brasileiro de Linguística Aplicada (14º CBLA), na Universidade Federal de Sergipe (UFS), no câmpus de São Cristóvão. O evento foi organizado pela Associação de Linguística Aplicada do Brasil (ALAB) e contou com pesquisadoras, estudantes, professoras e profissionais de Linguística Aplicada e de áreas afins, de diversos estados brasileiros e do exterior, interessados nas relações entre linguagens, corpos, territórios e suas movências.

Durante os cinco dias de evento, a comunidade brasileira e do exterior, engajada com pesquisa no campo dos estudos sobre linguagem-e-sociedade, discutiu questões relacionadas à temática do evento nos diversos campos da Linguística Aplicada – LA. Ademais, os participantes puderam fazer parte de um intercâmbio de conhecimentos, experiências e práticas advindos de diferentes âmbitos culturais, profissionais e de investigação.

O 14º CBLA buscou visibilizar diferentes agenciamentos de linguagens, em articulação com corpos e territórios, que constituem modos contemporâneos de sobrevivência, resistência e reexistência ao colonialismo, às colonialidades, às desigualdades sociais, às injustiças epistêmicas e às violências de diversas ordens. Os projetos apresentados deram atenção àquelas vozes apagadas das grandes narrativas hegemônicas, de modo a (des)aprender com suas epistemologias, ontologias e cosmologias, a exemplo de comunidades tradicionais e de terreiro, povos afroindígenas e movimentos sociais das cidades, do campo, dos rios e das florestas.

A escolha do estado de Sergipe também demonstrou a necessidade de situar o evento numa das periferias da geopolítica do conhecimento acadêmico brasileiro e suas hierarquias moderno-coloniais, mas que é também, e acima de tudo, um território historicamente propício para a confabulação de linguagens de resistência.

À convite da Presidenta da ALAB, Profa. Dra. Doris Matos (UFS), os trabalhos de discentes, professores e egressos da delegação do PPGLI, relacionados às pesquisas concluídas e em andamento, foram apresentados no Simpósio “Tecituras, errâncias e derivas em espaços-tempos limiares: entre o aqui amazônico e o todo-mundo”, coordenado pelo professor Gerson Rodrigues de Albuquerque (UFAC). 

“A participação de discentes e docentes do PPGLI no 14° CBLA foi um marco para a ALAB, ao reafirmar o compromisso da área com vozes e epistemologias amazônicas. As pesquisas apresentadas no Simpósio Convidado coordenado por Gerson Albuquerque provocaram e sensibilizaram, trazendo à cena modos outros de narrar, viver e pensar a linguagem, o território e a educação como os de pesquisadores indígenas e surdos.”, comentou Doris.

Confira abaixo a listagem de trabalhos apresentados:

  1. A natureza do letramento na trajetória de uma professora Nukini – Analice Ferreira da Costa Nukini (PPGLI-UFAC)
  1. Tempo e deslocamento(s): narrativas de reconstrução do modo de vida e de luta – Maria Cristina Lobregat (PPGLI-UFAC/IFAC/ Bolsista CAPES)
  1. Saberes, linguagens e educação kokama na comunidade Nova Aliança: uma reflexão sobre as formas próprias de educar – Elizângela Lopes Kokama (PPGLI-UFAC)
  1. Narrativas de corpos e territórios marcados pelo olhar amazonialista: algumas reflexões metodológicas – Gerson Rodrigues de Albuquerque (PPGLI-UFAC)
  1. Memórias, entre-lugares e deslocamentos em narrativas Pupykary – Ketlen Lima de Souza Apurinã (PPGLI-UFAC)
  1. Estudantes surdos na pós-graduação: língua(gens), identidades e formas de resistências – Lucas Vargas Machado da Costa – Pesquisador surdo (PPGLI-UFAC)
  1. Corpos invisíveis e vozes inaudíveis em fronteiras panamazônicas: um estudo de caso sobre estudantes indígenas em escola não indígena – Luzanira Hilário da Silva Kokama (PPGLI-UFAC)
  1. Trajetórias de luta e resistência de Dercy Teles, sindicalista e trabalhadora extrativista da Amazônia acreana – Maria de Jesus Morais (PPGLI-UFAC)
  1. Yvyrupa – a terra toda, território guarani – Miguel Jorge Martins da Silva – Tata Endy – Mbya Guarani (PPGLI-UFAC)
  1. O corpo-território em poesias de mulheres indígenas – Clécio Ferreira Nunes – Huni Kuin (PPGLI-UFAC) 
  1. Língua (gem) e produção de ciência por pesquisadores indígenas: um debate necessário – Shelton Lima de Souza (PPGLI-UFAC)
  1. Cidades de memória: trajetórias de vida e deslocamentos entre espaços de cidades-florestas na Amazônia Sul-Ocidental – Thaís Albuquerque Figueiredo (PPGLI-UFAC) 
  1. Análise socioidentitária do discurso religioso de mestre Irineu – Sandra Mara Souza de Oliveira Silva (PPGLI – UFAC/Bolsista CAPES)

PPGLI promove I Seminário de Ética em Pesquisa e debate uso de IA na elaboração de teses e dissertações em Linguística e Literatura

Grupo de participantes do I Seminário de Ética em Pesquisa, realizado pelo Programa de Pós-Graduação em Letras: Linguagem e Identidade, em um ambiente decorado com arte colorida.

