{"id":10295,"date":"2023-01-08T12:10:05","date_gmt":"2023-01-08T17:10:05","guid":{"rendered":"https:\/\/posletrasufac.com\/?p=10295"},"modified":"2023-01-08T12:10:07","modified_gmt":"2023-01-08T17:10:07","slug":"inscricoes-prorrogadas-xviii-congresso-internacional-da-abralic","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/posletrasufac.com\/en\/2023\/01\/08\/inscricoes-prorrogadas-xviii-congresso-internacional-da-abralic\/","title":{"rendered":"Inscri\u00e7\u00f5es prorrogadas &#8211; XVIII Congresso Internacional da ABRALIC"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/posletrasufac.com\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/topo-2023.jpg?ssl=1\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"750\" height=\"313\" data-attachment-id=\"10297\" data-permalink=\"https:\/\/posletrasufac.com\/en\/2023\/01\/08\/inscricoes-prorrogadas-xviii-congresso-internacional-da-abralic\/banner\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/posletrasufac.com\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/topo-2023.jpg?fit=1200%2C500&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"1200,500\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;Banner&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}\" data-image-title=\"Banner\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/posletrasufac.com\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/topo-2023.jpg?fit=750%2C313&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/posletrasufac.com\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/topo-2023.jpg?resize=750%2C313&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-10297\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/posletrasufac.com\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/topo-2023.jpg?resize=1024%2C427&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/posletrasufac.com\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/topo-2023.jpg?resize=300%2C125&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/posletrasufac.com\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/topo-2023.jpg?resize=768%2C320&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/posletrasufac.com\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/topo-2023.jpg?w=1200&amp;ssl=1 1200w\" sizes=\"auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/a><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Informamos que o prazo para envio de propostas de comunica\u00e7\u00e3o para o XVIII Congresso Internacional da ABRALIC foi prorrogado at\u00e9 o dia <strong>15 de janeiro de 2023<\/strong>. Destacamos que esse prazo n\u00e3o poder\u00e1 mais ser prorrogado.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/www.abralic.org.br\/\">https:\/\/www.abralic.org.br\/<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">H\u00e1 dez eixos tem\u00e1ticos que agrupam diversos Simp\u00f3sios Tem\u00e1ticos. O Prof. Dr. Gerson Albuquerque est\u00e1 como coordenador do Simp\u00f3sio EST)\u00c9TICAS PAN-AMAZ\u00d4NICAS: PLURIVERSOS CR\u00cdTICOS E ARTIST\u00cdCO-LITER\u00c1RIOS NOS MECANISMOS DA INVEN\u00c7\u00c3O DE UM MUNDO COMUM, juntamente com a Profa. Dra. Maria de Fatima do Nascimento (Universidade Federal do Par\u00e1 (UFPA)) e o Prof. Dr. Hugo Lenes Menezes (Instituto Federal de Educa\u00e7\u00e3o, Ci\u00eancia e Tecnologia do Piau\u00ed (IFPI)). Ver resumo abaixo:<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>(EST)\u00c9TICAS PAN-AMAZ\u00d4NICAS: PLURIVERSOS CR\u00cdTICOS E ARTIST\u00cdCO-LITER\u00c1RIOS NOS MECANISMOS DA INVEN\u00c7\u00c3O DE UM MUNDO COMUM<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>RESUMO:<\/strong>\u00a0O presente Simp\u00f3sio Tem\u00e1tico (ST) consiste num espa\u00e7o plural que busca abrigar estudos, reflex\u00f5es e proposi\u00e7\u00f5es te\u00f3rico-cr\u00edticas sobre as m\u00faltiplas manifesta\u00e7\u00f5es art\u00edstico-liter\u00e1rias das diferentes territorialidades que constituem os pluriversos geoculturais, geopol\u00edticos e geo-hist\u00f3ricos da Pan-Amaz\u00f4nia ou Amaz\u00f4nia Internacional, um diversificado conjunto de espa\u00e7os-tempos e pr\u00e1ticas culturais que perpassam pa\u00edses como Bol\u00edvia, Brasil, Col\u00f4mbia, Equador, Peru, Venezuela, Guiana, Guiana Francesa e Suriname. Nesses pluriversos existem centenas de l\u00ednguas ind\u00edgenas que convivem com 9 idiomas oficiais numa \u00e1rea de 7 milh\u00f5es de quil\u00f4metros quadrados, com 25 mil quil\u00f4metros de rios naveg\u00e1veis, encravados na nomeada Am\u00e9rica do Sul. Importa ressaltar que as viv\u00eancias, exist\u00eancias e reexist\u00eancias em tais espa\u00e7os-tempos remontam a um per\u00edodo entre 5 mil a 2 mil anos (SCHAAN; RANZI, BARBOSA, 2010) antes das invas\u00f5es colonizat\u00f3rias, que interditaram de forma violenta os povos e os territ\u00f3rios culturais, lingu\u00edsticos, \u00e9tnicos, religiosos, pol\u00edtico e econ\u00f4micos que ali existiam. Nas linhas propostas por Albuquerque (2020), em di\u00e1logo com categorias conceituais que transitam entre Said (1995) e Quijano (2005), a Amaz\u00f4nia Internacional ou a Pan-Amaz\u00f4nia, apreendida como um palimpsesto que resulta de camadas e mais camadas de pr\u00e1ticas que se dizem civilizat\u00f3rias, discursivas e n\u00e3o discursivas, foi inserida na escrita da expans\u00e3o do projeto euroc\u00eantrico, tendo por base n\u00e3o apenas a racializa\u00e7\u00e3o de povos ind\u00edgenas e africanos ou afrodescendentes, mas tamb\u00e9m sua concep\u00e7\u00e3o enquanto representantes de uma periferia atrasada, vazia e bruta. A chamada era moderna e sua agenda colonial, amparada no insepar\u00e1vel duo civiliza\u00e7\u00e3o\/barb\u00e1rie, definiu o entorno ou o espa\u00e7o vital pan-amaz\u00f4nico, tecendo sua trajet\u00f3ria hist\u00f3rica pautada pelo sofrimento, a viol\u00eancia e a dor, bem como pelas assim\u00e9tricas trocas ou interc\u00e2mbios culturais, pela mistura, ou por aquilo que Glissant (2005) definiu com o termo criouliza\u00e7\u00e3o, estabelecendo os alicerces do pensamento arquip\u00e9lago e da po\u00e9tica da rela\u00e7\u00e3o. Frente a enfocada contextualiza\u00e7\u00e3o, torna-se relevante abrir espa\u00e7o para o debate com os processos de resist\u00eancia a s\u00e9culos de coloniza\u00e7\u00e3o, \u00e0 interven\u00e7\u00e3o, \u00e0s ditas pol\u00edticas de moderniza\u00e7\u00e3o e desenvolvimento amaz\u00f4nico, notadamente, no que diz respeito \u00e0 poesia de regi\u00e3o de fronteira, a seus experimentos liter\u00e1rios, teatrais, musicais, enfim, suas manifesta\u00e7\u00f5es criativas, movidas por toda uma \u00e9tica que leva em considera\u00e7\u00e3o as culturas e vidas humanas, mas, fundamentalmente, as outras formas de exist\u00eancias ou toda uma l\u00f3gica de vida urbana marcada pela presen\u00e7a das florestas e dos rios, com seus seres humanos, n\u00e3o-humanos e sobre-humanos em (con)viv\u00eancias de m\u00faltiplos sentidos. Em semelhante dire\u00e7\u00e3o, o S.T. (Est)\u00e9ticas pan-amaz\u00f4nicas: pluriversos cr\u00edticos, art\u00edstico-liter\u00e1rios nos mecanismos da inven\u00e7\u00e3o de um mundo comum mostra-se aberto \u00e0 inova\u00e7\u00e3o cr\u00edtica e art\u00edstico-liter\u00e1ria, \u00e0s met\u00e1foras que intentem transformar o olhar a partir da pr\u00e1xis est\u00e9tica e \u00e9tica de intelectuais ind\u00edgenas e n\u00e3o-ind\u00edgenas, pretos, brancos