Professor de Literatura de La Paz ministrou minicurso no VIII Simpósio de Letras

Professor de Literatura de La Paz ministrou minicurso no 8º Simpósio de Letras

O professor de Literatura Guillermo Mariaca Iturri, da Universidad Mayor de San Andrés (Umsa), localizada em La Paz (Bolívia), foi convidado para o 8º Simpósio Linguagens e Identidades da/na Amazônia Sul-Ocidental, que encerra suas atividades nesta sexta-feira, 7, no campus sede da Universidade Federal do Acre (Ufac).

Além de ter proferido conferência no dia da abertura do evento (segunda-feira, 3), conduziu o minicurso “El Poder de la Palabra, para uma Teoria Literaria Hispano-Americana”, durante quatro dias do simpósio, de 4 a 7 deste mês, no turno vespertino, totalizando uma carga horária de 20 horas.

O professor boliviano fez, em castelhano, uma exposição sobre a presença da Teoria Literária na América Latina, falando de crises nessa área, do modo de produção cultural em associação com a identidade nacional e da função do intelectual estudioso da literatura. Nomes como Henríquez Ureña, Alfonso Reyes, Octavio Paz, Ricardo Piglia, Oswald de Andrade e Antonio Candido foram referenciados por ele em suas explicações.

Para Iturri, os colonizados da América Latina compartilham a responsabilidade de construção de um novo mundo, porque este mundo moderno em que se vive é uniforme e de reiteração. “O mundo moderno é profundamente endogâmico, que se repete a si mesmo, sempre, todos os dias, num círculo vicioso”, disse. “Este minicurso pretende compreender este círculo vicioso da modernidade.”

Pós-doutor em História Cultural da América Latina, Iturri alega que os latino-americanos padecem por séculos nesse mundo uniforme. “Estamos cansados de fazer-lhe radiografias, de construir denúncias e fazer de nossas narrativas um masoquismo perpétuo”, analisou. “A democracia em nossos países é insuficiente; não se trata de eleger outros governantes, se trata de construir uma democracia que nos torna possível inventar um novo mundo.”

Segundo Iturri, os artistas e os intelectuais são peças-chave na elaboração de um novo mundo. “Eles nos falam da catástrofe, mas também, simultaneamente, que podemos construir esse mundo impossível”, considerou. O professor entende que, devido à devastação ambiental e ao aquecimento dos oceanos, poderá haver um novo dilúvio. “Neste momento, o Noé dessa nova inundação não deveria ser um político ou profeta”, declarou. “Deveria ser um artista, alguém que promova a construção coletiva de mundos impossíveis, não alguém que nos ilumine e que nos conduza como ovelhas por um só caminho.”

Ouvintes

Ricardo Souza, professor de Espanhol, foi um dos ouvintes do minicurso. Ele veio de Roraima para apresentar um trabalho de mestrado feito pela universidade federal de seu Estado e também se matriculou no minicurso, o qual avalia de forma positiva. “É mais que necessário para minha área e pesquisa de mestrado”, disse. “Foi muito enriquecedor participar dos debates e ouvir as explanações.”

A plateia foi composta, na maioria, por alunos do curso de mestrado em Letras: Linguagem e Identidade da Ufac. Um deles, Jairo Souza, associou o minicurso às linhas de pesquisa do mestrado. “É um convite à ideia de desconstrução, produzindo outra perspectiva de entendimento”, ponderou. “A turma, de uma maneira geral, não está surpresa com a temática, porque o nosso mestrado aponta para essa abordagem.”

Iturri, juntamente com o conferencista peruano Luis Alberto López, foram as atrações internacionais do 8º Simpósio de Letras, que contou com diversas atividades acadêmicas e culturais.

Postado em: 7/11/2014

Fonte: ASCOM/UFAC

Mateus Aleluia se apresenta no último dia do VIII Simpósio de Letras da Ufac

Mateus Aleluia se apresenta no último dia do 8º Simpósio de Letras da Ufac

O cantor, compositor e músico baiano, Mateus Aleluia, se apresentará nesta sexta-feira, 7, no anfiteatro Garibaldi Brasil, da Universidade Federal do Acre (Ufac), às 20h.  A palestra musical sobre a cultura afro-barroca, performance do cantor, encerrará a programação do 8º Simpósio “Linguagens e Identidades da/na Amazônia Sul-Ocidental” e do 7º Colóquio Internacional “As Amazônias, as Áfricas e as Áfricas na Pan-Amazônia’, que ocorre de 3 a 7 de novembro.