O Programa de Pós-Graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI) realizou, em 1º de julho de 2025, o I Seminário de Ética em Pesquisa (I SEP). A iniciativa reuniu docentes, discentes e pesquisadores para refletir sobre os desafios éticos enfrentados pelo programa, com foco nos critérios dos comitês de ética em pesquisa e no impacto das inteligências artificiais generativas na produção acadêmica.

Conduzido pelo Prof. Dr. Luiz Eduardo Guedes (IFAC/PPGLI-UFAC), o evento ocupou os turnos matutino e vespertino. Pela manhã, duas palestras centrais marcaram a programação. O Prof. Dr. Gerson Albuquerque, coordenador do PPGLI, abordou as implicações éticas da escrita acadêmica nas teses e dissertações do PPGLI, destacando boas práticas e possíveis riscos de desvio. Em seguida, o  Prof. Esp. Gustavo Cardial (IFAC) apresentou os princípios técnicos e as arquiteturas dos modelos de linguagem que sustentam as ferramentas de IA, discutindo seus potenciais e limites no contexto da pesquisa em Linguística e Literatura.

Apresentação de um docente em um seminário, mostrando um artigo em um projeto de pesquisa sobre psicologia e filosofia.
Três palestrantes discutindo temas sobre ética em pesquisa, com uma apresentação ao fundo, em um evento acadêmico do Programa de Pós-Graduação em Letras.

À tarde, uma mesa redonda composta pelo Prof. Dr. Luiz Eduardo Guedes, pela Profa. Dra. Queila Barbosa Lopes e pela Profa. Dra. Tamara Afonso dos Santos discutiu o impacto da IA generativa na produção científica em Linguística e Literatura. O debate enfocou critérios para avaliar o uso da inteligência artificial e como referenciar adequadamente os prompts utilizados na geração de textos acadêmicos e científicos.

Após a mesa redonda, a plateia teve a oportunidade de se manifestar sobre as perspectivas do uso da inteligência artificial generativa, com perguntas e contribuições de discentes e professores do programa. Ao final do seminário, foi proposta a criação de uma comissão para definir regulamentações sobre o uso de inteligência artificial na escrita de dissertações e teses. Após a conclusão dos trabalhos da comissão, um novo seminário será realizado para apresentar e discutir as normas que guiarão o uso da inteligência artificial no âmbito do PPGLI.

Pesquisadores do PPGLI apresentam suas produções em Congresso Internacional de Literatura Comparada, na cidade de Manaus

Entre os dias 23 e 27 de junho de 2025, ocorreu o XIX Congresso Internacional da Associação Brasileira de Literatura Comparada (ABRALIC), realizado na cidade de Manaus (AM). O evento, reconhecido por sua relevância acadêmica e cultural, reuniu pesquisadores de diversas partes do Brasil e do exterior para discutir os rumos da Literatura Comparada em contextos multiculturais e interdisciplinares.

A delegação do PPGLI foi composta por alunos, professores e egressos do programa, que apresentaram trabalhos relacionados às suas pesquisas concluídas e em andamento, abordando temáticas que vão desde a intertextualidade e estudos pós-coloniais até questões de identidade, território e literatura indígena. No Simpósio Temático Margens e Fronteiras Amazônico-andinas: Memórias, Oralidades, Visualidades, Literaturas, coordenado pelos professores do PPGLI Gerson Albuquerque e Francisco Bento da Silva e Luana Ferreira Rodrigues da UFAM as pesquisas e discussões apresentadas representaram com excelência a produção acadêmica desenvolvida em âmbito local.

Durante os cinco dias de congresso, os alunos participaram de mesas temáticas, simpósios e conferências, além de atividades culturais organizadas por instituições locais. A troca de experiências com pesquisadores de outras universidades fortaleceu o intercâmbio científico e abriu novas possibilidades de parcerias para projetos futuros.

O XIX Congresso da ABRALIC teve como tema “Redes, Margens e Rios”, em alusão aos desafios contemporâneos da literatura em tempos de crise social, ambiental e política. A escolha de Manaus como cidade-sede também destacou a importância de descentralizar o debate acadêmico e valorizar produções que emergem de territórios historicamente marginalizados.

Confira abaixo a listagem de trabalhos apresentados:

  1. Thais Albuquerque Figueiredo – A memória e a cidade como paisagem afetiva: narrativas ordinárias que tecem a cidade de Rio Branco
  2. Danilo Rodrigues do Nascimento- Nos rastros/resíduos da jiboia: Uma análise das represent(ações) e cosmopercepção de natureza(s) no caderno de pesquisa “Nixi Pae – o espírito da floresta” dos Huni Kuĩ do Jordão -Acre
  3. Thays Mara Almeida do Carmo- As muitas faces da Festa de São Sebastião em Xapuri-Acre
  4. Alan de Souza Prazeres – A invenção de um território chamado beiradão em Beiradão, de Álvaro Maia
  5. Suerda Mara Monteiro Vital- Entre imaginários rememorativos da totalidade-mundo: narrativas/espaços em que os “vencedores” não marcham sobre os “mortos”
  6. Jeissyane Furtado da Silva – Encantaria e encantamento na Pan-Amazônia: o Kanaima em A História do Ventríloquo de Pauline Melville como forma de descolonização
  7. Amilton José Freire de Queroz – Escrituras em movência: rotas da ancestralidade em Trudruá Dorrico, Márcia Kambeba e Déba Tacana
  8. Gerson Rodrigues De Albuquerque – Do caos ao próprio: alguns experimentos de leituras entre o cinema e a literatura.