e de outras gentes das muitas misturas pan-amaz\u00f4nicas que se disponham a promover rupturas com o pensamento de sistema e a valorizar a retomada de caminhos esquecidos, rotas alternativas, atalhos na floresta ou furos nos rios e paran\u00e3s, ou ainda nos muitos labirintos urbanos das cidades-selvas dos pa\u00edses que est\u00e3o marcados pela presen\u00e7a da floresta, um imenso mundo comum inventado pela escrita colonizat\u00f3ria (CERTEAU, 1982), por\u00e9m reescrito e reinventado mediante espa\u00e7os-tempos de lutas individuais e coletivas, de tensas fric\u00e7\u00f5es lingu\u00edsticas, de escritas e oralidades marcadas pela presen\u00e7a de l\u00ednguas europeias \u2013 como o portugu\u00eas, espanhol, ingl\u00eas, franc\u00eas ou holand\u00eas \u2013 transformadas nas paisagens de \u00e1guas escuras e barrentas, nas bordas de vertentes cristalinas, no ch\u00e3o de barro, no p\u00f3 e na lama da grande plan\u00edcie, nas sombras, luzes e sons da floresta, nos organismos vivos e mut\u00e1veis das cidades e, principalmente, no encontro revitalizador com as l\u00ednguas trazidas pelas popula\u00e7\u00f5es africanas, e, fundamentalmente, com as mais de 1.000 l\u00ednguas oriundas das fam\u00edlias lingu\u00edsticas Aruaque, Caribe, Macro-J\u00ea, Pano, Araw\u00e1, Tucano, Tupi, identificadas nos mundos amaz\u00f4nicos ao longo de mais de cinco s\u00e9culos. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">REFER\u00caNCIAS BIBLIOGR\u00c1FICAS: <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">ALBUQUERQUE, Gerson Rodrigues de. Catuaba: itiner\u00e1rios hist\u00f3ricos e colonizat\u00f3rios de um seringal no Rio Acre. In. SILVEIRA, M.; GUILHERME, E.; VIEIRA, L. J. S. (Orgs.). Fazenda Experimental Catuaba: o seringal que virou laborat\u00f3rio vivo em uma paisagem fragmentada do Acre. Rio Branco (AC): Stricto Sensu, 2020, p. 18-44. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">CERTEAU, M. de. A escrita da hist\u00f3ria. Tradu\u00e7\u00e3o de Maria de Lourdes Menezes. Rio de Janeiro: Forense Universit\u00e1ria, 1982. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">GLISSANT, \u00c9douard. Introdu\u00e7\u00e3o a uma po\u00e9tica da diversidade. Tradu\u00e7\u00e3o de Enilce Albergaria Rocha. Juiz de Fora: Editora da UFJF, 2005. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">QUIJANO, A. Colonialidade do poder, eurocentrismo e Am\u00e9rica Latina. In. LANDER, E. (Org.). A colonialidade do saber: eurocentrismo e ci\u00eancias sociais. Perspectivas latinoamericanas. Ciudad Aut\u00f3noma de Buenos Aires: CLACSO \u2013 Colecci\u00f3n Sur Sur, 2005. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">SAID, E. W. Cultura e imperialismo. Tradu\u00e7\u00e3o de Denise Bottman, S\u00e3o Paulo (SP): Companhia das Letras, 1995. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">SCHAAN, Denise Pahl; RANZI, Alceu; BARBOSA, Antonia Damasceno (Orgs.). Geoglifos: paisagens da Amaz\u00f4nia Ocidental. Rio Branco: Gknoronha, 2010.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>PALAVRAS-CHAVE:<\/strong>\u00a0Literaturas. Oralidades. Pan-Amaz\u00f4nia. Est\u00e9ticas. Pensamento Cr\u00edtico.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/www.abralic.org.br\/downloads\/2023\/VALORES-E-PRAZOS-2023.pdf\">Valores ABRALIC<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/www.abralic.org.br\/inscricao\/comunicacao\/?id=12929\">Inscri\u00e7\u00e3o<\/a><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Informamos que o prazo para envio de propostas de comunica\u00e7\u00e3o para o XVIII Congresso Internacional da ABRALIC foi prorrogado at\u00e9 o dia 15 de janeiro de 2023. 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