Com o recital “Palestra Musical Afro-Barroca”, que aborda temáticas sobre a cultura africana e indígena e sua miscigenação com a cultura barroca trazida pelos europeus, buscando conscientizar o público para os povos oriundos da África, o músico interpretará canções próprias e de outros autores. Aleluia utiliza recursos audiovisuais como documentários e imagens para enriquecer o debate sobre as questões da África e o Brasil.

A palestra trata ainda de noções de cidadania, preservação do meio ambiente e sustentabilidade. O objetivo é sensibilizar alunos, professores, comunidades educacionais e a sociedade. Além de propiciar o diálogo orientado sobre o afrodescendente e o papel do negro na formação sociocultural e econômica do mundo.  A apresentação tem duração de 2h. A entrada é gratuita.

Confira um pouco do trabalho do artista:

Postado em: 6/11/2014

Fonte: ASCOM/UFAC

Minicurso sobre circo é ministrado no VIII Simpósio de Letras da Ufac

Minicurso sobre circo é ministrado no 8º Simpósio de Letras da Ufac

“Circo social: acrobacias circenses como prática pedagógica de ensino” é um dos 13 minicursos que estão sendo oferecidos no 8º Simpósio “Linguagens e Identidades da/na Amazônia Sul-Ocidental” e do 7º Colóquio Internacional “As Amazônias, as Áfricas e as Áfricas na Pan-Amazônia”. O evento acontece na Universidade Federal do Acre (Ufac) desde segunda-feira, 3, e vai até sexta-feira, 7 de novembro.

O minicurso foi ministrado pelo professor do curso de Artes Cênicas da Ufac, Christian Morais, que possui ainda, uma formação em circo social pela Usina de Artes de Rio Branco. “Essa iniciativa nasceu da minha vontade de discutir o circo, é algo que não é muito explorado dentro do nosso estado e o curso tem o objetivo de mostrar o circo por outras perspectivas e estimular a arte”, explica.

Arte corporal do circo, acrobacias e modalidades foram as atividades que o professor desenvolveu com os participantes durante as aulas. “Aqui a gente faz coisas que fazíamos na infância, só que de maneira mais aprimorada e com técnica. Esses movimentos podem ser trabalhados dentro da sala de aula promovendo a interdisciplinaridade, além de desenvolver o corpo do aluno e apreciação pela arte”, afirmou Morais.

“Eu vi no curso a oportunidade de buscar coisas novas para passar para os meus alunos quando estiver lá na escola, não ficar no conformismo. Aqui eu vi uma oportunidade de aprender sobre o circo. Faz bem para o corpo, para a alma, para a mente, não precisa ser um profissional para que tenhamos que aplicar essas técnicas futuramente, pois fazemos por nós mesmos”, declarou o estudante de Educação Física/Licenciatura, Sandesson Souza.

Fonte: ASCOM/UFAC

Postado em: 6/11/2014

Grupos de trabalho reúnem pesquisadores de vários estados do Brasil no VIII Simpósio de Letras

Grupos de trabalho reúnem pesquisadores de vários estados do Brasil no 8º Simpósio de Letras

Durante a programação do 8º Simpósio “Linguagens e Identidades da/na Amazônia Sul-Ocidental” e do 7º Colóquio Internacional “As Amazônias, as Áfricas e as Áfricas na Pan-Amazônia”, que ocorre de 3 a 7 de novembro, na Universidade Federal do Acre (Ufac), Grupos de Trabalho (GT) se reúnem para compartilharem projetos de diversas temáticas com pesquisadores de todo país.

“Memória, cultura e literatura: relações entre Amazônia e África” é o GT mediado pela professora e pesquisadora, Divanize Carbonieri, da Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT). Segundo a professora o grupo foi idealizado justamente para promover uma aproximação entre as literaturas da Amazônia e as literaturas africanas.

