As doutorandas Anyelle Samy Costa de Oliveira e Julia Judith Quispe Supo foram aprovadas no Programa de Doutorado-sanduíche no Exterior (PDSE), um programa financiado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). O programa foi instituído em 2011 e busca apoiar a formação de recursos humanos de alto nível. Além disso, contempla, prioritariamente, a realização de pesquisas em áreas do conhecimento menos consolidadas no Brasil.
A seleção ocorreu por meio de um processo seletivo nacional, conforme o Edital Capes nº 17/2025, e de uma etapa interna, seguindo o Edital PPGLI/UFAC nº 02/2025. A iniciativa permite que as pesquisadoras realizem parte de seus estudos em instituições no exterior, fortalecendo a formação acadêmica e a internacionalização da pesquisa.
A pesquisa de Anyelle Samy Costa de Oliveira e Julia Judith Quispe Supo serão conduzidas, respectivamente, na Université Bordeaux Montaigne, na comuna de Pessac, na França, e no Instituto Nacional de Antropologia e Historia (INAH), na Cidade do México, capital do México.
Sobre as doutorandas:

Anyelle Samy Costa de Oliveira
Pesquisa: Representações amazônicas nas linguagens verbo-visuais da série de quadrinhos Death Hunt
Instituição no exterior: Université Bordeaux Montaigne, Pessac, França
Orientador no PPGLI-UFAC: Dr. Shelton Lima de Souza
Supervisora na Université Bordeaux Montaigne: Dra. Ilana Heineberg

Julia Judith Quispe Supo
Pesquisa: Tejiendo la identidad entre dos mundos: hilos de la transculturación y las voces ancestrales del Buen Vivir nahua y aymara
Instituição no exterior: Instituto Nacional de Antropología e Historia (INAH), Ciudad de México, México
Orientador no PPGLI-UFAC: Dr. Francisco Bento da Silva
Supervisor no Instituto Nacional de Antropología e Historia (INAH): Dr. Gilberto López y Rivas
Sobre as instituições:
Université Bordeaux Montaigne:
A Université Bordeaux Montaigne sempre foi um destino de escolha para estudantes dos territórios ultramarinos franceses, e essa tradição agora se estende a estudantes estrangeiros de todas as origens. A cada ano, cerca de 120 nacionalidades diferentes estão matriculadas na universidade. Entre os 17.000 alunos matriculados na Universidade, 2.500 são estudantes estrangeiros. A universidade possui mais de 700 acordos de cooperação em todo o mundo (cerca de 250 universidades parceiras na Europa e mais de 150 fora da Europa).
Instituto Nacional de Antropologia e História (INAH):

O Instituto Nacional de Antropologia e História (INAH) investiga, conserva e divulga o patrimônio arqueológico, antropológico, histórico e paleontológico da nação, a fim de fortalecer a identidade e a memória da sociedade que o possui. Uma tarefa fundamental é a pesquisa acadêmica, para a qual colaboram mais de 800 acadêmicos nas áreas de história, antropologia social, arqueologia, linguística, etno-história, etnologia, antropologia física, arquitetura, conservação e restauração do patrimônio. O trabalho acadêmico e de pesquisa é complementado pela formação de profissionais nas escolas de ensino superior do Instituto, como a Escola Nacional de Antropologia e História, com sede na Cidade do México, e a Escola de Antropologia e História do Norte do México, em Chihuahua, além da Escola Nacional de Conservação, Restauração e Museografia Manuel del Castillo Negrete, localizada na capital da República.