Pesquisadoras de Rondônia e do Mato Grosso participaram desse GT, na manhã desta quarta-feira, 5. Temas como “O jardim de Astrid Cabral: antropomorfização ou alteridade vegetal?”; “O mito Cinta-Larga e a experiência radical da alteridade animal: reflexões iniciais”; “Silêncio e memória: rupturas e revelações em Belodev (1987) de Toni Morrison” e “Hibridismo e Identidade em A Question of power de Bessie Head”, foram apresentados e posteriormente discutidos pelas participantes.

“Tentamos verificar temas que fossem semelhantes, porque não é uma questão de homogeneização das literaturas, até porque não seria possível, mas era uma tentativa de colocar em contraponto essas literaturas que retratam situações tão diferentes mas que tem uma identidade”, explicou Carbonieri.

Para a pesquisadora Divanize os GTs servem para o compartilhamento de ideias e para a democratização do pensamento. “Evitar o preconceito, esse é o objetivo desse GT, pois estamos em busca da quebra da hierarquização da literatura, pois não existe literatura melhor ou superior às outras”, afirmou.

Carbonieri destacou ainda que o estudo das diferentes literaturas possibilita a discussão e os contrapontos do assunto. A professora acredita que a temática vai ajudar na formação dos profissionais de letras e incentivará a quebra dos preconceitos com as literaturas, para que possam compartilhar as vozes desses povos silenciados.

Raiane Girard que está finalizando a graduação em Letras/Português com ênfase em Literatura, na Universidade Federal de Rondônia (Unir), desenvolve uma pesquisa há três anos sobre a relação do homem e do animal a partir da visão de um autor indígena. Para a estudante o simpósio de letras no Acre é uma oportunidade importante para a divulgação da pesquisa.

“A proposta do nosso trabalho é apresentar o desenvolvimento da nossa pesquisa em eventos tanto dentro do nosso estado quanto fora. E como é difícil encontrar eventos na região norte que possibilitem esse diálogo, principalmente na minha área, que é a discussão indígena. O simpósio em letras da Ufac oferece o espaço que eu preciso, não é qualquer lugar que eu posso me apresentar, pois tem a questão do enquadramento com a temática do evento”, disse Girard.

Outros 10 grupos de trabalho ocorrem simultaneamente durante o evento. De acordo com a programação as discussões ocorrerão até 6 de novembro em salas da universidade.

Fonte: ASCOM/UFAC

Postado em: 5/11/2014

Conferencista peruano apresenta-se no simpósio de Letras

Conferencista peruano apresenta-se no simpósio de Letras

Uma das atrações internacionais do 8º Simpósio Linguagens e Identidades da/na Amazônia Sul-Ocidental foi a conferência do professor Luis Alberto López, proferida em espanhol na noite dessa terça-feira, 4, no anfiteatro Garibaldi Brasil. López é diretor de Atividades Culturais e Vida Comunitária da cidade de Saint Lambert, em Quebec, no Canadá, e possui doutorado em Literatura Comparada pela Universidade de Montreal.

O professor, nascido em Otuzco, no Peru, começou a conferência intitulada “La poética. Una proposición desde la literatura americana” fazendo menção ao convite-tema do simpósio: “Artes, Silêncios e Silenciamentos”. “Arte é o que se sabe, se sabe um pouco e se vê”, disse. “O silêncio é o que não se sabe; o silenciamento é o que não se sabe que não se sabe.”

Segundo ele, sua conferência resumia um trabalho de 20 anos de pesquisa e fora preparada para um congresso em Porto Rico, mas se sentia honrado em apresentá-la “num lugar importante, o umbigo da América”. Integrante da segunda geração da Filosofia da Libertação (movimento filosófico da América Latina), que tem em Enrique Dussel um dos seus grandes expoentes, López fez uma exposição de representações criadas pelo eurocentrismo, que se constituem, em sua opinião, farsas para o silenciamento e doutrinamento do outro, no caso, o ser latino-americano.

Conferencista peruano apresenta-se no simpósio de Letras

Entende-se eurocentrismo como uma visão de mundo que elege a Europa como protagonista na elaboração da história e da sociedade moderna. “A ciência europeia é toda uma farsa institucional”, disparou López, ao falar de questões conceituais envolvendo os termos “poiética” e “poética”. Discutindo literatura, tautologia, a bíblia, modernidade e colonialismo, o conferencista promoveu uma desconstrução e desmistificação de conceitos transmitidos como verdades absolutas pelo mundo ocidental.

“O nome de Jesus Cristo é Yeshua de Nazaré, não é Jesus Cristo: outra farsa ocidental”, exemplificou López. Após a parte teórica da palestra, ele apresentou slides para fazer uma leitura de imagens, seguindo a apresentação na mesma linha de interpretação. Depois, a conferência foi encerrada e abriu-se espaço para as perguntas da plateia.

FONTE: ASCOM/UFAC

Postado em: 5/11/2014

Exposições abrem o primeiro dia do VIII Simpósio de Letras da Ufac

Exposições abrem o primeiro dia do 8º Simpósio de Letras da Ufac

Credenciamento, abertura da sessão permanente de pôsteres e abertura da exposição “Palavras e imagens em cartazes: memórias descartáveis” marcaram a manhã do primeiro dia do 8º Simpósio Linguagens e Identidades da/na Amazônia Sul-Ocidental e do 7º Colóquio Internacional As Amazônias, as Áfricas e as Áfricas na Pan-Amazônia, na Universidade Federal do Acre (Ufac), que ocorre de 3 a 7 de novembro.

A sessão de pôsteres, localizada na entrada do Anfiteatro Garibaldi Brasil, é o espaço onde alunos, técnicos e colaboradores podem expor trabalhos e projetos. Cerca de oito trabalhos estão sendo apresentados. Os banners ficarão expostos até sexta-feira e estará aberta ao público das 8h às 17h.

O técnico da Ufac, Valdo Melo, apresentou um projeto sobre a formação continuada de docentes com o suporte da educação a distancia. A proposta é procurar estratégias para facilitar o ensino de educação a distancia tanto para alunos quanto para professores, sensibilizando os docentes a utilizarem uma linguagem menos formal para que os alunos possam compreender mais os conteúdos abordados.

Exposições abrem o primeiro dia do 8º Simpósio de Letras da Ufac

Com o objetivo de dar mais visibilidade ao projeto de ensino da memória indígena em escolas públicas do Acre, a aluna de História Licenciatura, Michele Lima se inscreveu para ser uma das expositoras do Simpósio em Letras.

“O ensino da memória indígena no Acre é tratado de forma muito superficial, não existe material didático e para complementar o ensino na escola, usamos a história oral, levamos indígenas para contarem suas histórias, a proposta levar em questão como que a memória indígena está posta no livro didático e a importância da história oral no resgate da memória. O simpósio é um bom lugar para divulgar o que está sendo feito com relação aos povos indígenas”, disse a estudante.

Exposição “Palavras e imagens em cartazes: memórias descartáveis”

Uma coleção de cartazes recolhidos ao longo de 35 anos pelo professor da Ufac, Gerson Albuquerque, gerou a exposição “Palavras e imagens em cartazes: memórias descartáveis”.  Dos 500 cartazes da coleção, cerca de 120 foram escolhidos para estabelecer um diálogo de múltiplas faces, o mais antigo data de 1979.

Segundo o professor Gerson Albuquerque a ideia é traçar um suporte do que é efêmero, ou seja, algo que vira lixo e que depois pode vir a se tornar memória. “Se olharmos os cartazes quase nenhum tem o ano, tem o dia, o mês, mas não tem o ano. Não nos preocupamos em datá-los para que esse diálogo venha à tona. De repente ele fica obsoleto enquanto data, mas as pessoas vão dialogar com a imagem, com a fotografia, com o tipo de cartaz”, explica.

Exposições abrem o primeiro dia do 8º Simpósio de Letras da Ufac

O professor conta que adquiriu o gosto por colecionar do pai, mas que somente na década de 80, quando fundou a União da Juventude Socialista do PCdoB no Acre , juntamente com uma amiga que colecionava cartazes, que passou a reunir cartazes com o intuito de juntá-los depois, algo que nunca aconteceu.

Para Albuquerque, a exposição é um debate com a história, com a comunicação, com o designer, com a arte. “Mas existe uma leitura ideológica nos cartazes, pois são originários de movimentos sociais. Teve um pouco dessa minha militância, desde quando eu nasci politicamente”, declarou.

“Estou achando a exposição incrível, não imaginava que tinham acontecido todos esses movimentos sociais no Brasil e no Acre. É realmente um trabalho de resgate da memória e é importante relembrar, partindo de algo que aparentemente era inútil. Realmente me surpreendi”, falou o estudante de Letras- Francês da Ufac, Jackson Dias.

FONTE: ASCOM/UFAC

Postado em: 3/11/2014

Ufac inicia simpósio que integra curso de mestrado em Letras

Com o tema ‘Artes, Silêncios e Silenciamentos’, encontros acadêmicos ocorrem até sexta-feira, 7
Ufac inicia simpósio que integra curso de mestrado em Letras

Sessão de pôsteres, conferências, minicursos, oficinas, grupos de trabalho, comunicações livres, performances e shows são atividades realizadas durante o 8º Simpósio Linguagens e Identidades da/na Amazônia Sul-Ocidental e o 7º Colóquio Internacional “As Amazônias, as Áfricas e as Áfricas na Pan-Amazônia”, eventos que integram o programa de mestrado em Letras: Linguagem e Identidade da Universidade Federal do Acre (Ufac).

Os encontros científicos ocorrem no campus de Rio Branco até a próxima sexta-feira, 7, com o tema-convite “Artes, Silêncios e Silenciamentos”. A abertura ocorreu na noite dessa segunda-feira, 3, no anfiteatro Garibaldi Brasil. O coordenador do Programa de Pós-Graduação em Letras, Gerson Albuquerque, ressaltou o crescimento do simpósio, já que se encontra em sua oitava edição.

“No início, em 2007, a ideia era reunir os alunos do mestrado para que cada um apresentasse suas pesquisas”, relembrou. “Com a abertura da sessão de comunicações para outros Estados, o simpósio acabou virando um acontecimento na Ufac, como espaço de reflexão e debate, além de ser um evento político, ao se pretender sua articulação com movimentos sociais.”

Segundo a coordenadora do Centro de Educação, Letras e Artes (Cela), Grace Gotelip, o evento tem se consolidado a cada ano e representa muito bem a pós-graduação. “No simpósio há uma riqueza de trabalhos, pesquisas de peso de professores desta instituição e de outras”, disse. “As salas de aula estão recheadas dessas discussões.”

Ufac inicia simpósio que integra curso de mestrado em Letras

O pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, Josimar Batista, representando o reitor Minoru Kinpara na solenidade de abertura, destacou a dimensão que ganhou o simpósio. “Possui um caráter muito importante, com a participação de diferentes Estados e a inserção de nossos colegas da fronteira”, comentou. “As parcerias têm provocado mudanças e novos horizontes de pesquisa; a interlocução com outras instituições enriquece muito a difusão do conhecimento.”

Também integraram a mesa de honra da solenidade de abertura o pró-reitor de Extensão e Cultura, Enock Pessoa, e o superintendente local do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Deyvesson Gusmão.

Conferência

Na noite de abertura do 8º simpósio e 7º colóquio, foi ministrada a conferência “Los cuerpos del aire, ensayos interculturales em torno a cuatro danzas decoloniales”, por Guillermo Mariaca Iturri, professor do curso de Literatura da Universidad Mayor de San Andrés (Umsa), de La Paz (Bolívia). Ele possui doutorado em Estudos Culturais-Interculturalidade pela University of Pittsburgh (EUA), além de ter escrito, entre outros, os livros: “Los Refugios de la Utopía: Apuntes teóricos para uma Política Inter-Cultural” (1999) e “El Poder de la Palabra” (1993).

Ufac inicia simpósio que integra curso de mestrado em Letras

Confira mais informações sobre o simpósio e acesse sua programação no site www.simposioufac.com.

Fonte: ASCOM/UFAC

Postado em: 4/11/2014